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    Indapamida: para o tratamento de hipertensão arterial essencial!

    Indapamida: para o tratamento de hipertensão arterial essencial!

    O medicamento indapamida é muito indicado para o tratamento de hipertensão arterial essencial!

    Você pode encontrar as mais variadas ofertas e promoções deste remédio em nosso site!


    O que é

    O medicamento em destaque é composto por um comprimido de liberação prolongada que contém a substância indapamida como seu princípio ativo potencializador. Essa substância é caracterizada como um diurético – entretanto, o medicamento em destaque é muito diferente dos outros diuréticos, pois ela causa apenas um pequeno e sutil aumento na quantidade de urina produzida.

    A indapamida age no controle da pressão arterial, isso através de um mecanismo vascular – com sua manutenção dentro dos limites fisiológicos do paciente. A atividade anti-hipertensiva do medicamento em destaque tem seu efeito máxima na primeira hora após a administração de uma única dose, e pode ser mantida por no mínimo 24 horas.

    Lembre-se, o medicamento em destaque deve ser administrado junto a um médico – pois ele irá ditar a redução ou aumento da dosagem de acordo com o tratamento. Procure o melhor profissional da área da saúde para atendê-lo aqui!


    Interações medicamentosas

    Medicamento – Associações não recomendadas

    Lítio: aumento dos níveis sanguíneos de lítio acompanhado de sinais de superdosagem, como ocorre durante uma dieta hipossódica (redução na excreção urinária do lítio). No entanto, se o uso de diuréticos for necessário, os níveis sanguíneos de lítio devem ser monitorados com atenção e a dosagem deve ser ajustada.

    Medicamento – Associações de precaução

    Medicamentos causadores de “torsades de pointes”: Antiarrítmicos da Classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); Antiarrítmicos da Classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida); Alguns antipsicóticos: Fenotiazinas (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), Benzamidas (amisulpirida, sulpirida, sultopirida, tiapirida), Butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros (bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, sparfloxacina, moxifloxacina, vincamina IV).

    Risco aumentado de arritmia ventricular, em particular “torsades de pointes” (a hipocalemia é um fator de risco).

    A hipocalemia deve ser monitorada e corrigida, se necessário, antes de iniciar a associação com esta combinação. Deve-se monitorar os sinais clínicos, os eletrólitos plasmáticos e o ECG. Em casos de hipocalemia, utilizar medicamentos sem a desvantagem de causar “torsades de pointes”.

    Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA)

    Risco de hipotensão súbita e/ou insuficiência renal aguda quando se inicia um tratamento com um inibidor da ECA nos pacientes com depleção sódica pré-existente (particularmente nos pacientes portadores de estenose da artéria renal).

    Na hipertensão arterial essencial, quando uma terapia prévia com diuréticos pode ter ocasionado depleção sódica, é necessário: interromper o diurético 3 dias antes de iniciar o tratamento com um inibidor da ECA e reintroduzir um diurético hipocalemiante, se necessário;

    Ou iniciar o tratamento com o inibidor da ECA em doses iniciais baixas e aumentar gradativamente.

    Na insuficiência cardíaca congestiva, iniciar o tratamento com uma dose muito baixa do inibidor da ECA, se possível, após redução da dose do diurético hipocalemiante associado.

    Em todos os casos, monitorar a função renal (creatinina plasmática) nas primeiras semanas do tratamento com um inibidor da ECA.

    Medicamento – Outros agentes hipocalemiantes

    Anfotericina B (via IV), glico e mineralocorticóides (via oral), tetracosactídeo, laxativos estimulantes: risco aumentado de hipocalemia (efeito aditivo).

    Monitorar a calemia e, se necessário, proceder à sua correção. Este controle deve ser feito, principalmente, nos casos de tratamento concomitante com digitálicos. Utilizar laxativos não estimulantes.

    Baclofeno: aumento do efeito anti-hipertensivo.

    Monitorar a pressão arterial, hidratar o paciente, monitorar a função renal no início do tratamento e ajustar a posologia do anti-hipertensivo, se necessário.

    Digitálicos: hipocalemia que favorece os efeitos tóxicos dos digitálicos. Monitorar a calemia, o ECG e, se necessário, reavaliar o tratamento.

    Medicamento – Associações de muita cautela

    Diuréticos hipercalemiantes (amilorida, espironolactona, triantereno): a associação racional, útil para determinados pacientes, não exclui a possibilidade do surgimento de uma hipocalemia ou de uma hipercalemia (particularmente no paciente com insuficiência renal e no diabético). Monitorar a calemia, o ECG e, se necessário, reavaliar o tratamento.

    Metformina: risco aumentado de ocorrência de acidose láctica devido à metformina, desencadeada por uma eventual insuficiência renal funcional ligada aos diuréticos e, mais especificamente, aos diuréticos de alça.

    Não utilizar a metformina quando os níveis sanguíneos de creatinina ultrapassarem 15 mg/L (135 μmol/L) no homem e 12 mg/L (110 μmol/L) na mulher.

    Produtos de contraste iodados: em caso de desidratação provocada pelos diuréticos, há um risco aumentado de insuficiência renal aguda, particularmente quando da utilização de doses elevadas de produtos de contraste iodados.

    Reidratar o paciente antes da administração do produto iodado.

    Antidepressivos imipramínicos (tricíclicos), neurolépticos: efeito anti-hipertensivo e risco de hipotensão ortostática aumentados (efeito aditivo).

    Sais de cálcio: risco de hipercalcemia pela redução da eliminação urinária do cálcio.

    Ciclosporina, Tacrolimus: risco de aumento dos níveis plasmáticos de creatinina sem modificação das taxas circulantes de ciclosporina, mesmo na ausência de depleção hidrossódica.

    Corticosteróides, tetracosactídeo: diminuição do efeito anti-hipertensivo (retenção hidrossódica dos corticosteróides).


    Remédios com indapamida em sua composição

    Coverskyl Plus; Flux; Indafix; Indapen SR; Indatrat; Natrilix; Pericard Plus e Vesotrilix.


    Nomes Comerciais

    Este medicamento pode ser visto sob a forma genérica ou através dos nomes comerciais a seguir:

    - Dapamix;

    - Flux SR;

    - Indapen SR;

    - Indatrat SR;

    - Indafix;

    - Natrilix;

    - Vasotrilix SR.


    Formas de tomar

    A posologia do medicamento mencionado no artigo depende da idade e do quadro clínico do paciente:

    Recomenda-se ingerir o medicamento em sua dose única, administrada diariamente ou conforme a prescrição do médico. Os comprimidos devem ser ingeridos junto a um copo d’água e não podem ser abertos, mastigados ou partidos. O aumento da dose não aumenta a ação anti-hipertensiva presente em indapamida enquanto aumenta seu efeito diurético.

    Em casos onde o paciente sofre de insuficiência renal severa, o tratamento com o medicamento em destaque é contraindicado! Tiazídicos e diuréticos relacionados são totalmente eficazes apenas quando a função renal é normal ou está pouco debilitada.


    Efeitos colaterais

    As reações adversas que a indapamida pode gerar incluem erupções maculopapulares e purpura – sendo essas as mais comuns, decorrentes de reações alérgicas. Outras ocorrem com menos frequência, como fadiga, dores de cabeça, anemia, trombocitopenia, hipovolemia, leucopenia, agranulocitose, hipocalemia, hiponatremia, vertigem, parestesia, arritmia, hipotensão, náusea, prisão de ventre, pancreatite, boca seca, alterações na função hepática e aumento nos níveis plasmáticos do ácido úrico e glicose.


    Contraindicações

    A indapamida é um medicamento contraindicado para pacientes com insuficiência renal grave, encefalopatia hepática, insuficiência hepática grave, hipocalemia ou que possuem hipersensibilidade a sua substância ativa, outras sulfonamidas ou qualquer outro componente presente na formula do produto.

    Em geral, este medicamento não deve ser prescrito em associação com lítio e fármacos antiarrítmicos causadores de “torsades de pointes”.

    Este medicamento é contraindicado para o uso em crianças e pacientes no período de gestação – consulte seu médico e saiba mais sobre o tratamento, riscos e benefícios.

    Devido a presença da lactose, este medicamento não deve ser utilizado em casos de galactosemia, síndrome de má absorção de glicose e galactose ou deficiência de lactase (doenças metabólicas raras).