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    Ampicilina: conheça a ação deste antibiótico!

    Ampicilina: conheça a ação deste antibiótico!

    A ampicilina é um antibiótico derivado das penicilinas que provoca a morte dos microrganismos sensíveis. Sua ação inicia-se minutos após a administração de uma dose, mantendo-se adequada por 6 horas ou mais. Este medicamento está indicado no tratamento de diversas infecções causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento.

    • Koide D

      Koide D

      2 apresentações
      R$ 26,90
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    Indicações

    Este medicamento está indicado no tratamento de diversas infecções causadas por microorganismos sensíveis à substância ativa. São elas:

    • Infecções do trato urinário (infecções urinárias);

    • Infecções do trato respiratório (amigdalites, sinusites, pneumonias);

    • Infecções do trato digestivo e biliar (infecções intestinais e da vesícula biliar);

    • Infecções localizadas ou sistêmicas (generalizadas), especialmente as causadas por germes do grupo Enterococos, Haemophilus, Proteus, Salmonella e E. coli;

    • Infecções bucais, extrações dentárias infectadas e outras intervenções cirúrgicas.

    Apresentação do medicamento

    Formato e embalagens

    Cápsulas de 500 mg – Embalagem contendo 10 cápsulas.

    Uso

    Administração via oral.

    Indicado apenas ao uso adulto.

    Composição

    Cada cápsula contém:

    Ampicilina anidra → 500 mg.

    Excipientes em 1 cápsula → Estearato de magnésio, talco, celulose microcristalina e croscarmelose sódica.

    Contraindicações

    Este medicamento é contraindicado para pacientes com história de reações de hipersensibilidade (alergia) às penicilinas (classe de antibióticos onde a substância ativa do medicamento se enquadra) e/ou demais componentes da formulação.

    Também não deve ser administrado a pacientes sensíveis às cefalosporinas (outra classe de antibióticos) devido à ocorrência de reação alérgica cruzada.

    Gravidez

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Advertências e precauções

    Recomenda-se a realização de testes antes do início do tratamento com antibióticos, para determinar os microrganismos causadores da infecção (culturas) e provas de sensibilidade destes microorganismos contra o antibiótico, no caso o antibiograma. Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames.

    Reações de hipersensibilidade (alergia) sérias e ocasionalmente fatais foram registradas em pacientes sob tratamento com penicilinas (classe de antibióticos da ampicilina). Ainda que o risco seja maior na terapêutica injetável, há casos relatados na administração oral de penicilinas. Os indivíduos com tendência a desenvolver quadros alérgicos por vários fatores e com maior frequência são mais susceptíveis a estas reações. Histórico de alergias prévias, tanto a medicamentos, como a outros tipos de substâncias deve ser considerado antes do início do tratamento com ampicilina. Caso ocorram reações alérgicas, o paciente deve procurar imediatamente o médico para iniciar o tratamento adequado e a interrupção do uso do medicamento deve ser considerado. Reações anafiláticas (alérgicas) intensas requerem tratamento de emergência em unidades médicas especializadas.

    Quando este medicamento for utilizado por tempo prolongado, existe a possibilidade de se desenvolver quadros infecciosos graves por fungos ou mesmo bactérias, portanto estes tratamentos devem ser avaliados criteriosamente.

    Sugere-se maior espaçamento das doses (a cada 12 ou 16 horas) para o tratamento de infecções sistêmicas (generalizadas).

    Nos portadores de insuficiência grave dos rins, pode haver acúmulo de ampicilina. Seu médico deve ser comunicado se você for portador de mau funcionamento dos rins.

    Exames laboratoriais

    Assim como para qualquer fármaco (princípio ativo) potente, avaliações periódicas das funções renal (dos rins), hepática (do fígado) e análises das células sanguíneas podem ser indicadas, especialmente durante tratamentos prolongados. Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames.

    Uso durante a gravidez

    ATENÇÃO: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista!

    Uso durante a amamentação

    Pequenas concentrações da substância ativa foram detectadas no leite materno. Os efeitos para o lactente, caso existam, não são conhecidos. Este medicamento deve ser administrado com cautela para mulheres que estão em fase de amamentação.

    Interferência na habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas

    Não há evidências de que este medicamento diminua a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.

    Pacientes idosos

    Devem ser seguidas as orientações gerais descritas anteriormente.

    Interações medicamentosas

    Alopurinol (medicamento usado para pacientes com aumento do ácido úrico no sangue)

    Esta associação parece predispor ao desenvolvimento de erupções cutâneas (lesões na pele) induzidas pela substância ativa do medicamento.

    Contraceptivos orais (anticoncepcionais)

    Há casos isolados de irregularidade menstrual e gravidez não planejada em pacientes em uso de contraceptivos orais associados à ampicilina.

    Probenecida

    Diminui a taxa de eliminação das penicilinas, prolongando e aumentando os seus níveis no sangue.

    Interação medicamento - alimento

    A ingestão de ampicilina com alimentos deve ser evitada, pois estes dificultam a sua absorção.

    Interações com testes de laboratórios

    As penicilinas podem interferir com a medida da glicosúria (açúcar na urina), ocasionando falsos resultados de acréscimo ou diminuição, dependendo do método de análise utilizado.

    ATENÇÃO: Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde!

    Reações adversas

    Assim como com outras penicilinas, a maioria das reações adversas estão essencialmente limitadas a reações alérgicas. Estas ocorrem com maior probabilidade em indivíduos que demonstraram reações prévias de alergia a penicilinas, ou naqueles com história de alergia, asma, febre do feno (alergia ao pólen de algumas plantas) ou urticária (coceira).

    Podem ser atribuídas ao uso deste medicamento as seguintes reações adversas:

    Reações comuns (>1/100 e <1/10)

    • Sistema Nervoso Central → Dor de cabeça;

    • Sistema digestivo → Estomatite (feridas que podem atingir desde a cavidade oral até o estômago) por Cândida (um tipo de fungo), náusea, vômito, diarreia;

    • Sistema geniturinário → Vulvovaginite (inflamação da vulva e vagina) por Cândida.

    Reações incomuns (>1/1000 e <1/100)

    • Sistema cardiovascular → Hipotensão arterial (pressão baixa);

    • Pele → Vermelhidão na pele, urticária (coceira), dermatite esfoliativa (descamação da pele);

    • Equilíbrio hidroeletrolítico → Inchaço;

    • Sistema respiratório → Falta de ar;

    • Sistema digestivo → Dor na região do estômago.

    Reações raras (>1/10000 e < 1/1000)

    • Sistema circulatório → Trombose venosa (oclusão total ou parcial de uma veia), tromboflebite (trombose com inflamação);
    • Sistema digestivo → Doença do fígado, aumento das enzimas produzidas pelo fígado, colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso pela bactéria Clostridium difficile);
    • Sistema geniturinário → Nefrite intersticial (inflamação do tecido dos rins), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins), cristalúria (formação de cristais na urina);
    • Pele → Necrose epidérmica tóxica (doença grave em que a camada superficial da pele se solta), eritema multiforme (inflamação da pele, caracterizada por lesões avermelhadas, vesículas e bolhas), síndrome de Stevens-johnson (forma grave, às vezes fatal, do eritema multiforme);
    • Sistema nervoso central → Confusão mental sem outra especificação, convulsões, febre;
    • Equilíbrio hidroeletrolítico → Hipopotassemia (baixos níveis de potássio no sangue);
    • Hematológicas e linfáticas (alterações sanguíneas) → Anemia e diminuição isolada dos elementos sanguíneos, como plaquetas e glóbulos brancos, têm sido ocasionalmente relatadas durante a terapêutica com penicilinas. Estas reações são usualmente reversíveis com interrupção do tratamento, e acredita-se serem fenômenos alérgicos;
    • Imunológicas → Anafilaxia (reação alérgica grave);
    • Osteomuscular → Exacerbação da miastenia gravis (doença rara que afeta os músculos).

    Caso você esteja sentindo algum dos sintomas citados anteriormente, encontre um médico para tratar adequadamente do seu problema de saúde aqui.

    Superdose

    As penicilinas não são muito tóxicas ao homem. Mesmo que em altas doses, é improvável que ocorram efeitos tóxicos graves.

    Pacientes com doença nos rins são mais propensos a alcançar níveis sanguíneos tóxicos. A ampicilina pode ser removida por hemodiálise.

    Não havendo antídoto específico, o tratamento, quando necessário, deve ser de suporte. Portanto, deve-se procurar atendimento médico caso ocorra ingestão de altas doses deste medicamento.

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 (Disk Intoxicação da Anvisa), se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

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