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    Bortezomibe: tudo sobre este fármaco!

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    Bortezomibe é um medicamento utilizado para tratar alguns tipos de câncer.

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    • Cloridrato De Ciprofloxacino

      Cloridrato De Ciprofloxacino

      24 apresentações
      R$ 5,50
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    O que é

    É usado para tratar mieloma múltiplo, principalmente aqueles não receberam tratamento prévio e impossibilitados de receberem tratamento com alta dose de quimioterapia e transplante de medula óssea, nesses pacientes, é utilizado em combinação com melfalana e prednisona ou pacientes que receberam pelo menos um tratamento anterior.

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    Interações medicamentosas

    Estudos in vitro e ex vivo em animais indicam que este medicamento é um inibidor fraco das isoenzimas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4 do citocromo P450. Baseado na ação limitada (7%) do CYP2D6 sobre o metabolismo deste medicamento, não é esperado que o CYP2D6 afete a disposição global do medicamento em destaque.

    Um estudo de interação medicamentosa avaliando o efeito de cetoconazol, potente inibidor do CYP3A4, na farmacocinética deste fármaco, demonstrou aumento na média de AUC de Bortezomibe 35%, baseado em dados de 12 pacientes. Portanto, os pacientes devem ser monitorados quando ocorrer administração concomitante com potentes inibidores do CYP3A4 (como por exemplo: cetoconazol e ritonavir).

    Em um estudo de interação medicamentosa avaliando o efeito do omeprazol, potente inibidor do CYP2C19, na farmacocinética de Bortezomibe, não foi demonstrada alteração significativa na farmacocinética deste fármaco, baseado em dados provenientes de 17 pacientes.

    Um estudo de interação medicamentosa avaliando o efeito de rifampicina, um potente indutor do CYP3A4, na farmacocinética do medicamento em destaque demonstrou uma redução média de AUC de 45%, baseado nos dados obtidos de 6 pacientes.

    Portanto, o uso concomitante com indutores potentes do CYP3A4 não é recomendado, já que a eficácia pode ser reduzida. Exemplos de indutores do CYP3A4 são rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e Erva-de-São-João. No mesmo estudo de interação medicamentosa, foi avaliado o efeito de dexametasona, um indutor fraco de CYP3A4. Baseado nos dados obtidos de 7 pacientes, não houve efeito significativo na farmacocinética deste fármaco.

    Um estudo de interação medicamentosa avaliando o efeito de melfalana-prednisona sobre o medicamento em destaque mostrou um aumento de 17% na AUC média baseado em dados de 21 pacientes. Isto não é considerado clinicamente relevante.

    Pacientes que estão recebendo tratamento concomitante com este medicamento e fármacos inibidores ou indutores da enzima 3A4 do citocromo P450 devem ser monitorados de perto no que se refere a sinais de toxicidade ou eficácia reduzida.

    Durante os estudos clínicos, foram relatadas hipoglicemia e hiperglicemia em pacientes diabéticos recebendo hipoglicemiantes orais. Pacientes em tratamento com agentes antidiabéticos orais e que recebem este medicamento podem necessitar monitoramento da glicemia e ajuste da dose da medicação antidiabética.

    Os pacientes devem ser orientados sobre o uso de medicações concomitantes que podem estar associadas à neuropatia periférica, tais como amiodarona, antivirais, isoniazida, nitrofurantoína ou estatinas, ou com redução da pressão arterial.


    Formas de tomar

    Instruções de uso:

    Este medicamento ode ser administrado por ambas as vias IV ou SC.

    Atenção: a via subcutânea somente pode ser utilizada para Bortezomibe.

    Para as diferentes vias de administração, diferentes volumes de solução de cloreto de sódio 0,9% são utilizados para reconstituir o medicamento. Após a reconstituição, a concentração por mL de solução para a administração subcutânea (2,5 mg/mL) é maior que a concentração para a administração intravenosa (1,0 mg/mL).

    Como cada via de administração tem diferentes concentrações da solução reconstituída, deve-se ter cuidado ao calcular o volume a ser administrado.

    A embalagem contém adesivos que sinalizam a via de administração a ser utilizada. Estes adesivos devem ser colados diretamente no frasco-ampola e na seringa de durante sua reconstituição com a finalidade de alertar o profissional de saúde quanto à correta via de administração.

    Posologia:

    Confira a posologia com detalhes aqui!


    Efeitos colaterais

    Este medicamento pode causar alguns efeitos colaterais, tais como:

    • Anemia;

    • Neutropenia;

    • Leucopenia;

    • Linfopenia;

    • Pancitopenia;

    • Arritmias;

    • Taquicardia;

    • Fibriliação atrial;

    • Palpitações;

    • Edema pulmonar;

    • “Flutter” atrial;

    • Bradicardia;

    • Distúrbios do ouvido e labirinto;

    • Audição prejudicada;

    • Visão turva;

    • Infecção e irritação conjuntiva;

    • Distúrbios gastrintestinais

    • Constipação;

    • Diarreia;

    • Náusea;

    • Vômito;

    • Dor gastrintestinal e abdominal, excluindo dor oral e na garganta;

    • Dispepsia;

    • Dor faringolaringeal;

    • Refluxo gastroesofágico;

    • Eructação;

    • Distensão abdominal;

    • Estomatite e ulceração da boca;

    • Disfagia;

    • Hemorragia gastrintestinal (trato gastrintestinal superior e inferior);

    • Hemorragia retal (incluindo diarreia hemorrágica);

    • Ulceração da língua;

    • Ânsia de vômito;

    • Hemorragia do trato gastrintestinal superior;

    • Hematemese;

    • Íleo paralítico;

    • Condições astênicas;

    • Fraqueza;

    • Fadiga;

    • Letargia;

    • Mal-estar;

    • Febre;

    • Rigidez;

    • Edema de extremidades inferiores;

    • Neuralgia;

    • Dor no peito;

    • Irritação e dor no local de administração;

    • Flebite no local de administração;

    • Distúrbios hepatobiliares;

    • Hiperbilirrubinemia;

    • Testes de função hepática anormais;

    • Hepatite;

    • Distúrbios do sistema imunológico;

    • Hipersensibilidade ao medicamento;

    • Infecção do trato respiratório superior;

    • Nasofaringite;

    • Pneumonia;

    • Herpes zoster (incluindo forma multidérmica ou disseminada);

    • Herpes simples;

    • Bronquite;

    • Neuralgia pós-herpética;

    • Sinusite;

    • Faringite;

    • Candidíase oral;

    • Infecção do trato urinário;

    • Gastroenterite;

    • Redução do apetite e anorexia;

    • Desidratação;

    • Hiperglicemia;

    • Hipoglicemia;

    • Hiponatremia;

    • Síndrome da lise tumoral;

    • Dor nos membros;

    • Mialgia;

    • Artralgia;

    • Neuropatia periférica;

    • Parestesia e disestesia;

    • Tontura, excluindo vertigem;

    • Cefaleia;

    • Disgeusia;

    • Insuficiência ou falência renal;

    • Hipotensão.

    Consulte um médico se algum destes sintomas for grave e/ou não desaparecer.


    Gravidez

    Mulheres em idade fértil devem evitar a gravidez durante o tratamento com este fármaco.

    Este medicamento não foi teratogênico em estudos pré-clínicos de toxicidade sobre o desenvolvimento em ratos e coelhos na maior dose testada [0,075 mg/kg (0,5 mg/m2) em ratos e 0,05 mg/kg (0,6 mg/m2) em coelhos] quando administrado durante a organogênese. Estas doses são aproximadamente a metade da dose clínica de 1,3 mg/m2 com base na área de superfície corporal.

    Não foram conduzidos estudos de transferência placentária de Bortezomibe. Não existem estudos controlados em mulheres grávidas. Se este fármaco for utilizado durante a gestação ou se a paciente engravidar durante o tratamento, ela deve ser informada sobre o potencial risco para o feto.

    As pacientes devem ser orientadas sobre o uso de medidas contraceptivas eficazes e para evitar a amamentação durante o tratamento .

    Ainda não existem dados sobre a excreção deste fármaco no leite humano. Uma vez que muitos fármacos são excretados no leite humano e devido ao potencial para reações adversas graves em lactentes devido a este medicamento, as mulheres devem ser alertadas para não amamentar durante o tratamento.


    Contraindicações

    O uso deste medicamento é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao Bortezomibe, boro ou manitol.