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    Citalor: confira a bula simplificada!

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    O medicamento citalor é indicado para o tratamento da hipercolesterolemia isolada; hipercolesterolemia associada à hipertrigliceridemia; hipercolesterolemia associada à redução dos níveis sanguíneos de HDL; hipercolesterolemia associada à hipertrigliceridemia e associado a redução os níveis sanguíneos do HLD; na prevenção secundária da síndrome coronária aguda; prevenção de complicações cardiovasculares em pacientes sem doenças cardiovasculares e dislipidemias preexistentes, mas com múltiplos fatores de risco.

    Além disso, citalor também trata de hipercolesterolemias de transmissão genética, quando a resposta à dieta e outras medidas não-farmacológicas forem ineficazes e/ou inadequadas; pacientes com doenças cardíacas e coronarianas para reduzir o risco de complicações diversas.

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      2 apresentações
      R$ 17,39
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    O que é

    O fármaco citalor consegue agir reduzindo a quantidade de colesterol total no sangue diminuindo os níveis das frações prejudiciais, além de aumentar os níveis sanguíneos do colesterol benéfico.

    A ação do medicamento em destaque se dá pela inibição de produção de colesterol pelo fígado, e aumento da absorção e destruição de frações prejudiciais (LDL) do colesterol.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo!


    Interações medicamentosas

    O risco de miopatia durante o tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase se apresenta aumentado com a administração concomitante de ciclosporina, fibratos, niacina em doses que alteram o perfil lipídico ou inibidores do citocromo P450 3A4, por exemplo, eritromicina e antifúngicos azólicos.

    Inibidores do CYP 3A4

    A Atorvastatina Cálcica é metabolizada pelo CYP 3A4. A administração concomitante de Atorvastatina Cálcica com inibidores do CYP 3A4 pode levar a aumentos na concentração plasmática de Atorvastatina Cálcica. A extensão da interação e potencialização dos efeitos dependem da variabilidade dos efeitos sobre o citocromo P450 3A4.

    Inibidores do Transportador OATP1B1

    A Atorvastatina Cálcica e os metabólitos de Atorvastatina Cálcica são substratos do transportador anion orgânico-transporte polipéptico (OATP1B1). Os inibidores de OATP1B1 (por exemplo, ciclosporina) podem aumentar a biodisponibilidade da Atorvastatina Cálcica. A coadministração de Atorvastatina Cálcica 10mg e ciclosporina 5,2mg/kg/dia resultou em aumento de 7,7 vezes na exposição de Atorvastatina Cálcica.

    Eritromicina/claritromicina

    A coadministração de Atorvastatina Cálcica com eritromicina (500mg, quatro vezes ao dia ou a cada 6 horas) ou claritromicina (500mg, duas vezes ao dia ou a cada 12 horas), inibidores conhecidos do citocromo P450 3A4, foi associada a concentrações plasmáticas mais elevadas da Atorvastatina Cálcica.

    Inibidores da Protease

    A coadministração de Atorvastatina Cálcica e inibidores da protease, inibidores conhecidos do citocromo P450 3A4, foi associada ao aumento nas concentrações plasmáticas de Atorvastatina Cálcica.

    Cloridrato de diltiazem

    A coadministração de Atorvastatina Cálcica (40mg) com diltiazem (240mg) foi associado com concentrações plasmáticas maiores de Atorvastatina Cálcica; cimetidina: um estudo de interação de Atorvastatina Cálcica com cimetidina foi realizado e não foi observada interação clinicamente significativa.

    Itraconazol

    A administração concomitante de Atorvastatina Cálcica (20mg a 40mg) com itraconazol (200mg) foi associada ao aumento na AUC de Atorvastatina Cálcica.

    Indutores do CYP 3A4

    A administração concomitante de Atorvastatina Cálcica com indutores do CYP 3A4 (por ex., efavirenz, rifampicina) pode levar a reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de Atorvastatina Cálcica. Devido ao mecanismo de interação dupla de rifampicina, (indução e inibição do CYP 3A4 de hepatócito transportador de captação OATP1B1), é recomendada a coadministração simultânea de Atorvastatina Cálcica com rifampicina, visto que o atraso na administração de Atorvastatina Cálcica após administração de rifamcipina tem sido associada com uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de Atorvastatina Cálcica.

    Antiácidos

    A coadministração de Atorvastatina Cálcica com um antiácido na forma de suspensão oral contendo hidróxido de magnésio e de alumínio provocou uma diminuição nas concentrações plasmáticas de Atorvastatina Cálcica (aproximadamente 35%); entretanto, a redução no LDL-C não apresentou alterações.

    Antipirina

    Uma vez que a Atorvastatina Cálcica não afeta a farmacocinética da antipirina, não são esperadas interações com outros fármacos metabolizados através das mesmas isoenzimas.

    Colestipol

    As concentrações plasmáticas de Atorvastatina Cálcica foram menores (aproximadamente 25%) quando o colestipol foi administrado com Atorvastatina Cálcica. Entretanto, os efeitos nos lípides foram maiores quando a Atorvastatina Cálcica e colestipol foram coadministrados em comparação à administração isolada de qualquer um dos fármacos.

    Digoxina

    Quando foram coadministradas doses múltiplas de digoxina e Atorvastatina Cálcica 10mg, as concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio não foram afetadas. Entretanto, as concentrações de digoxina aumentaram (aproximadamente 20%) após a administração diária de digoxina com Atorvastatina Cálcica 80mg. Pacientes utilizando digoxina devem ser monitorados adequadamente.

    Azitromicina

    A coadministração de Atorvastatina Cálcica (10mg, 1 vez ao dia) com azitromicina (500mg, 1 vez ao dia) não alterou as concentrações plasmáticas da Atorvastatina Cálcica.

    Contraceptivos orais

    A coadministração de Atorvastatina Cálcica com um contraceptivo oral contendo noretindrona e etinilestradiol aumentou a área sob concentraçãoversus valores da curva tempo os valores de (AUC) da noretindrona e do etinilestradiol em aproximadamente 30% e 20%. Estas elevações devem ser consideradas na escolha do contraceptivo oral em mulheres utilizando Atorvastatina Cálcica.

    Varfarina

    Foi realizado um estudo de interação de Atorvastatina Cálcica com varfarina e não foi observada qualquer interação clinicamente significante.

    Colchicina

    Embora os estudos de interação com Atorvastatina Cálcica e colchicina não tenham sido realizados, casos de miopatia têm sido relatados onde Atorvastatina Cálcica foi coadministrada com colchicina e cautela deve ser exercida ao prescrever Atorvastatina Cálcica com colchicina.

    Anlodipino

    Num estudo de interação medicamentosa em pacientes saudáveis, a coadministração de Atorvastatina Cálcica 80mg com anlodipino 10mg resultou em um aumento de 18% na exposição de Atorvastatina Cálcica que não foi clinicamente significativa.

    Ácido fusídico

    Embora estudos de interação com Atorvastatina Cálcica e ácido fusídico não tenham sido realizados, existe um risco aumentado de rabdomiólise em pacientes recebendo uma combinação de estatinas, incluindo a Atorvastatina Cálcica, e ácido fusídico. O mecanismo desta interação não é conhecido. Em pacientes em que a utilização de ácido fusídico sistêmico é considerada essencial, o tratamento com estatinas deve ser descontinuado durante toda a duração do tratamento com o ácido fusídico.

    A terapia com estatina pode ser reintroduzida sete dias após a última dose de ácido fusídico. Em circunstâncias excepcionais, onde o uso prolongado de ácido fusídico sistêmico é necessário, por exemplo, para o tratamento de infecções graves, a necessidade de coadministração de Atorvastatina Cálcica e ácido fusídico somente deve ser considerada em uma análise caso a caso e sob rigorosa supervisão médica. O paciente deve ser aconselhado a procurar imediatamente o médico se sentir quaisquer sintomas de fraqueza muscular, dor ou sensibilidade.

    Medicamento – Outros

    Em estudos clínicos, a Atorvastatina Cálcica foi utilizada concomitantemente com agentes anti-hipertensivos e terapia de reposição de estrógenos sem evidências de interações adversas clinicamente significantes. Estudos de interação com agentes específicos não foram realizados.


    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    - Atorvasterol;

    - Atorless;

    - At-Lor;

    - Ateroma;

    - Corastorva;

    - Kovelas;

    - Lipistat;

    - Lipithal;

    - Lumirarte;

    - Lípitor.

    - Torvilip;

    - Torvaris;

    - Vast;

    - Volunta;

    - Zarator.


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do peso do paciente:

    Recomenda-se uma dose que varia de 10 a 80mg em uma dosagem única e diária. Geralmente, a posologia pode variar dependendo da prescrição médica. Converse com seu médico para saber mais sobre as dosagens e tempo de tratamento!


    Efeitos colaterais

    As reações adversas por conta de citalor inclui os sintomas de resfriado comum; hiperglicemia; diarreia; má digestão; gases; edema articular; aumento da creatina fosfoquinase sanguínea; zumbido no ouvido; hepatite; urticária; fadiga muscular; trombocitopenia; anafilaxia; pancreatite; tontura; angioedema e dor nas costas.

    Além disso, citalor pode provocar sintomas observados como náuseas, dor de garganta, sangramento nasal, artralgia, dor musculoesquelética, espasmos musculares, mialgia, pesadelos, visão turva, alterações nas funções hepáticas, desconforto abdominal, eructação, colestase, cervicalgia, infecções, febre, mal-estar, presença de células brancas positivas na urina, ruptura do tendão, aumento de peso, hipoestesia, amnesia, paladar alterado, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme, erupção cutânea, miopatia, dor no peito, fadiga e edema periférico.


    Contraindicações

    O medicamento citalor é contraindicado para pacientes que possuem hipersensibilidade ao seu princípio ativo ou a qualquer outro componente presente na fórmula do produto.

    Além disso, ele não é recomendado para pessoas com doenças hepáticas ativas; elevações persistentes inesperadas das transaminases séricas, excedendo em 3 vezes o limite superior da normalidade; no período de gestação ou amamentação; mulheres em idade fértil que não fazem uso de métodos contraceptivos eficazes; menores de 10 anos de idade.

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