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    Budep Sr: para o tratamento de transtornos depressivos!

    Budep Sr: para o tratamento de transtornos depressivos!

    O medicamento budep Sr é indicado para o tratamento da TDM – transtorno depressivo maior – ou na prevenção de recaídas de episódios depressivos após uma resposta inicial satisfatória.

    O budep Sr em seu formato exclusivo de comprimidos revestidos e de liberação lenta é indicado para auxiliar o paciente a parar de fumar. Entretanto, as informações contidas aqui são especialmente para o tratamento de depressão. Consulte adequadamente seu médico para uma melhor recomendação quanto ao abandono do tabaco.

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      1 apresentações
      R$ 20,99
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    O que é

    O princípio ativo de budep Sr – o cloridrato de bupropiona – é considerado um inibidor seletivo da recaptação neuronal de catecolaminas, com um efeito mínima na recaptação de indolaminas e que não inibe a monoaminoxidase.

    Seu mecanismo, assim como o de muitos outros antidepressivos, é desconhecido. Há indícios que o mecanismo de ação do cloridrato de bupropiona seja mediado por mecanismos noradrenérgicos e/ou dopaminérgicos.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo!


    Interações medicamentosas

    O Cloridrato de Bupropiona é metabolizada em seu principal metabólito ativo, a hidroxibupropiona, principalmente através do citocromo P450 IIB6 (CYP2B6). Deve-se ter cuidado ao administrar Cloridrato de Bupropiona concomitantemente a drogas que afetam a isoenzima CYP2B6, tais como orfenadrina, ciclofosfamida, isofosfamida, ticlopidina e clopidogrel.

    Embora o Cloridrato de Bupropiona não seja metabolizada pela isoenzima CYP2D6, estudosin vitro com P450 humanos têm demonstrado que o Cloridrato de Bupropiona e a hidroxibupropiona são inibidoras da via CYP2D6. Em um estudo de farmacocinética em humanos, a administração de Cloridrato de Bupropiona aumentou os níveis plasmáticos da desipramina. Esse efeito foi mantido por pelo menos sete dias após a última dose de Cloridrato de Bupropiona. Por esse motivo, o início de terapia concomitante com drogas predominantemente metabolizadas por essa isoenzima (tais como betabloqueadores, antiarrítmicos, ISRSs, TCAs e antipsicóticos) deve começar pela dose inferior, segundo a faixa terapêutica desta medicação. Se Cloridrato de Bupropiona for adicionado ao tratamento de pacientes que já estejam recebendo drogas metabolizadas pela isoenzima CYP2D6, deve ser considerada a redução da dose da medicação original, particularmente no caso daquelas medicações com estreito índice terapêutico.

    Drogas que requerem ativação metabólica pelo CYP2D6, a fim de serem eficazes (por exemplo, tamoxifeno), podem ter uma eficácia reduzida quando administradas concomitantemente com inibidores da CYP2D6, como o Cloridrato de Bupropiona.

    Apesar de o citalopram não ser primariamente metabolizado pelo CYP2D6, em um estudo, o Cloridrato de Bupropiona elevou a Cmáx e a ASC do citalopram em 30% e 40%, respectivamente.

    Em virtude do extenso metabolismo do Cloridrato de Bupropiona, a coadministração de agentes reconhecidamente indutores do metabolismo (tais como carbamazepina, fenobarbital, fenitoína) ou inibidores do metabolismo podem afetar sua atividade clínica.

    Em uma série de estudos clínicos com voluntários sadios verificou-se que ritonavir (100 mg duas vezes ao dia ou 600 mg duas vezes ao dia) ou ritonavir (100 mg associado a lopinavir 400 mg duas vezes ao dia) reduziu a exposição do Cloridrato de Bupropiona e de seus principais metabólitos de maneira dose-dependente em aproximadamente 20%-80%. De modo similar, efavirenz (600 mg uma vez por dia, por duas semanas) reduziu a exposição do Cloridrato de Bupropiona em aproximadamente 55%. Acredita-se que esse efeito do ritonavir/lopinavir e do efavirenz ocorra devido à indução do metabolismo do Cloridrato de Bupropiona. Pacientes que recebem qualquer uma dessas drogas associadas ao Cloridrato de Bupropiona podem precisar de doses maiores de Cloridrato de Bupropiona, mas a dose máxima recomendada não deve ser excedida.

    Mesmo não havendo estudos clínicos que identifiquem interações farmacocinéticas entre Cloridrato de Bupropiona e álcool, existem raros relatos de eventos adversos neuropsiquiátricos ou redução da tolerância alcoólica em pacientes que usam bebidas alcoólicas durante a terapia. O consumo de álcool durante o tratamento deve ser minimizado ou evitado.

    Dados clínicos limitados sugerem maior incidência de reações adversas neuropsiquiátricas em indivíduos que recebem Cloridrato de Bupropiona concomitantemente com levodopa ou amantadina. Recomenda-se cautela na administração de Cloridrato de Bupropiona a pacientes que recebem levodopa ou amantadina.

    Doses orais múltiplas de Cloridrato de Bupropiona não tiveram efeitos estatisticamente significativos sobre a farmacocinética de dose única delamotrigina em 12 indivíduos e mostraram apenas ligeiro aumento na ASC de lamotrigina glicuronídeo.

    O uso concomitante de Cloridrato de Bupropiona e Sistemas Transdérmicos de Nicotina (STN) pode resultar na elevação da pressão sanguínea.

    Ensaios sugerem que a exposição ao Cloridrato de Bupropiona pode ser aumentada quando os comprimidos de ação lenta são tomados junto com alimentos.

    A coadministração de digoxina com Cloridrato de Bupropiona pode diminuir os níveis de digoxina.

    A ASC0–24h de digoxina diminuiu 1,6 vezes e oclearancerenal aumentou 1,8 vezes em um estudo com voluntários sadios.

    Testes laboratoriais

    O Cloridrato de Bupropiona tem demonstrado interferir em testes usados para detecção de drogas em urina, podendo resultar em falsos positivos, particularmente para anfetaminas. Um método laboratorial alternativo mais específico deve ser utilizado para confirmar um resultado positivo.

    Exclusivo comprimidos revestidos de liberação lenta

    Ensaios sugerem que a exposição ao Cloridrato de Bupropiona pode ser aumentada quando os comprimidos de ação lenta são tomados junto com alimentos.

    Exclusivo comprimidos revestidos de liberação prolongada

    A administração concomitante de Cloridrato de Bupropiona em pacientes que tomam levodopa ou amantadina deve ser feita com cautela.


    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    - Alpes;

    - Bup;

    - Bupium;

    -Bupogran;

    - Bupium LP;

    - Deradop;

    - Inip;

    - Noradop;

    - Seth;

    - Wellbutrin SR;

    - Wellbutrin XL;

    - Zetron;

    Zetron XL.


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do peso do paciente:

    Adultos

    - Tratamento inicial: recomenda-se 150mg, em uma dosagem diária. Essa posologia pode ser alterada conforme a necessidade do paciente e da prescrição médica. Sua ação pode ser observada depois de 14 dias.

    - Comprimidos revestidos de liberação lenta: recomenda-se 150mg, administrado em uma dosagem única e máxima. Essa posologia pode ser alterada conforme a necessidade do paciente e da prescrição médica.

    - Comprimidos revestidos de liberação prolongada: recomenda-se 300mg diária. É necessário ter um intervalo de pelo menos 24 horas entre doses sucessivas. Essa posologia pode ser alterada conforme a necessidade do paciente e da prescrição médica.


    Efeitos colaterais

    As reações adversas mais comuns por conta de budep Sr incluem sintomas de cefaleia, urticária, ansiedade, constipação, dor no peito, febre, boca seca, insônia, náusea, vomito, anorexia, agitação, tremor, vertigem, transtornos no paladar, transtornos na visão, dor abdominal, calor, rubor, tinido, pressão alta, prurido, sudorese e astenia.

    Em casos mais raros, podemos observar convulsões, confusão mental, taquicardia, distúrbios de concentração, perda de peso e depressão.


    Contraindicações

    O medicamento budep Sr é contraindicado para pacientes que possuem hipersensibilidade ao seu principio ativo ou qualquer outro componente presente na fórmula do produto.

    Ele também não é recomendado para pessoas com diagnostico de epilepsia, bulimia e anorexia nervosa. Também deve evitar administra-lo junto com outros medicamentos que contenham o mesmo princípio ativo, uma vez que a superdosagem pode causar convulsões.

    É contraindicada a administração concomitante de inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) ou o uso do medicamento em destaque dentro de até 14 dias após a interrupção do tratamento com IMAOs. Também é contraindicado a pacientes em processo de descontinuação abrupta do uso de sedativos ou álcool; menores de 18 anos e mulheres no período de gestação.

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