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    Baclon: saiba mais sobre este relaxante muscular!

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    Baclon é um relaxante muscular que, embora não seja anti-inflamatório, permite aliviar a dor nos músculos e melhorar o movimento, facilitando a realização das tarefas diárias em casos de esclerose múltipla, mielite, paraplegia ou pós-AVC, por exemplo. Seu princípio ativo é o Baclofeno.

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    O que é

    É usado para reduzir e aliviar a rigidez excessiva e/ou espasmos nos músculos que podem ocorrer em várias condições tais como a esclerose múltipla, doenças ou lesões na medula óssea, e certas doenças cerebrais. Além disso, por ajudar a aliviar a dor é muito utilizado antes das sessões de fisioterapia para reduzir o desconforto.

    Este remédio funciona por imitar a função de um neurotransmissor conhecido como GABA, que tem a ação de bloquear os nervos que controlam a contração dos músculos. Assim, ao tomar o Baclofeno, esses nervos ficam menos ativos e os músculos acabam relaxando ao invés de contrair.

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    Interações medicamentosas

    Levodopa/ inibidores da Dopa Descarboxilase (DDC) (Carbidopa):

    Em pacientes com doença de Parkinson recebendo tratamento com baclofeno e levodopa (sozinho ou em combinação com inibidor da DDC, carbidopa), existem relatos de confusão mental, alucinações, dores de cabeça, náusea e agitação.

    Agravamento dos sintomas do parkinsonismo também foi relatado. Portanto, recomenda-se precaução durante a administração concomitante de baclofeno e levodopa/carbidopa.

    Medicamentos que causam depressão do Sistema Nervoso Central:

    Pode ocorrer aumento da sedação quando baclofeno é administrado concomitantemente com outros fármacos que causam depressão do SNC, incluindo outros relaxantes musculares (como tizanidina), com opiáceos sintéticos ou com álcool.

    O risco de depressão respiratória também fica aumentado. Adicionalmente, foi relatada hipotensão com o uso concomitante de morfina e baclofeno intratecal. A monitoração cuidadosa da função respiratória e cardiovascular é essencial, especialmente em pacientes com doença cardiopulmonar e fraqueza dos músculos respiratórios.

    Antidepressivos:

    Durante o tratamento concomitante com antidepressivos tricíclicos, o efeito de baclofeno pode ser potencializado, resultando em hipotonia muscular pronunciada.

    Lítio:

    O uso concomitante de baclofeno e lítio resultou em agravamento dos sintomas hipercinéticos. Portanto, recomenda-se precaução quando baclofeno é utilizado concomitantemente com lítio.

    Anti-hipertensivos:

    Uma vez que o tratamento concomitante com anti-hipertensivos pode resultar em aumento na queda da pressão arterial, a dose do anti-hipertensivo deve ser adequadamente ajustada.

    Agentes que provocam redução da função renal:

    Medicamentos que possam impactar significativamente a função renal podem reduzir a excreção de baclofeno podendo causar toxicidade.


    Nomes comerciais

    Este medicamento pode ser encontrado sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    • Baclofen;

    • Lioresal.


    Formas de tomar

    Instruções de uso:

    Baclon deve ser tomado por via oral durante as refeições com um pouco de líquido.

    Posologia:

    O tratamento deve sempre ser iniciado com baixas doses que são gradualmente elevadas até que se atinja a dose diária ótima. É recomendada a menor dose compatível com uma resposta ótima. Esta dose deve ser individualizada, de modo que clônus, espasmos flexores e extensores e a espasticidade sejam reduzidos, mas que efeitos adversos sejam evitados o quanto for possível. De modo a prevenir excessiva fraqueza muscular e quedas, este fármaco deve ser usado com cautela quando espasticidade é necessária para sustentar a postura vertical e balanço na locomoção ou sempre que espasticidade é utilizada para manter funções. Pode ser importante manter certo grau de tônus muscular e permitir espasmos ocasionais para suporte da função circulatória.

    • Adultos:

    O tratamento deve ser iniciado com dose de 15 mg ao dia, preferencialmente dividida em 2 a 4 doses. A dose deve ser aumentada cautelosamente por incrementos de 15 mg/dia, a intervalos de três dias, em 15 mg/dia três vezes ao dia até que a dose diária necessária seja atingida.

    Em certos pacientes sensíveis ao medicamento, é aconselhável iniciar com dose diária mais baixa (5 ou 10 mg) e elevá-la de maneira mais gradual. A dose ótima geralmente varia entre 30 e 80 mg/dia, embora em pacientes hospitalizados doses diárias entre 100 a 120 mg podem ser administradas em pacientes cuidadosamente monitorados em ambiente hospitalar.

    • Insuficiência renal:

    Em pacientes com insuficiência renal, o fármaco em destaque deve ser administrado com cautela e em doses mais baixas. Em pacientes submetidos à hemodiálise crônica, as concentrações plasmáticas de baclofeno são elevadas e, por este motivo, deve ser selecionada uma dosagem particularmente baixa, como por exemplo, aproximadamente 5 mg ao dia.

    Em pacientes com insuficiência renal em fase terminal, Baclon deve ser administrado apenas se o benefício esperado for superior ao potencial risco. Estes pacientes devem ser cuidadosamente monitorados para diagnóstico imediato de sinais precoces e/ou sintomas de toxicidade (por exemplo, sonolência e letargia).

    • Insuficiência hepática:

    Não foram realizados estudos em pacientes com insuficiência hepática em tratamento com baclofeno. O fígado não desempenha um papel significativo no metabolismo do baclofeno após a administração oral de Baclon. No entanto, baclofeno tem o potencial de elevar as enzimas hepáticas. Este remédio deve ser prescrito com precaução em pacientes com insuficiência hepática.

    • Pacientes geriátricos (65 anos ou mais):

    Uma vez que a ocorrência de reações adversas é mais provável em pacientes idosos, recomenda-se nestes casos uma programação cuidadosa das doses e manutenção de vigilância apropriada.

    • Pacientes com estados espásticos de origem cerebral:

    Uma vez que a ocorrência de reações adversas é mais provável em pacientes com estados espásticos de origem cerebral, recomenda-se nestes casos uma programação cuidadosa das doses e manutenção de vigilância apropriada.


    Efeitos colaterais

    O Baclon pode causar alguns efeitos colaterais, os mais comuns são:

    Normalmente estes efeitos são leves e desaparecem alguns dias após o início do tratamento.

    Consulte um médico se algum destes sintomas for grave e/ou não desaparecer.


    Gravidez

    Você não deve usar este fármaco se estiver grávida a menos que seu médico aconselhe você a tomá-lo. Seu médico discutirá com você o potencial risco de tomar baclofeno durante a gravidez. Se você tiver que tomar durante a gravidez, seu bebê pode ter convulsões e outros sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento logo após o parto.

    Apenas uma pequena quantidade da substância ativa deste fármaco pode passar para o leite materno. Contanto que seu bebê seja monitorado e seu médico concorde com o uso, você poderá amamentar.


    Contraindicações

    O uso deste medicamento é contraindicado se você é alérgico (hipersensível) ao medicamento ou aos demais componentes da formulação listados no início da bula.