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    Clindamicina: confira a bula deste antibiótico!

    Clindamicina: confira a bula deste antibiótico!

    A clindamicinaé um antibiótico capaz de inibir a síntese proteica das bacterianas, impedindo com que as bactérias produzam proteínas que são a base de seu crescimento e reprodução, sendo assim, o medicamento incapacita as bactérias de crescerem e se espalharem pelo organismo do paciente!

    Podemos tratar diversas doenças com esse medicamento, sendo muitas delas infecções genitais, a pélvis, infecções de pele, infecções ósseas, dentárias, do trato respiratório e até mesmo infecções intra-abdominais.

    A maior concentração no sangue do medicamento em destaque pode ser atingida após 45 minutos de sua ingestão. Como a maior parte dos antibióticos, o tempo estimado para ter uma melhora dos sintomas maléficos é de até 3 dias depois da primeira dose administrada!

    Você pode encontrar as mais variadas ofertas e promoções deste remédio em nosso site!


    O que é

    O cloridrato de clindamicina é um fármaco que pertence a classe das lincosamidas. Além de ser um antiparasitário e antibiótico, também age inibindo a síntese proteica bacteriana e como bacteriostático – penetrando no meio intracelular e fazendo sua potencialização inibidora da síntese de proteínas.

    Além disso, o medicamento também pode facilitar a digestão das bactérias pelos glóbulos brancos aos torná-las vulneráveis a opsonizição e fagocitose.

    Os excipientes que podemos encontrar no composto do medicamento em destaque são lactose monoidratada, talco, amido e estearato de magnésio.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo aqui!


    Interações medicamentosas

    Medicamento – Medicamento

    Foi demonstrado antagonismo in vitro entre a clindamicina e a eritromicina. Devido ao possível significado clínico, os dois fármacos não devem ser administrados concomitantemente.

    Estudos demonstraram que o medicamento em destaque apresenta propriedades de bloqueio neuromuscular que podem intensificar a ação de outros fármacos com atividade semelhante. Portanto, este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes sob terapia com tais agentes.

    A clindamicina é metabolizada predominantemente pelo CYP3A4 e, em menor grau pelo CYP3A5, pelo metabólito principal sulfóxido do medicamento em destaque.

    Deste modo, os inibidores de CYP3A4 e CYP3A5 podem reduzir a depuração do medicamento em destaque e os indutores destas isoenzimas podem aumentar a depuração do medicamento em destaque. Na presença de indutores fortes de CYP3A4 como a rifampicina, monitorar a perda de eficácia.

    Estudos in vitro indicam que o medicamento em destaque não inibe CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2E1 ou CYP2D6 e apenas inibe moderadamente o CYP3A4. Portanto, as interações clinicamente importantes entre clindamicina e fármacos coadministrados metabolizados por estas enzimas CYP são improváveis.


    Remédios com clindamicina em sua composição

    Clindoxyl, Clindamin C e Deriva C Micro.


    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    - Anaerocid;

    - Clindamin C;

    - Dalacin C;

    - Senoclin.


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do problema do paciente:

    Adultos

    Recomenda-se uma dose de até 1800mg, divididas em até 4 doses iguais. Deve-se administrar o medicamento com um copo cheio de água, para evitar uma possível irritação do esôfago.

    Tratamento de inflamação pélvica intra-hospitalar

    Recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose de 900mg, administradas via intravenosa a cada 8 horas, junto a um antibiótico de espectro aeróbio Gram-negativo apropriado, com gentamicina 2mg/kg, administrado via IV, seguido de 1,5mg/kg a cada 8 horas em pacientes com função renal normal. Esse tipo de tratamento deve continuar por pelo menos 4 dias e por pelo menos 48 horas após a recuperação do paciente, ou até a indicação de um médico especializado!

    Tratamento de faringite aguda e amidalite (por estreptococo)

    Recomenda-se uma dose de 300mg, o equivalente a uma cápsula do medicamento, administradas até 2 vezes ao dia, durante um período de 10 dias.

    Lembre-se o medicamento não deve ser mastigado, partido ou aberto, pois isso pode prejudicar a eficácia no organismo do paciente. Caso se esqueça de administrar a clindamicina no horário estabelecido, o recomendado é tomá-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver próximo ao horário de administrar uma segunda dose, o paciente deve desconsiderar a dose que fora esquecida. Esquecer de tomar suas doses do medicamento podem prejudicar o tratamento e os resultados benéficos a saúde do paciente!


    Efeitos colaterais

    Os efeitos colaterais que podem ser observados pelo medicamento em destaque são urticária na pele, úlceras no esôfago, dor abdominal, alterações em resultados de exame de sangue, náusea, diarreia, vômito, inflamação na faringe e esôfago, olhos amarelos, anormalidades em testes de função hepática, prurido e até mesmo dores de cabeça. Em casos raros observamos vaginite e dermatite esfoliativae vesículo-bolhosa.


    Contraindicações

    O medicamento em destaque é contraindicado a pacientes que já apresentem hipersensibilidade aos componentes do fórmula, ou à lincomicina. Em pacientes que estão no período de gestação ou amamentando, deve-se conversar com o médico, pois o tratamento com o medicamento deve ser apenas quando totalmente necessário.

    Casos de colite pseudomembrana já foi relatada associada a quase todos os agentes antibacterianos, inclusive a clindamicina, e pode variar, em gravidades, de leve até com risco de morte. Portanto, é importante considerar o diagnóstico em pacientes que possam apresentar diarréias subsequentes a administração de agentes antibacterianos.

    O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon e pode permitir o supercrescimento de clostridia. Alguns estudos indicam que a toxina produzida é a principal causa de “colite associada a antibiótico”. Após se estabelecer diagnóstico de colite pseudomembranosa, as medidas terapêuticas devem ser iniciadas.

    E cuidado, pois as cápsulas do medicamento não apresentam características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outras cápsulas, ou seja, não misture seus remédios!