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    Herpes genital: conheça as causas e os tratamentos!

    Herpes genital: conheça as causas e os tratamentos!

    A herpes, também conhecida como HSV, é uma infecção que pode causar incômodos em várias partes do corpo, principalmente como herpes genital ou labial. Pode acometer homens e mulheres de idades diversas, sendo uma doença contagiosa e simples de ser tratada.

    Existem dois tipos de herpes, a HSV-1 – que pode causar herpes labial e bolhas ao redor da boca e do rosto – e a HSV-2 – que geralmente atinge em surtos de herpes genital. As duas possuem tratamentos e medicamentos para serem erradicadas ou controladas, evitando que se espalhe rapidamente para outras pessoas.

    A herpes genital é transmitida sexualmente, e os pacientes correm mais riscos quando participam de comportamentos sexuais de risco ou quando não há proteção. Isso se dá por conta de já possuir outra infecção sexualmente transmissível, ter muitos parceiros sexuais ou possuir um sistema imunológico frágil.

    Se uma mulher que está grávida tiver um surto de herpes genital no instante do parto, ela pode expor o bebê a ambos os tipos de HSV – o risco de complicações sérias podem aumentar, pois esse tipo de infecção em recém-nascidos pode desencadear uma série de agravantes no sistema imunológico da criança.

    Você Sabia? Mais de 80% das pessoas infectadas por esse vírus não apresentam seus sintomas, mas mesmo assim ainda podem transmitir a doença.


    O que é

    A herpes genital é uma doença sexualmente transmissível. Ela pode causar bolhas dolorosas – geralmente cheias de líquido – que podem se abrir e vazar, causando desconforto. Mais de 16% das pessoas com a faixa etária entre 15 e 50 anos podem ter essa DST.

    Esse vírus pode adentrar o corpo do paciente através de membranas mucosas – finas camadas de tecido que revestem as aberturas do corpo humano. Podemos encontrar esses tecidos no nariz, boca e nas genitais feminina ou masculina.

    O período de incubação desse vírus pode variar de 10 a 15 dias após a relação sexual, podendo ser transmitido mais tarde com, ou sem a ausência das lesões.

    Quando o vírus já está dentro do corpo do indivíduo, ele se alastra com as células, se mantendo na região da pélvis – principalmente nas células nervosas. Ele pode se multiplicar e se adaptar a outros ambientes com uma facilidade assustadora, o que chega a dificultar bastante alguns tipos de tratamento, pois o mesmo se aproveita do material fornecido pelas células do paciente. É por isso que a herpes genital deve receber uma atenção especial quando tratamos da nossa saúde sexual – o contágio pode ser simples e os resultados dolorosos.


    Causas

    As causas principais são as relações sexuais desprotegidas. Os vírus HSV-1 ou HSV-2 podem facilmente serem encontrados nos fluidos corporais das pessoas infectadas, como sêmen, saliva ou secreções vaginais. A herpes genital pode provocar lesões na pele e nas mucosas da região dos órgãos genitais, masculinos ou femininos. O que pode gerar dores e desconfortos ao andar ou sentar.

    O vírus que ataca o organismo tende a se esconder entre as raízes nervosas, o que impede o sistema imunológico de ter acesso a ele – por conta disso, outros tipos de agravantes podem surgir, como herpes em outras regiões do corpo, por exemplo.

    Quando as bolhas e lesões começam a surgir, podemos denominar o ocorrido como um surto – geralmente podendo ser visto 2 dias depois de se contrair o vírus, ou até semanas mais tarde. Seus sintomas podem ser observados nos homens como bolhas na região peniana, no saco escrotal ou próximo as nádegas. Nas mulheres as bolhas aparecem ao redor ou bem próximo a vagina, ânus e nádegas.

    A herpes genital tem seus sintomas gerais apresentados como: bolhas nas regiões afetadas, coceira ou formigamento antes do surgimento, lesões ulceradas com líquido, crosta, cicatrizes, glândulas inchadas, inflamação, dores de cabeça e até febre.

    Fique atento aos odores, manchas vermelhas e bolhas cheias de líquido que podem estar agrupadas. Caso estourem, o líquido pode fazer com que outras infecções surjam na região íntima, provocando outros tipos de doenças.

    É importante visitar um médico quando estiver tendo um surto de herpes genital nos períodos da gravidez, pois os sintomas podem passar para o bebê quando nascer, desenvolvendo as lesões pela pele. Em casos graves, a criança pode adquirir um dano cerebral, cegueira ou ir a óbito.


    Tipos de herpes

    HSV-1

    Esse é o tipo mais comum do vírus da herpes simples, e muitas pessoas tem seu primeiro contato com ela no decorrer da infância. Pode ser visto nos lábios, mucosa e rosto, causando feridas e lesões ao redor dos lábios e no tecido mole da boca. Quando a doença está muito próxima dos olhos, essa herpes pode atacar a região, causando uma reação conjuntiva. A transmissão desse tipo é mais comum pelo contato íntimo, saliva ou perdigotos infectados.

    Em casos muito específicos, a infecção pode atingir o cérebro – mais precisamente seu revestimento, causando meningoencefalite.


    HSV-2

    A herpes simples do tipo 2 pode ser contraída através do contato íntimo ou sexual com outra pessoa que já possua o vírus. Esse tipo é mais comum ser visto na região genital ou nos lábios (devido ao sexo oral desprotegido) – que provoca bolhas e muita coceira no local afetado. Alguns pacientes que possuem o HSV-2 não possuem o estágio de infecção da latência


    Dicas

    - Use sempre preservativo;

    - Evite sexo desprotegido com outro parceiro;

    - Tenha cuidado com o sexo oral, ele pode desenvolver HSV-1 ou HSV-2 na boca;

    - Fique atento a mudanças e dores na região genital;

    - Prefira roupas íntimas mais largas;

    - Evite calças apertadas;

    - Tente não entrar em piscinas ou no mar.


    Tratamentos

    Atualmente a herpes genital não tem cura, e o tratamento se concentra em se livrar das feridas, diminuir os ciclos e acalmar os sintomas de bolhas e coceira.

    Alguns remédios podem reduzir o risco de disseminação do vírus para outras pessoas ou diminuir a intensidade e frequência dos ciclos. Mas lembre-se, o tratamento mais eficaz é evitar o sexo desprotegido e utilizar preservativo para evitar que a doença se espalhe para seu parceiro.

    Nunca se automedique sem a prescrição de um profissional da área da saúde! É essencial que você obtenha remédios específicos para seu quadro de herpes genital pois o abuso e ingestão de medicamentos fora do recomendado pode provocar um surto ainda maior de feridas e sintomas desagradáveis!

    Caso ainda esteja preocupado e com dúvidas sobre sua herpes genital, encontre o médico que atenda às suas necessidades aqui!


    Remédios recomendados

    Aciclovir: Medicamento indicado para o tratamento de herpes zoster, infecções de pele e mucosa por herpes simples, e prevenção de infecções recorrentes de herpes. Encontrado no formado de creme dermatológico, injetável ou pomada

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    Valaciclovir: Indicado para o tratamento e prevenção de herpes zoster e herpes simples.

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    Fanciclovir: Medicamento indicado para o tratamento de infecções agudas por herpes zoster e herpes genital.