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    Escopolamina: o medicamento para tratar cólicas diversas!

    Escopolamina: o medicamento para tratar cólicas diversas!

    A escopolamina é um medicamento muito indicado para tratar os sintomas de cólicas agudas do trato gastrointestinal e geniturinário – assim como também as cólicas e discinesias das vias biliares.

    Além disso, o medicamento em destaque também pode agir como auxiliar em procedimentos diagnósticos e outros tratamentos, nos quais os espasmos podem constituir um problema, como a endoscopia gastrintestinal e a radiologia, por exemplo.

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    O que é

    O medicamento em destaque possui o princípio ativo do bultibrometo de escopolamina, que exerce atividade espasmolítica sobre os músculos lisos do trato gastrintestinal, vias biliares e o geniturinário. Além disso, essa substância é um derivado do amônio quaternário, que não atravessa a barreira hemato-encefálica e, sendo assim, não produz efeitos colaterais anticolinérgicos sobre o sistema nervoso central!

    A ação anticolinérgica periférica que o medicamento possui, resulta de uma ação bloqueadora sobre os gânglios intramurais das vísceras ocas, assim como de uma atividade antimuscarínica.

    Os excipientes que podemos encontrar na escopolamina são ciclamato de sódio, acetato de sódio tri-hidratado, metilparabeno, aroma líquido de guaraná champagne, aroma líquido de baunilha, álcool etílico 96ºGL, sorbitol 70%, ácido acético 5% e água purificada.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo aqui!


    Interações medicamentosas

    Butilbrometo de escopolamina, como substância ativa, pode intensificar a ação anticolinérgica de medicamentos tais como antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, imipramina, nortriptilina), e tetracíclicos (mirtazapina, mianserina), antihistamínicos (prometazina, dexclorfeniramina, hidroxizina), antipsicóticos (clorpromazina, flufenazina, haloperidol), quinidina, amantadina, disopiramida e outros anticolinérgicos (como tiotrópio, ipratrópio compostos similares à atropina).

    O uso concomitante de antagonistas da dopamina, como a metoclopramida, pode resultar numa diminuição da atividade de ambos os fármacos no trato gastrintestinal.

    Butilbrometo de escopolamina pode aumentar a ação taquicárdica dos agentes beta-adrenérgicos (como salbutamol, fenoterol, salmeterol).


    Remédios com escopolamina em sua composição

    Algexin; Atrocolic; Atrovex; Belscopan; Belspan; Binospan; Buscoduo; Buscopan; Buscoplex; Buscoveran; Dorspan; Escopen; Espafin; Espaslit; Espasmodid; Neocopan; Tropinale Uni-Hioscin.


    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    - Algexin Composto

    - Atrocolic;

    - Buscopan Drágeas;

    - Buscopan(Gotas e injetável);

    - Belscopan;

    - Belspan;

    - Buscoveran Composto;

    - Espafin Composto;

    - Espaslit Duo;

    - Hioscina;

    - Hioariston;

    - Uni Hioscin.


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do peso do paciente:

    Crianças menores de 12 anos e lactentes

    Recomenda-se, em casos graves, uma dose de 0,3 a 0,6mg para cada kg de peso do paciente, podendo ser administradas várias vezes ao dia – dependendo da indicação e do tratamento impostos pelo médico. É indicado não exceder a dosagem máxima de 1,5mg/kg ao dia.

    Adultos e adolescentes acima de 12 anos

    Recomenda-se uma dose de 20 a 40mg do medicamento, administradas várias vezes ao dia – dependendo da indicação e do tratamento impostos pelo médico. É indicado não exceder a dose diária de 100mg.

    E lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado lentamente por via intravenosa, subcutânea ou intramuscular. Não deve ser administrado de forma contínua ou por períodos prolongados sem que a causa da dor abdominal seja investigada mais a fundo.


    Efeitos colaterais

    Os efeitos colaterais que podem ser vistos são tontura, boca seca, taquicardia e distúrbios da acomodação visual. Outros sintomas raros incluem hipersensibilidade, choque anafilático, urticária, dispnéia, prurido, eritema, reações cutâneas, diminuição da pressão arterial, rubor, retenção urinária, aumento da pressão intraocular e midríase.


    Contraindicações

    O medicamento escopolamina é contraindicado para pacientes que possuem hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer componente presente na fórmula, pacientes com taquicardia, pacientes que possuem diarreia aguda ou persistente em crianças, glaucoma de ângulo fechado não tratado, estenoses mecânicas no trato gastrintestinal, hipertrofia prostática com retenção, Miastenia gravis e megacólon.

    O medicamento não deve ser administrado por via intramuscular em pacientes em tratamento com anticoagulantes – nesses pacientes, recomenda-se utilizar por vias intravenosas ou subcutâneas, para evitar hematomas.

    Precauções

    Em casos de persistência ou piora nas dores abdominais severas e de causa aparentemente desconhecida, associadas com sintomas de náusea, vômito, febre e outras alterações na motilidade gastrintestinal, procure um médico para realizar um diagnóstico mais apropriado!

    Alguns casos de anafilaxia, incluindo os episódios de choque, puderam ser observados após a administração parenteral do medicamento em destaque. Assim como muitos fármacos que causam tais reações, os pacientes que receberam escopolamina devem permanecer sob observação!

    Pacientes que possuem distúrbios cardiovasculares submetidos a tratamento com o medicamento em destaque, devem ter uma atenção dobrada! Recomenda-se monitorar esses pacientes de perto, a fim de se observar sintomas ou alguma piora desagradável.

    A elevação na pressão intraocular pode ocorrer devido a administração de agentes anticolinérgicos, como o medicamento em destaque, em pacientes com glaucoma de ângulo fechado não diagnosticado e, assim, não tratado. Dessa forma, os indivíduos que sentirem dor ou apresentarem vermelhidão nos olhos, junto com perda de visão após a administração do medicamento, devem procurar imediatamente um profissional da saúde!


    Farmacocinética

    Após a administração intravenosa, o medicamento em destaque é rapidamente distribuído para os tecidos (t ½ alfa = 4min, t ½ beta = 29min).

    O volume de distribuição é de 128 litros (correspondentes a aproximadamente 1,7L/kg). Devido a sua alta afinidade pelos receptores muscarínicos e nicotínicos, medicamento em destaque é distribuído principalmente nas células musculares das regiões abdominal e pélvica, assim como nos gânglios intramurais dos órgãos abdominais.

    Estudos em animais demonstram que o medicamento em destaque não atravessa a barreira hematoencefálica, mas não há dados clínicos disponíveis sobre este efeito. Observou-se também que (1mM) pode interagir com o transporte de colina (1,4nM) em células epiteliais da placenta humana in vitro.

    Demonstrou alívio das dores das cólicas das vias biliares em 30 minutos e das cólicas renais (dos rins) em 16 minutos após uso injetável.