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    Aceclofenaco: saiba tudo sobre este anti-inflamatório!

    Aceclofenaco: saiba tudo sobre este anti-inflamatório!

    O medicamento aceclofenaco é uma substância ativa e um fármaco com efeitos anti-inflamatórios não esteroidais – estruturalmente muito semelhante ao diclofenaco.

    Esse medicamento consegue agir sob inflamações, possuindo propriedades analgésicas e anti-inflamatórias muito potentes o que leva ao alívio de diversas condições dolorosas!

    Seu efeito analgésico se inicia aproximadamente depois de 30 minutos após a administração de um comprimido. Muito rápido e eficaz.

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    O que é

    O aceclofenado é indicado para o tratamento de processos inflamatórios e álgicos – como traumatismos, mialgias lombares, dores de dente, periartrite no ombro, reumatismos e dores agudas provocadas na pós-cirurgia. O medicamento em destaque também pode ser muito potente no tratamento de doenças crônicas e outros processos inflamatórios, como a artrite reumatoide, espondilite anquilosante e a osteoartrose.

    Os excipientes e componentes que podemos encontrar em aceclofenaco são cera auto emulsionante não iônica, álcool cetoestearílico, petrolato líquido, propilparabeno, metilparabeno, simeticona, propilenoglicol, água purificada.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo aqui!


    Interações medicamentosas

    Os AINEs aumentam a atividade do lítio e da digoxina pela redução do clearance plasmático. Esta propriedade pode ser de importância clínica em pacientes com função cardíaca comprometida ou hipertensão.

    O controle da pressão sanguínea de pacientes sob tratamento com betabloqueadores, inibidores da ECA e diuréticos deve ser cuidadosamente monitorado em caso de administração concomitante de AINEs. Pacientes em tratamento com este tipo de substância e concomitante tratamento com diuréticos poupadores de potássio podem apresentar aumento dos níveis séricos de potássio.

    A administração de AINEs com anticoagulantes exige monitoração cuidadosa e provável ajuste de dosagem do agente anticoagulante, que pode ser deslocado da ligação com as proteínas plasmáticas.

    A administração de AINEs com ácido acetilsalicílico não é recomendada pois a terapia concomitante pode aumentar a frequência dos efeitos colaterais, possivelmente devido à diminuição dos sítios de ligação para os AINEs.

    Estudos clínicos demonstram que o diclofenaco, fármaco estruturalmente semelhante ao aceclofenaco, pode ser administrado concomitantemente com agentes antidiabéticos orais sem que haja interferência no efeito clínico.

    Entretanto, existem relatos isolados de hiperglicemia e hipoglicemia em pacientes tomando o medicamento em destaque. Sendo assim, deve-se levar em conta a possível necessidade de ajuste de dosagem de agentes hipoglicêmicos.

    Deve-se ter cautela quando AINEs e o metotrexato forem administrados em um período menor que 24 (vinte e quatro) horas entre um fármaco e a outro, já que os anti-inflamatórios podem reduzir a excreção renal dos níveis de metotrexato, resultando em toxicidade aumentada. Os AINEs podem também aumentar o potencial de toxicidade da ciclosporina.

    Convulsões podem ocorrer devido à interação das quinolonas e AINEs. Estas podem acontecer em pacientes sem história prévia de epilepsia ou convulsões.


    Remédios com aceclofenaco em sua composição

    Aceclo-Gran; Cecofene; Febupen e Proflam.


    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    - Aceclo Gran;

    - Cecoflan;

    - Cecofene;

    - Febupen;

    - Proflem(Comprimido ou creme).


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do problema do paciente:

    Tratamento de insuficiência hepática

    Recomenda-se uma dose inicial de 100 mg, administradas uma única vez diariamente.

    Tratamento de insuficiência renal

    Não existem estudos nem dados sobre a modificação da dosagem em pacientes que sofrem de insuficiência renal. Sendo assim, a dose recomendada pode ser de 100mg. Mas lembre-se, procure o tratamento junto a um médico!

    Observações

    Cada comprimido do medicamento em destaque possui 100mg. A dose usual, geralmente recomendada, é de um comprimido a cada doze horas – em alguns casos essa dosagem pode aumentar ou diminuir, dependendo do tratamento individualizado de cada um. Não é indicado mastigar, abrir ou partir o medicamento, pois isso pode fazer com que perca o efeito desejado.

    Em pacientes especiais, como idosos, a dose continua sendo a mesma, mas deve-se manter uma observação médica quanto ao tratamento – pois algumas reações desagradáveis podem surgir por conta da idade avançada. Como qualquer outro AINE, o tratamento requer cuidados e atenção!


    Efeitos colaterais

    Os efeitos colaterais que foram observados após a ingestão do aceclofenaco pode incluir tonturas, dor abdominal, diarreia, flatulência, irritação gastrintestinal, náuseas, enjoo, dispepsia, vertigem, gastrite, elevação de enzimas hepáticas, dermatite, aumento de ureia sérica, erupção cutânea, prurido, obstipação e aumento da creatinina sérica.


    Contraindicações

    O medicamento aceclofenaco é contraindicado para pacientes menores de 12 anos; mulheres no período de gestação ou que estejam amamentando; com hipersensibilidade a sua substância ativa, diclofenaco ou qualquer um dos componentes presentes na fórmula do produto.

    Como qualquer outro anti-inflamatório não-esteroidal, o medicamento em destaque não deve ser utilizado em pacientes que sofrem de broncoespasmos, urticária ou rinite aguda – por conta do ácido acetilsalicílico presente ou a outros AINEs que já existem o risco de reações alérgicas graves ou outros problemas. Há estudos e relatos da ocorrência de reações anafiláticas graves e até mesmo fatais em pacientes que iniciaram o tratamento com AINEs.

    O medicamento em destaque no seu formato de comprimido revestido não deve ser usado em pacientes que sofrem de úlcera péptica em sua fase ativa, insuficiência renal grave ou sangramento gastrintestinal. Informe seu médico em todos esses casos! E jamais utilize o medicamento sem a prescrição de um profissional da área da saúde.

    A segurança de aceclofenaco pacientes no período de gestação não foi testada completamente. Entretanto, evidências demonstraram que o uso de AINEs na gravidez pode se associar a risco fetal humano. Assim, este produto está contraindicado na gravidez, exceto quando, a critério médico, os seus benefícios superem os riscos.