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    Brevibloc: para o controle da frequência ventricular!

    Brevibloc: para o controle da frequência ventricular!

    O medicamento brevibloc é indicado para o tratamento e controle rápido da frequência ventricular em pacientes com fibrilação atrial em circunstâncias pré-operatórias, pós-operatórias ou outras emergências.

    Além disso, ele também pode ser recomendado na taquicardia sinusal não-compensatória – com a qual, pelo critério médico, a frequência cardíaca acelerada necessite de uma intervenção específica.

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    O que é

    Brevibloc é um fármaco chamado de betabloqueador – pois impede ou reduz a ação da adrenalina produzida no organismo em situações de dor, estresse e procedimentos cirúrgicos.

    A adrenalina quando age no coração e nos vasos sanguíneos do corpo, faz a pressão arterial subir e acelera os batimentos cardíacos.

    Além disso, brevibloc também pode ser utilizado para baixar a pressão arterial, diminuir os batimentos cardíacos e tratar alguns tipos de arritmias.

    Este medicamento apresenta ação rápida e duração curta além de permitir um ajuste controlado da dose ao ser administrado na veia, ou seja, a dose é ajustada de acordo com a resposta clínica que o paciente apresentar garantindo maior segurança de uso em casos de reações adversas. Por isso, o medicamento é administrado em hospitais para que o profissional de saúde possa monitorar os sinais vitais e tratar uma situação emergencial.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo!


    Interações medicamentosas

    Medicamento – Medicamento

    Drogas que depletam catecolaminas, por exemplo, reserpina, podem ter um efeito aditivo quando administradas com agentes betabloqueadores. Pacientes tratados concomitantemente com Cloridrato de Esmolol e um depletor de catecolaminas devem, portanto, ser cuidadosamente observados quanto à evidência de hipotensão ou bradicardia acentuada, que pode resultar em vertigem, síncope ou hipotensão postural.

    Um estudo de interação entre Cloridrato de Esmolol e varfarina mostrou que a administração concomitante de Cloridrato de Esmolol e varfarina não altera os níveis plasmáticos de varfarina. Concentrações de Cloridrato de Esmolol foram equivocadamente maiores quando administradas com varfarina, mas isso não é provavelmente de importância clínica.

    Quando a digoxina e Cloridrato de Esmolol foram administradas concomitantemente, por via intravenosa, a voluntários normais, houve um aumento de 10-20% nos níveis sanguíneos de digoxina em alguns intervalos de tempo. A digoxina não afetou a farmacocinética do Cloridrato de Esmolol. Quando foram administrados, concomitantemente, morfina intravenosa e Cloridrato de Esmolol, em indivíduos normais, não foi observado nenhum efeito nos níveis sanguíneos de morfina, mas os níveis sanguíneos de Cloridrato de Esmolol, no equilíbrio, foram aumentados em 46% na presença da morfina.

    Nenhum outro parâmetro farmacocinético foi alterado.

    O efeito do Cloridrato de Esmolol na duração do bloqueio neuromuscular induzido pela succinilcolina foi estudado em pacientes submetidos à cirurgia. O início do bloqueio neuromuscular pela succinilcolina não foi afetado pelo Cloridrato de Esmolol, mas a duração do bloqueio neuromuscular foi prolongada de 5 a 8 minutos.

    Embora as interações observadas nesses estudos não pareçam de grande importância clínica, Cloridrato de Esmolol deve ser cuidadosamente ajustado em pacientes que estão sendo concomitantemente tratados com digoxina, morfina, succinilcolina ou varfarina.

    Enquanto tratados com betabloqueadores, os pacientes com história de reação anafilática grave a uma série de alergênicos podem ser mais reativos a testes repetidos, sejam acidentais, diagnósticos ou terapêuticos. Tais pacientes podem não responder às doses usuais de epinefrina usadas para o tratamento de reações alérgicas.

    Deve-se tomar cuidado quando se considerar o uso do Cloridrato de Esmolol e do verapamil em pacientes com depressão da função miocárdica. Paradas cardíacas fatais ocorreram em pacientes recebendo ambas as drogas. Além disso, o Cloridrato de Esmolol não deve ser usados para controlar a taquicardia supraventricular na presença de agentes que são vasoconstritores e inotrópicos, tais como dopamina, epinefrina e norepinefrina devido ao risco de bloqueio da contratilidade cardíaca quando a resistência vascular sistêmica é alta.


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do peso do paciente:

    Taquicardia supraventricular

    Recomenda-se uma dose de 50 a 200mcg/kg/min. Geralmente, a dosagem eficaz média é de 100mcg/kg/min, embora dosagens mais baixas (25mcg/kg/min) tenham sido adequadas para alguns pacientes.

    Para iniciar o tratamento em pacientes com taquicardia supraventricular, é necessário infundir uma dose de ataque de 500 mcg/kg/min durante um minuto seguida por uma infusão de manutenção de quatro minutos de 50 mcg/kg/min. E lembre-se, administre esse medicamento com a prescrição e recomendação de um médico!

    Taquicardia e hipertensão intra e pós-operatória

    - Controle imediato: recomendação uma dose em bolo de 80mg durante 30 segundos, seguida de uma infusão de 150mcg/kg/min, caso seja necessário. É preciso ajustar a velocidade de infusão adequadamente até 300mcg/kg/min para manter o paciente estável.

    - Controle gradual: o esquema terapêutico é o mesmo que o utilizado na taquicardia supraventricular. Recomenda-se uma dose de ataque de 500mcg/kg/min durante 1 minuto, seguida por uma infusão de manutenção de 4 minutos de 50mcg/kg/min.


    Efeitos colaterais

    As reações adversas que podemos observar por conta da administração de brevibloc incluem os sintomas de dor de cabeça, tontura, confusão, hipotensão sintomática, isquemia, sonolência, náuseas, agitação e reações no local da injeção (incluindo endurecimento e inflamação).

    Outros sintomas, mais raros e incomuns de ocorrer, incluem fadiga, parestesia, palidez, bradicardia, dor torácica, síncope, edema pulmonar, astenia, depressão, pensamentos anormais, ansiedade, ruborização, bloqueio cardíaco, anorexia, dispepsia, constipação, febre, convulsões, delírio, broncoespasmo, sibilos, dispneia, congestão nasal, ronco, vômito, boca seca, crepitações, desconforto abdominal, alterações do paladar, distúrbios da fala, calafrios, dor escapular medial, retenção urinária, necrose de pele no local do extravasamento, tromboflebite, queimação no local da infusão e descoloração da pele.


    Contraindicações

    O medicamento brevibloc é contraindicado para pacientes que possuem hipersensibilidade ao princípio ativo ou qualquer outro componente presente na fórmula do produto.

    Além disso, ele não é recomendado para pacientes portadores de bradicardia sinusal; bloqueio cardíaco superior ou de primeiro grau; choque cardiogênico; insuficiência cardíaca; que estejam no período de gestação ou lactação.

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