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    Biconcor: controle sua hipertensão adequadamente!

    Biconcor: controle sua hipertensão adequadamente!

    O medicamento biconcor é indicado para o tratamento de pressão alta!

    • Proctosan Pomada 20 G 1 Aplicadores

      Proctosan Pomada 20 G 1 Aplicadores

      1 apresentações
      R$ 11,62
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    O que é

    Com uma associação poderosa do bisoprolol e hidroclorotiazida, o medicamento biconcor ajuda a abaixar a pressão sanguínea com eficácia.

    A substância do bisoprolol é considerado um medicamento betabloqueador – sendo muito requisitado para abaixar a pressão sanguínea. Enquanto isso, a hidroclorotiazida é um diurético que ajuda também na mesma causa, uma vez que aumento a quantidade de sal e água que se perde pela urina – o que acaba tornando biconcor um ótimo medicamento para o tratamento desse incômodo.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo aqui!

    Interações medicamentosas

    Medicamento – Medicamento

    Lítio

    Este medicamento pode intensificar os efeitos cardiotóxico e neurotóxico do lítio através da redução da excreção do mesmo.

    Antagonistas de cálcio do tipo verapamil e, num menor grau, do tipo diltiazem

    Influência negativa na contratilidade e na condução atrioventricular. A administração intravenosa de verapamil em pacientes sob tratamento com betabloqueadores pode levar à hipotensão profunda e bloqueio atrioventricular.

    Agentes anti-hipertensivos com ação central (como clonidina, metildopa, moxonodina, rilmenidina)

    O uso concomitante pode levar a uma redução da frequência cardíaca e do débito cardíaco, assim como à vasodilatação. A retirada abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do betabloqueador, pode aumentar o risco de “hipertensão de rebote”.

    Associações a serem empregadas com cautela

    Antagonistas de cálcio do tipo di-hidropiridinas (como nifedipino, anlodipino)

    O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão. Não se pode excluir um aumento do risco de deterioração da função de bombeamento ventricular em pacientes com insuficiência cardíaca.

    Agentes anti-hipertensivos

    O uso concomitante com medicamentos anti-hipertensivos, bem como com outros fármacos com potencial para redução da pressão arterial (como antidepressivos tricíclicos, barbitúricos, fenotiazinas), pode aumentar o risco de hipotensão.

    Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA) (como captopril, enalapril), antagonistas de angiotensina II

    Risco de queda acentuada da pressão arterial e/ou insuficiência renal aguda durante o início de tratamento com inibidores da ECA em pacientes com depleção de sódio pré-existente (particularmente em pacientes com estenose da artéria renal). Caso a terapia diurética anterior tenha produzido depleção de sódio, deve-se interromper o diurético três dias antes de se iniciar o tratamento com inibidores da ECA ou iniciar o tratamento com inibidores da ECA em baixas doses.

    Antiarrítmicos classe I (como quinidina, disopiramida, lidocaína, fenitoína, flecainida, propafenona)

    O efeito sobre o tempo de condução atrioventricular pode ser potencializado e o efeito inotrópico negativo aumentado.

    Agentes antiarrítmicos classe III (como amiodarona)

    O efeito sobre o tempo de condução atrioventricular pode ser potencializado.

    Agentes antiarrítmicos que podem induzirtorsade de pointes (Classe IA, como quinidina, hidroquinidina, disopiramida, e Classe III, como. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida)

    A hipopotassemia pode facilitar a ocorrência de torsades de pointes.

    Agentes não antiarrítmicos que podem induzir torsade de pointes (como astemizol, eritromicina iv, halofantrina, pentamidina, esparfloxacino, terfenadina, vincamina)

    A hipopotassemia pode facilitar a ocorrência detorsade de pointes.

    Agentes parassimpatomiméticos

    O uso concomitante pode aumentar o efeito sobre o tempo de condução atrioventricular e o risco de bradicardia.

    Betabloqueadores tópicos (como colírios para tratamento de glaucoma)

    Podem aumentar os efeitos sistêmicos do bisoprolol.

    Insulina e antidiabéticos orais

    Aumento do efeito hipoglicemiante. O bloqueio dos beta-adrenoreceptores pode mascarar os sintomas de hipoglicemia.

    Anestésicos

    Atenuação da taquicardia reflexa e aumento do risco de hipotensão.

    Glicosídeos cardíacos (digitálicos)

    Aumento no tempo de condução atrioventricular, redução da freqüência cardíaca. Se ocorrer hipopotassemia e/ou hipomagnesemia durante o tratamento com este medicamento, o miocárdio pode demonstrar sensibilidade aumentada aos glicosídeos cardíacos, levando a um efeito aumentado e a eventos adversos dos glicosídeos.

    Anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs)

    Podem reduzir o efeito hipotensor. Em pacientes que desenvolvem hipovolemia, a administração concomitante de AINEs pode desencadear insuficiência renal aguda.

    Agentes beta-simpatomiméticos como isoprenalina, dobutamina)

    A associação com o bisoprolol pode reduzir o efeito de ambos os fármacos.

    Agentes simpaticomiméticos que ativam adrenorreceptores alfa e beta (como norepinefrina, epinefrina)

    A associação de bisoprolol pode desmascarar os efeitos vasoconstritores mediados pelos alfa-adrenorreceptores destes medicamentos, ocasionando aumento da pressão arterial e exacerbação da claudicação intermitente. Tais interações são consideradas mais prováveis com betabloqueadores não seletivos.

    Medicamentos espoliadores de potássio (ex.: corticosteroides, ACTH-hormônio adrenocorticotrópico, carbenoxolona, anfotericina B, furosemida, laxantes)

    O uso concomitante pode resultar no aumento da perda de potássio.

    Metildopa

    Hemólise devido à formação de anticorpos para hidroclorotiazida foi descrita em casos isolados.

    Agentes redutores de ácido úrico

    Seus efeitos podem ser atenuados com administração concomitante deste medicamento.

    Colestiramina, colestipol

    Reduzem a absorção da hidroclorotiazida.

    Associações a serem consideradas

    Mefloquina

    Aumento do risco de bradicardia.

    Inibidores de monoamina oxidase (exceto inibidores MAO-B)

    Podem potencializar o efeito hipotensivo dos betabloqueadores mas também o risco de crise hipertensiva.

    Corticosteroides

    Efeito anti-hipertensivo reduzido (retenção de água e sódio induzida por corticosteroides).

    Rifampicina

    Redução leve da meia-vida do bisoprolol possivelmente devida à indução de enzimas hepáticas que metabolizam o medicamento. Normalmente não há necessidade de ajuste da dose.

    Derivados da ergotamina

    Exacerbação dos distúrbios circulatórios periféricos.

    Salicilatos

    Na administração de altas doses de salicilatos, o efeito tóxico dos salicilatos no sistema nervoso central pode ser intensificado.

    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    Concor HCT.

    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do quadro clínico do paciente:

    Recomenda-se uma dose usual de 1 comprimido de biconcor de 2,5 mg ou 6,25 mg – administrado uma vez o dia. Se o efeito for insuficiente, a dose pode aumentar para 5 mg ou 6,25 mg e 10 ou 6,25 mg ao dia – dependendo da recomendação e prescrição médica.

    Efeitos colaterais

    Os efeitos colaterais mais comuns por conta da administração de biconcor incluem sintomas de diarreia, vômitos, prisão de ventre, dormência nas mãos ou pés, cansaço, tontura, dor de cabeça e problemas de estômago.

    Já os sintomas mais incomuns incluem depressão, perda de apetite, fraqueza muscular, arritmia cardíaca, agravamento da insuficiência cardíaca, pressão baixa ao sentar, perturbação do sono, problemas respiratórios dores abdominais, aumento dos níveis de creatinina ou ureia no sangue e aumento dos níveis de açúcar na urina.

    Contraindicações

    O medicamento biconcor é contraindicado para pacientes que possuem hipersensibilidade ao seu princípio ativo, a outras tiazidas, sulfonamidas ou qualquer outro componente presente na fórmula do produto.

    Além disso, biconcor não deve ser utilizado por pacientes com asma brônquica grave; insuficiência cardíaca aguda ou durante episódios de insuficiência cardíaca descompensada que requeiram tratamento intravenoso com medicamento que aumentem a força de contração do coração; bradicardia sintomática; problemas graves dos rins ou fígado; hipopotassemia refratária; problemas graves da circulação sanguínea dos membros; choque cardiogênico; bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro grau, bloqueio sinoatrial; síndrome do nó sinusal; tumor raro da glândula suprarrenal não tratado; acidose metabólica resultante de doenças graves; crianças de qualquer idade.