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    Enfisema: identifique os principais sinais!

    Enfisema: identifique os principais sinais!

    O enfisema é uma doença séria que acomete milhões de pessoas. Ele geralmente afeta indivíduos de idade avançada, independente do gênero – mas alguns jovens fumantes ou pessoas que consomem o tabaco diariamente também estão propensas a desenvolver esta doença.

    Denominamos o enfisema como a presença incomum de ar ou gás no tecido conjuntivo de uma determinada região. Atualmente podemos destacar 4 tipos: subcutâneo, mediastinal, orbital ou pulmonar – sendo essa última a mais comum.

    Você Sabia? Um estudo da Associação Brasileira de Portadores de Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas aponta que 210 milhões de pessoas sofrem dessa doença no mundo, sendo 7 milhões apenas no Brasil


    O que é

    Essa doença ataca os sacos aéreos (alvéolos), enfraquecendo-os a ponto de perderem a capacidade de se contrair após a expansão. O ar também pode ficar preso nesses sacos, fazendo com que alguns se quebrem – isso pode dificultar a respiração e diminuir a quantidade de oxigênio que entra em sua corrente sanguínea.

    É considerada uma doença respiratória crônica de lenta evolução, quase sempre causada pelo fumo - entretanto há outros agentes que possam provocá-lo: vapores químicos, fumo passivo, maconha, hereditariedade, poluição ou poeira.

    O enfisema geralmente ocorre devagar e em etapas, devido a anos de consumo de tabaco e outros derivados do mesmo - o cigarro é a principal causa, chegando a 80% dos casos. Essa doença dificulta a respiração, especialmente durante exercícios físicos – também fazendo com que os pulmões percam sua elasticidade.

    Pessoas acima dos 40 anos de idade, ou pessoas que fumam por longos períodos de tempo estão em maior risco para essa condição. Uma vez desenvolvido, o enfisema não pode ser revertido – apenas tratado para que os sintomas não se agravem ou influenciem de forma negativa a rotina de vida do paciente.


    Causas

    Uma das principais causas é a exposição prolongada a substâncias irritantes no ar, como: ar poluente, fumos químicos, poeira e fumaça de tabaco ou maconha. O enfisema raramente ocorre devido a um distúrbio hereditário, sendo essa condição chamada de “enfisema devido a deficiência de alfa-1 antitripsina”

    Respiração ofegante e com chiado, sensação de sufoco e tosse são os sintomas que podem ser vistos no decorrer que a doença evolui, pois os pulmões vão se tornando menos eficientes.

    Essa condição pode estar presente por muitos anos sem que você note os sintomas ou sinais – sendo o principal a dificuldade em respirar, que começa gradualmente. Os pacientes que possuem esse agravante evitam exercícios ou atividades que dificultam a respiração, para que o sintoma não se torne um problema que interfira em suas tarefas diárias. Com o passar do tempo, o enfisema pode causar falta de ar mesmo quando a pessoa estiver em repouso.


    Tipos

    Subcutâneo

    Esse é um tipo bastante raro, e suas causas mais comuns podem ser: traumas, colapso pulmonar, uso de cocaína, coqueluche, ruptura do tubo brônquico e do esôfago. Se caracteriza quando um gás ou ar entra nos tecidos sob a pele.

    Pode afetar as regiões do pescoço, tórax e demais áreas. Em casos muito graves, os locais que sofrem da doença podem gangrenar, levando a complicações sérias.


    Mediastinal ou Pneumomdiastino

    Também conhecido como síndrome de Hamman, é caracterizado pela presença de ar livre no mediastino – espaço entre os pulmões. A maioria dos casos é desencadeado por conta de uma crise asmática grave.


    Orbital

    Esse tipo é uma das complicações mais incomuns, envolvendo um traumatismo orbital e facial – localizada nas paredes do rosto e até mesmo da cavidade nasal. Elas são geradas decorrentes de traumas e impactos na região, onde ocorre uma ruptura e, consequentemente, o enfisema orbital.


    Pulmonar

    O mais comum e mais falado dos enfisemas. Ataca os alvéolos, destruindo-os de maneira lenta, reduzindo a superfície disponível para essas trocas – e, portanto, diminuindo a quantidade de oxigênio que é transportado para o sangue, resultando na dificuldade para respirar.

    O diagnóstico para essa doença pode ser feito através de raio-X do tórax ou exames que avaliam a troca de oxigênio do pulmão, como a espirometria.


    Estágios

    - Em risco: Os sintomas são leves, como uma tosse contínua e aumento da produção de muco. Teste de respiração normal.

    - Estágio inicial ou leve: Sintomas visíveis, incluindo tosse e produção de muco – o teste de respiração mostra um breve bloqueio do fluxo de ar.

    - Moderado: Quando há o declínio do fluxo de ar, junto com sintomas que constituem a falta de ar durante atividades físicas. O atendimento médico deve ser solicitado.

    - Grave ou muito grave: Testes mostrando o fluxo de ar limitado e severo.


    Dicas

    - Evite tabaco e locais com pessoas que estejam fumando;

    - Não fique exposto à poluição;

    - Cuidado com exercícios físicos;

    - Prefira alimentos ricos em vitaminas A, C e E;

    - Descanse em casos de dificuldade de respiração;

    - Opte por roupas leves;

    - Verduras e legumes são alimentos que não podem faltar na sua dieta.


    Tratamento

    Não existe cura para o enfisema, mas os tratamentos visam retardar a progressão da doença e reduzir os sintomas. O mais adequado é procurar um médico especializado no assunto e iniciar o tratamento para cuidar da saúde do paciente, dependendo do estágio e gravidade da doença. Porém, a primeira linha de tratamento é parar de fumar!

    Nunca se automedique nesses casos, apenas o faça se o profissional da área da medicina o receitar. Muitos remédios podem piorar ou desencadear crises de falta de ar, dependendo do organismo da pessoa.

    Caso esteja muito preocupado com seu enfisema, consulte e encontre o melhor médico para atendê-lo aqui!


    Remédios recomendados

    Budesonida: Anti-inflamatório, indicado para o tratamento de doenças respiratórias, como asma e rinite alérgica. Pode ser usado via nasal ou por inalação. No comércio, é encontrado pelo nome de Budecort.

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    Salbutamol: Indicado para o alívio de espasmos brônquicos associados às crises de bronquite crônica, asma e enfisema.

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    Fenoterol: Medicamento indicado para o tratamento dos sintomas relacionados a crise aguda de asma e de outras doenças caracterizadas pelo estreitamento reversível das vias respiratórias.


    Salmeterol: Usado na manutenção e prevenção dos sintomas de asma e de doenças pulmonares obstrutivas crônicas.


    Formoterol: Medicamento utilizado como broncodilatador em casos de asma e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.


    Beclometasona: Indicado para o tratamento e prevenção de rinite vasomotora ou rinite alérgica perene ou sazonal.