Economize em seus medicamentos

    Conheça o Dr. Entrega
    Para que serve o Bepantol?

    Para que serve o Bepantol?

    O Bepantol é um medicamento que contém dexpantenol, uma substância que protege a pele e estimula a sua regeneração já que é absorvido e transformado em vitamina B5. Dessa forma, a pele fica nutrida e fortalecida, causando um efeito cicatrizante que pode ser aplicado no tratamento de feridas e queimaduras, por exemplo.

    Este medicamento pode ser encontrado nas farmácias convencionais e até em alguns supermercados na forma de pomada para aplicação na pele, pelo preço médio de 20 reais.

    O que é:

    Bepantol pomada ou solução é indicado para cicatrização e epitelização em caso de ferimentos leves, tais como queimaduras e escoriações de pouca gravidade, úlceras crônicas, úlceras de decúbito e fissuras anais; para tratamento das inflamações da boca e da faringe; para tratamento pós-operatório de feridas cirúrgicas, enxertos cutâneos e erosões cervicais e para tratamento das estomatites (eventualmente em associação com anti-infecciosos).

    Também é indicado para prevenção e tratamento de rágadas dos mamilos, bem como de assaduras das nádegas do lactente e do eritema solar; como adjuvante no tratamento local das feridas e adjuvante, como aerosol, no tratamento das vias respiratórias superiores (faringite, laringite, traqueíte, bronquites agudas e crônicas).

    Uso adulto e pediátrico - Uso externo

    Para que serve o Bepantol:

    O Bepantol é indicado para:

    Feridas:

    Feridas na pele e mucosa podem ser facilmente tratadas, quanto antes for feito o diagnóstico. Preste atenção em pequenos detalhes, pois estes, podem ser indicativos de simples infecções ou até mesmo doenças psicológicas.

    Mucosa é o nome dado ao conjunto formado por epitélio e tecido conjuntivo que reveste as cavidades úmidas do corpo, em contraste com a pele onde a superfície é seca. Portanto, recobre locais como: boca, intestino e bexiga.

    Em outras palavras, é um tipo de tecido epitelial, que reveste as cavidades internas do corpo que têm contato com o meio externo. O epitélio do intestino delgado, por exemplo, é constituído por uma camada simples de células cilíndricas, que lhe permitem executar sua principal função: absorver o alimento.

    Queimaduras:

    As queimaduras são feridas traumáticas causadas, na maioria das vezes, por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos.

    Esses fatores atuam nos tecidos de revestimento do corpo humano, determinando destruição parcial ou total da pele e seus anexos, podendo atingir camadas mais profundas, como tecido celular subcutâneo (abaixo da pele), músculos, tendões e ossos.

    As queimaduras são classificadas de acordo com a sua profundidade e tamanho, sendo geralmente mensuradas pelo percentual da superfície corporal acometida.

    • Tipos:

    Os tipos de queimaduras são térmicas, químicas, elétricas ou radioativas – até mesmo animais (água viva por exemplo):

    • Queimaduras térmicas: são provocadas por fontes de calor como o fogo, líquidos ferventes, vapores, objetos quentes, queimadura de sol, exposição ao frio intenso

    • Queimaduras químicas: são provocadas por substâncias químicas em contato com a pele ou mesmo através das roupas

    • Queimaduras por eletricidade: são provocadas por descargas elétricas.

    Além disso, as queimaduras também podem ser divididas de acordo com a profundidade da lesão causada por uma queimadura:

    Queimadura de 1º grau:

    Também chamada de queimadura superficial, são aquelas que envolvem apenas a epiderme, a camada mais superficial da pele. Os sintomas são intensa dor e vermelhidão local, mas com palidez na pele quando se toca. A lesão da queimadura de 1º grau é seca e não produz bolhas. Geralmente melhoram no intervalo de 3 a 6 dias, podendo descamar e não deixam sequelas.

    Queimadura de 2º grau:

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, existem duas classificações para esse tipo: 2º grau superficial e 2º grau profundo. A queimadura de 2º grau superficial é aquela que envolve a epiderme e a porção mais superficial da derme. Os sintomas são os mesmos da queimadura de 1º grau, incluindo ainda o aparecimento de bolhas e uma aparência úmida da lesão. A cura é mais demorada podendo levar até 3 semanas e não costuma deixar cicatriz.

    As queimaduras de 2º grau profundas são aquelas que acometem toda a derme, sendo semelhantes às queimaduras de 3º grau. Como há risco de destruição das terminações nervosas da pele, este tipo de queimadura é considerada bem mais grave e também é mais dolorosa que o primeiro grau.

    As glândulas sudoríparas e os folículos capilares também podem ser destruídos, fazendo com a pele fique seca e perca seus pelos. A cicatrização demora mais que 3 semanas e costuma deixar cicatrizes.

    Queimadura de 3º grau:

    São queimaduras profundas que acometem toda a derme e atinge tecidos subcutâneos, com destruição total de nervos, folículos pilosos, glândulas sudoríparas e capilares sanguíneos, podendo inclusive atingir músculos e estruturas ósseas. São lesões esbranquiçadas/acinzentadas, secas, indolores e deformantes que não curam sem apoio cirúrgico, necessitando de enxertos de pele (ou seja, a retirada de pele saudável de outra região do corpo ou através de doação).

    As queimaduras podem também ser classificadas como leves, moderadas e graves. A gravidade determina o prognóstico de cura e a probabilidade de complicações. Os médicos determinam a gravidade da queimadura pela sua profundidade e pela porcentagem da superfície do corpo afetada por queimaduras de segundo e terceiro graus.

    Queimaduras leves: todas as queimaduras de primeiro grau, da mesma forma que as queimaduras de segundo grau que representam menos de 10% da superfície corporal (uma área equivalente à palma da mão corresponde a 1%), costumam ser classificadas como leves

    Queimaduras moderadas e graves: as queimaduras que envolvem mãos, pés, a face ou os genitais, as queimaduras de segundo grau que envolvem mais de 10% da superfície corporal e todas as queimaduras de terceiro grau que envolvem mais de 1% do corpo são classificadas como moderadas ou, mais frequentemente, como graves.

    Escoriações:

    Escoriações são lesões simples, que ocorrem na camada mais superficial da pele, por exemplo uma perna ralada em uma criança, sem perda ou destruição do tecido. No geral, o sangramento é pequeno, porém podem ser muito dolorosas porque as terminações nervosas ficam expostas. Na maioria dos casos, esse tipo de ferimento acontece devido a materiais cortantes, quedas ou arranhões. Apesar de serem lesões simples e, na maioria dos casos, não apresentarem risco, se não tratadas adequadamente podem se agravar e tornar o tratamento mais complexo.

    • Tratamento:

    O primeiro passo é analisar a gravidade e o tipo do ferimento. Se houver sangramento abundante (como no caso de cortes), estanque o sangue comprimindo a região afetada com um pano limpo. No caso de cortes profundos, é imprescindível procurar imediatamente o serviço de saúde. Em ralados e lesões em que ocorre a perda da pele, o primeiro passo é limpar a região afetada.

    Antes de tudo, lave bem as mãos com água e sabão – essa medida evita que a lesão seja contaminada por organismos prejudicam o tratamento. Na sequência, lave a região afetada com água corrente e sabão neutro. Nessa etapa, é importante retirar qualquer resquício de grama, terra, asfalto ou outro corpo estranho que possa ter ficado no ferimento.

    Após a limpeza, é necessário cobrir a lesão com um curativo, para evitar o ressecamento e diminuir o risco de contaminação. Cremes e pomadas hidratantes e cicatrizantes como Bepantol, podem ser úteis no tratamento.

    • Cuidados adicionais:

    Mesmo que o ferimento seja simples, é importante ficar atento a alguns sintomas que podem indicar infecção, como vermelhidão e aumento da temperatura da pele ao redor da lesão. Caso perceba alguma dessas alterações, procure um médico ou enfermeiro.

    Nunca, em hipótese alguma, utilize pó de café, açúcar, manteiga, pasta de dente ou qualquer outro produto caseiro no tratamento. Além de dificultar a avaliação da lesão, esses itens podem contaminar a região e complicar a cicatrização da pele.