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    Amlocor e o tratamento hipertensão e angina de peito

    Amlocor e o tratamento hipertensão e angina de peito

    Amlocor é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração).

    Este fármaco pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

    • Escitalopram 10mg Geolab Genérico com 30 Comprimidos

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      1 apresentações
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    Como este medicamento funciona

    O anlodipino interfere no movimento do cálcio para dentro das células cardíacas e da musculatura dos vasos sanguíneos.

    Como resultado dessa ação, a substância ativa relaxa os vasos sanguíneos que irrigam o coração e o resto do corpo, aumentando a quantidade de sangue e oxigênio para o coração, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sanguíneos, permite que o sangue passe através deles mais facilmente.

    A pressão arterial alta impõe ao coração e às artérias (vasos sanguíneos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o coração e as artérias não funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, resultando em acidentes cerebrovasculares (derrames), insuficiência cardíaca e renal (alteração na função do coração e dos rins). Pressão alta também pode aumentar o risco de infarto (ataque cardíaco). Se a pressão arterial for controlada, esses problemas podem não ocorrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.

    Apresentação do medicamento

    Formatos e embalagens

    Comprimido.

    Embalagens contendo 30 comprimidos de 5 mg ou 10 mg.

    Uso

    Administração via oral.

    Indicado apenas ao uso adulto.

    Composição

    Versão 5 mg

    Cada comprimido de 5 mg contém:

    Besilato de anlodipino (equivalente a 5 mg de anlodipino) → 6,94 mg.

    Excipientes em 1 comprimido → Celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico e estearato de magnésio.

    Versão 10 mg

    Cada comprimido de 10 mg contém:

    Besilato de anlodipino (equivalente a 10 mg de anlodipino) → 13,89 mg.

    Excipientes em 1 comprimido → Celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico e estearato de magnésio.

    Contraindicações

    Não use Amlocor se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula.

    *O besilato de anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

    Advertências e precauções

    Insuficiência cardíaca

    Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

    Insuficiência hepática

    Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

    Interferência na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

    É improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Uso durante a gravidez e amamentação

    A segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.

    Não utilize este medicamento durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

    ATENÇÃO: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista!

    Via de administração

    Utilize o medicamento apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.

    Interações medicamentosas

    O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual) (medicamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).

    Foi demonstrado em estudos que a substância ativa deste medicamento não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina às proteínas sanguíneas.

    A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize o besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas do mesmo aumentaram a exposição à sinvastatina.

    A administração do medicamento com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendado uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

    A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com este medicamento. Da mesma forma, o fármaco não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

    A administração deste medicamento em associação com medicamentos inibidores (ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (ex.: rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela e sob monitoramento médico.Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino.

    Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com Amlocor. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração deste fármaco em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

    Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo e everolimo são substratos da CYP3A. O besilato de anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o besilato de anlodipino pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR.

    A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

    Interação medicamento - exames laboratoriais

    A interação com exames laboratoriais é desconhecida.

    ATENÇÃO: Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde!

    Reações adversas

    O Amlocor é bem tolerado. Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram:

    Distúrbios do sistema nervoso

    Dores de cabeça, tontura, sonolência.

    Distúrbios cardíacos

    Palpitações.

    Distúrbios vasculares

    Rubor (vermelhidão).

    Distúrbios gastrintestinais

    Dor abdominal, náusea (enjoo).

    Distúrbios gerais e condições do local de administração

    Edema (inchaço), fadiga (cansaço).

    Nestes estudos clínicos (descritos acima) não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

    Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

    Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático

    Leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas).

    Distúrbios do metabolismo e nutrição

    Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

    Distúrbios psiquiátricos

    Insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

    Distúrbios do sistema nervoso

    Hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor e transtorno extrapiramidal.

    Distúrbios visuais

    Deficiência visual.

    Distúrbios do ouvido e labirinto

    Tinido (zumbido no ouvido).

    Distúrbios vasculares

    Hipotensão (pressão baixa) e vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

    Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinal

    Tosse, dispneia (falta de ar) e rinite (inflamação da mucosa nasal).

    Distúrbios gastrintestinais

    Mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas) e vômito.

    Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo

    Alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/ transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele) e descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

    Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

    Artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares e mialgia (dor muscular).

    Distúrbios renais e urinários

    Poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários e noctúria (aumento da frequência urinária à noite).

    Distúrbios do sistema reprodutivo e mamas

    Ginecomastia (aumento da mama em homens) e disfunção erétil (impotência).

    Distúrbios gerais e condições do local de administração

    Astenia (fraqueza), mal-estar, dor.

    Investigações

    Aumento/redução de peso.

    Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

    Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao princípio ativo besilato de anlodipino.

    O anlodipino, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados: infarto do miocárdio, arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

    Caso você esteja sentindo algum dos sintomas citados anteriormente, encontre um médico para tratar adequadamente do seu problema de saúde aqui.

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