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    Arritmia cardíaca: saiba as causas deste distúrbio!

    Arritmia cardíaca: saiba as causas deste distúrbio!

    A arritmia cardíaca é um distúrbio do coração que afeta a frequência ou ritmo em que o coração bate. Essa doença pode ocorrer quando os impulsos elétricos – que direcionam e regulam os batimentos cardíacos – não funcionam adequadamente. Fazendo com que o coração bata mais rapidamente (taquicardia), mais lentamente (bradicardia), muito cedo (contração prematura) ou de forma muito errônea (fibrilação).

    As arritmias são comuns e geralmente inofensivas, mas algumas podem se tornar muito problemáticas. Quando uma arritmia interfere com o fluxo sanguíneo do corpo, pode danificar o cérebro, os pulmões e outros órgãos vitais. Se não for tratada, essas arritmias podem ser até mesmo fatais.

    Você Sabia? O coração pode bater mais de 100.000 vezes por dia!


    O que é

    A arritmia cardíaca pertence ao grupo de condições em que o batimento cardíaco se encontra irregular, muito rápido ou muito lento. Muitos tipos de arritmia não manifestam nenhum sintoma, e quanto eles estão presentes, podemos observar palpitações ou sentir uma pausa entre os batimentos.

    Quando o caso é mais grave, os sintomas podem incluir uma falta de ar, dor torácica, tontura e até desmaio. Embora muitas arritmias não sejam graves, alguns tipos podem apresentar complicações, como acidentes vasculares cerebrais ou insuficiência cardíaca, enquanto outras causam paragens cardiorrespiratórias.


    Causas

    Em condições normais, o coração pode bater entre 60 e 100 vezes por minuto. Em pessoas que se exercitam rotineiramente ou que recebem medicamentos para diminuir o ritmo cardíaco, a frequência pode cair para 55 batimentos por minuto.

    Se sua frequência cardíaca for rápida (mais de 100 batimentos por minuto), essa condição é chamada de taquicardia. A frequência lenta é chamada de bradicardia.

    As causas de uma possível arritmia cardíaca podem incluir anemia, tireoide muito ativa, ventilação excessiva, exercícios, ansiedade, uso de pílulas para emagrecer, estresse, febre, medo, baixos níveis de oxigênio no sangue ou doença de válvula cardíaca.


    Tipos de arritmia

    Bradicardia

    Esse tipo de arritmia cardíaca ocorre quando o batimento é lento – definido por uma frequência em repouso de menos de 60 batimentos por minuto. Nem todas as bradicardias são um problema – muitos atletas e pessoas fisicamente em forma possuem essa condição.

    Suas frequências cardíacas em repouso podem ser inferiores a 60 batimentos por minuto porque seus corações são mais eficientes e podem bombear sangue adequado com menos batimentos. No entanto, uma frequência cardíaca baixa pode significar que seu coração não bate com frequência suficiente para garantir o fluxo sanguíneo adequado em todo o corpo. Há pelo menos dois tipos de bradicardias:

    - Bloqueio de condução: é quando as vias elétricas do seu coração estiverem bloqueadas, fazendo as câmaras do coração podem se contraírem lentamente ou não. Um bloqueio pode ocorrer em qualquer lugar ao longo das vias elétricas do coração - entre o nó sinusal e o nó atrioventricular, ou então entre o nó atrioventricular e os ventrículos. Pode não haver sinais desses bloqueios além dos batimentos cardíacos ignorados ou retardados.

    - Seio doente: quando o nodo sinusal é responsável por determinar o ritmo do coração. Se não estiver enviando impulsos elétricos corretamente, o coração pode bombear muito devagar ou irregularmente. Cicatrizes próximas ao nó sinusal causadas por doenças cardíacas ou por um ataque cardíaco também podem retardar ou bloquear os impulsos elétricos enquanto eles tentam atravessar o coração.

    Taquicardia

    Quando há a presença do batimento cardíaco acelerado. Sua frequência é definida em repouso de mais de 100 batimentos por minuto. Os dois tipos mais comuns de taquicardia são os supraventriculares e os ventriculares.

    - Supraventricular: é qualquer arritmia cardíaca que comece acima do ventrículo. Geralmente são identificados pela explosão de batimentos cardíacos rápidos que podem ser crônicos ou começar e terminar de súbito – elas podem durar segundos ou várias horas, fazendo o coração bater mais de 160 vezes por minuto. Esse tipo pode incluir fibrilação atrial ou tremor atrial.

    A fibrilação atrial é quando o átrio bate muito rapidamente – entre 240 a 350 batimentos por minuto. Os átrios se movem muito rapidamente e não conseguem se contrair completamente. Por conta disso, eles começam a fibrilar, causando desconforto. Essa condição acomete mais pacientes de idade avançada – se não for tratada corretamente, pode causar um derrame.

    O tremor atrial é quando os batimentos são mais rítmicos e constantes. Mas mesmo assim, ele pode ir e vir em rajadas repentinas, podendo até mesmo ser fatal. Esse tipo de arritmia ocorre em pessoas que já possuem uma doença cardíaca – e também pode aparecer nas primeiras semanas após uma cirurgia cardíaca.

    - Ventricular: é quando a arritmia cardíaca começa nos ventrículos do coração. A maioria ocorre em pessoas com problemas cardíacos ou problemas relacionados ao coração. É frequentemente causada por impulsos elétricos que percorrem uma parte marcada do músculo do coração – causando a contração dos ventrículos mais de 200 vezes por minuto. Quando não é tratada adequadamente, pode-se desenvolver para algo mais grave, como a fibrilação ventricular.

    A fibrilação ventricular pode ter sinais como batimentos cardíacos súbitos, irregulares, caóticos e rápidos no ventrículo. Esses impulsos elétricos erráticos, as vezes desencadeados por um ataque cardíaco, podem fazer os ventrículos do coração tremem. Sendo assim, os ventrículos não conseguem bombear sangue para o corpo, e a frequência cardíaca pode cair rapidamente. Essa condição é uma das principais causas da parada cardíaca súbita.


    Dicas

    · Evite tomar café em excesso;

    · Beba bastante líquido (água, chás ou sucos naturais);

    · Não faça uso de drogas;

    · Procure se alimentar bem, de preferência alimentos saudáveis;

    · Evite alimentos muito gordurosos;

    · Evite fumar ou ficar em recintos onde estejam fumando.


    Tratamento

    O mais recomendado, caso esteja sentindo os sintomas e incômodos destacados ao longo do texto, é procurar um médico especializado para um melhor diagnóstico e tratamento da doença. Pois pode se tratar de algo grave, com uma possibilidade alta de agravamento no futuro.

    E lembre-se, nunca se automedique sem a prescrição de um profissional da área da saúde, isso pode trazer males para sua saúde e prejudicar ainda mais as condições de sua enfermidade!

    Busque pelo médico que melhor atende sua arritmia cardíaca ou qualquer outro sintoma que esteja te perturbando aqui.


    Remédios recomendados

    - Ancoron: Esse medicamento é indicado para os seguintes casos Distúrbios graves do ritmo cardíaco, inclusive aqueles resistentes a outras terapêuticas; Taquicardia ventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos ventrículos do coração); Taquicardia supraventricular sintomática e etc.

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    - Atenolol: O medicamento em destaque é indicado para o controle da hipertensão arterial (pressão alta), controle da angina pectoris (dor no peito ao esforço), controle de arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e tratamento precoce e tardio após infarto do miocárdio.

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    - Cloridrato de Satolol: O cloridrato de sotalol é indicado no tratamento e controle de arritmias cardíacas, em todos os casos de angina pectoris (dor no peito), no pós-infarto do miocárdio.

    - Digoxina teuto: Esse medicamento é indicado no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva quando o problema dominante é a disfunção sistólica. Nesse caso, o benefício terapêutico é maior nos pacientes com dilatação ventricular. também é indicada no tratamento de certas arritmias supraventriculares, particularmente fibrilação ou flutter atrial crônicos.

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