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    Conheça mais sobre a esquizofrenia e o mecanismo de ação de Risperidona!

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    Risperidona é um medicamento usado para tratar as assim chamadas psicoses (por exemplo, esquizofrenia). Isto significa que este medicamento tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento, às emoções e/ou às atividades, tais como: confusão, alucinações, distúrbios da percepção (por exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente), desconfiança incomum, isolamento da sociedade, ser excessivamente introvertido etc. Esta medicação também melhora com a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado que são decorrentes destes transtornos.

    Esta medicação pode ser usada tanto em quadros de início súbito (agudos) como nos de longa duração (crônicos). Além disso, após o alívio dos sintomas, o fármaco é usado para manter os distúrbios sob controle, isto é, para prevenir recaídas.

    A Risperidona também é usada, por até 12 semanas em quadros de demência relacionada à doença de Alzheimer moderada a grave, especificamente para controlar agitação, agressividade ou sintomas psicóticos (tais como acreditar em coisas que não são verdadeiras, ou ver, sentir ou ouvir coisas que não existem).

    Outra condição para qual esta medicação pode ser indicada é a mania, caracterizada por sintomas como: humor elevado, expansivo ou irritável, auto-estima aumentada, necessidade de sono reduzida, pressão para falar, pensamento acelerado, redução da atenção e concentração ou diminuição da capacidade de julgamento, incluindo comportamentos inadequados ou agressivos.

    Além disso, este medicamento também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista, em crianças e adolescentes, incluindo sintomas de agressão a outros, como auto-agressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor.

    • Floratil

      Floratil

      7 apresentações
      R$ 25,41
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    Como este medicamento funciona

    Os medicamentos antipsicóticos afetam compostos químicos que permitem a comunicação entre as células nervosas (neurotransmissores). Estes compostos químicos são a dopamina e a serotonina.

    Não se sabe exatamente como a Risperidona funciona. Entretanto, parece reajustar o equilíbrio entre a dopamina e a serotonina no organismo. O controle dos sintomas é observado com o decorrer do tratamento.

    Apresentação do medicamento

    Formato e embalagens

    Comprimido revestido 1 mg. Embalagem contendo 30 ou 60 comprimidos revestidos.

    Comprimido revestido 2 mg. Embalagem contendo 30 ou 60 comprimidos revestidos.

    Comprimido revestido 3 mg. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

    Uso

    Administração via oral.

    Indicado ao uso adulto e pediátrico acima de 5 anos de idade.

    Composição

    Versão 1 mg

    Cada comprimido revestido contém:

    Risperidona → 1 mg.

    Excipientes em 1 comprimido revestido → Celulose microcristalina, dióxido de silício, lactose monoidratada, amido, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hipromelose, macrogo.

    Versão 2 mg

    Cada comprimido revestido contém:

    Risperidona → 2 mg.

    Excipientes em 1 comprimido revestido → Celulose microcristalina, dióxido de silício, lactose monoidratada, amido, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hipromelose, macrogol, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho.

    Versão 3 mg

    Cada comprimido revestido contém:

    Risperidona → 3 mg.

    Excipientes em 1 comprimido revestido → Celulose microcristalina, dióxido de silício, lactose monoidratada, amido, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hipromelose, macrogol, amarelo de quinolina.

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    Esquizofrenia

    O que é

    A esquizofrenia é um distúrbio psiquiátrico crônico. As pessoas que tem esse distúrbio sofrem com distorções da realidade, muitas vezes por meio de delírios ou alucinações.

    Esta condição pode ocorrer em homens e mulheres de todas as idades. Os homens geralmente desenvolvem sintomas no final da adolescência ou no início dos 20 anos. Já as mulheres tendem desenvolver os sintomas da complicação entre os 20 e os 30 anos de idade.

    Causas

    A causa exata da esquizofrenia é desconhecida. Pesquisadores médicos acreditam que diversos fatores podem contribuir com o desenvolvimento dessa complicação, incluindo:

    • Fator biológico;

    • Fator genético;

    • Fator do meio ambiente.

    Estudos recentes sugeriram que exames de imagem realizados em pessoas com esquizofrenia podem mostrar anormalidades em certas estruturas cerebrais. A pesquisa em andamento nessa área continua. Acredita-se que anormalidades químicas no cérebro sejam responsáveis ​​por muitos dos sintomas observados.

    Os pesquisadores também acreditam que baixos níveis de determinadas substâncias químicas do cérebro (e que afetam com nossas emoções e comportamento) podem contribuir para esse distúrbio psiquiátrico.

    A genética é um fator muitas vezes preponderante no diagnóstico da condição, pois pessoas com histórico familiar de esquizofrenia têm maior risco de desenvolver essa doença psiquiátrica.

    Outros fatores de risco para a esquizofrenia podem incluir:

    • Exposição a toxinas ou vírus antes do nascimento ou durante a infância;

    • Ter uma doença inflamatória ou auto-imune;

    • Fazer uso de drogas que alteram a consciência (incluindo álcool);

    • Ter um alto nível de estresse.

    Sintomas

    Os sintomas desse distúrbio geralmente aparecem na adolescência e/ou no início dos 20 anos de idade. Durante esse período, os primeiros sinais podem passar despercebidos por conta dos comportamentos típicos dos adolescentes. No entanto, é necessário ficar atento a qualquer anormalidade!

    Os sintomas precoces de esquizofrenia incluem:

    • Isolar-se de amigos e familiares;

    • Mudar frequentemente suas amizades ou grupos sociais;

    • Mudanças no foco e concentração;

    • Problemas de sono;

    • Irritabilidade e agitação;

    • Dificuldades em ambiente escolar ou baixo desempenho acadêmico.

    Diagnóstico

    Não há um único teste para diagnosticar esquizofrenia. Um exame psiquiátrico completo pode ajudar seu médico a ter um diagnóstico mais assertivo. Em sua consulta, espere responder a perguntas sobre:

    • Seu histórico médico;

    • Sua saúde mental;

    • Seu histórico médico familiar.

    Após responder as perguntas acima, seu médico pode fazer o seguinte:

    • Realizar um exame físico;

    • Colher amostras de sangue;

    • Solicitar exames de imagem, incluindo ressonância magnética ou tomografia computadorizada.

    Ocasionalmente, podem haver outras razões para seus sintomas, mesmo que eles sejam semelhantes aos da esquizofrenia. Esses motivos podem incluir:

    • Uso de substâncias químicas (ilegais ou não);

    • Certos medicamentos;

    • Outros distúrbios mentais.

    O seu médico pode diagnosticar a esquizofrenia no seu caso se você tiver pelo menos dois sintomas durante o período de um mês. Esses sintomas devem incluir:

    • Alucinações.

    • Delírios;

    • Discurso desorganizado e/ou confuso.

    Caso você esteja sentindo algum dos sintomas citados anteriormente, encontre um médico para tratar adequadamente do seu problema de saúde aqui.