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    Reduzindo a queimação estomacal com Aziram

    Reduzindo a queimação estomacal com Aziram

    Como este medicamento funciona

    Aziram é um remédio que diminui a acidez estomacal. A ação de efeito antiácido começa logo após a sua administração.

    • Dividol

      Dividol

      3 apresentações
      R$ 31,55
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    Indicação

    A indicação de Aziram é destinada ao tratamento da azia ou queimação por conta da acidez no estômago.

    Apresentação do medicamento

    Formato e embalagens

    Comprimido mastigável de 230 mg.

    Embalagem contendo 10 comprimidos mastigáveis.

    Uso

    Administração via oral.

    Indicado ao uso adulto.

    Composição

    Cada comprimido mastigável contém:

    Hidróxido de alumínio → 230 mg.

    Excipientes em 1 comprimido → Sacarina sódica, amido, manitol, aroma natural de menta, povidona, estereato de magnésio.

    Contraindicações

    Aziram tem contraindicações para os seguintes casos:

    • Alergia aos componentes da fórmula;

    • Se houver o desenvolvimento de obstrução intestinal;

    • Se houver o desenvolvimento de deficiência de fosfato.

    Advertências e precauções

    A ingestão de hidróxido de alumínio pode provocar a diminuição de fosfato no organismo, portanto você deverá manter dieta rica em fósforo durante o uso desta medicação.

    O hidróxido de alumínio não é bem absorvido pelo trato gastrintestinal e efeitos sistêmicos são raros em pacientes com função renal normal. No entanto, altas doses, ou uso prolongado, ou mesmo ainda em doses normais nos pacientes com dieta pobre em fósforo ou crianças menores de 2 anos de idade, pode resultar em depleção de fosfato (devido à ligação alumínio-fosfato) acompanhada de aumento de reabsorção óssea e hipercalciúria (eliminação elevada de cálcio na urina) com o risco de osteomalácia (doença nos ossos caracterizada por perda de minerais). Monitorização médica é recomendada em caso de uso prolongado ou em pacientes com risco de depleção de fosfato.

    O hidróxido de alumínio pode ser inseguro em pacientes com porfiria (problema na formação das células vermelhas) que estejam fazendo hemodiálise.

    O acúmulo de alumínio pode agravar os sintomas da doença de Alzheimer (doença degenerativa que afeta o sistema nervoso central) nos pacientes submetidos à diálise crônica.

    O hidróxido de alumínio pode causar prisão de ventre. Deve ser usado com cautela em casos de sangramento intestinal, prisão de ventre e presença de hemorroidas.

    O produto não deve ser utilizado por mais de duas semanas, sem prévia avaliação médica.

    Gravidez e amamentação

    Não há estudos que comprovem a segurança de Aziram durante a gravidez.

    Estudos em animais indicam que existe baixo risco de toxicidade do alumínio através do leite.

    Como o produto é pouco absorvido pela mãe quando utilizado como recomendado, este medicamento é considerado compatível com a amamentação.

    ATENÇÃO: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista.

    Populações especiais

    Altas doses deste medicamento podem provocar ou agravar obstrução intestinal e íleos em pacientes de alto risco como pacientes com insuficiência renal, crianças menores de 2 anos de idade ou pacientes idosos.

    Pacientes idosos

    Este medicamento deve ser utilizado com cautela por pacientes idosos, pois o uso prolongado pode provocar a diminuição da concentração de fósforo, o aumento da eliminação de cálcio e o acúmulo de alumínio no organismo. Estes distúrbios podem agravar as doenças ósseas.

    Pacientes com insuficiência dos rins

    Aziram deve ser utilizado com cautela por pacientes com insuficiência renal, pois estes apresentam níveis de alumínio e magnésio aumentados no sangue. Nesses pacientes, a exposição prolongada a altas doses de sais de alumínio e de magnésio pode causar encefalopatia (dano do sistema nervoso central), demência (insanidade),

    anemia microcítica (anemia caracterizada pela diminuição do tamanho das células vermelhas do sangue), ou piora da osteomalácia (doença nos ossos caracterizada por perda de minerais) induzida por diálise (processo de filtração do sangue onde ocorre a retirada do excesso de água e substâncias que não são mais aproveitadas pelo corpo e que deveriam ser eliminadas através da urina).

    Outros grupos de risco

    Caso você tenha sangramento intestinal, prisão de ventre ou hemorroidas, não utilize este fármaco, por mais de duas semanas, sem antes informar o seu médico.

    Interações medicamentosas

    Medicamento - medicamento

    Pode haver aumento dos níveis séricos de quinidina, levando ao quadro de superdose, quando esta é administrada juntamente com hidróxido de alumínio.

    Este medicamento pode interagir com digoxina, fenitoína, clorpromazina e isoniazida causando redução do efeito destes medicamentos.

    Aziram pode interagir também com pseudoefedrina e levodopa resultando em aumento da toxicidade.

    Este medicamento não deve ser administrado juntamente com antibióticos que contém tetraciclina (ou qualquer um dos seus sais), e com drogas como: antagonistas H2, benzodiazepínicos, fenotiazinas, diflunisal, digoxina, cetoconazol, fluorquinolonas, propranolol, penicilaminas, neurolépticos fenotiazínicos, metoprolol, atenolol, captopril, ranitidina, sais de lítio, sais de ferro, cefdinir, cefpodoxima, cloroquina, ciclinas, bifosfonato, etambutol, fluoreto de sódio, glicocorticoides, indometacina, isoniazida, levotiroxina, lincosamidas, rosuvastatina ou ácido acetilsalicílico, pois pode haver diminuição da absorção destes medicamentos. Também deve ser evitado o uso concomitante com levodopa, pois a absorção deste medicamento pode estar aumentada.

    Pode-se muitas vezes, evitar interações medicamentosas indesejáveis desses medicamentos com alumínio, administrando-os em intervalos mínimos de 2 horas (4 horas para a fluorquinolonas).

    O uso de hidróxido de alumínio e citrato podem resultar em níveis aumentados de alumínio, especialmente em pacientes que apresentam disfunção renal.

    A absorção de alumínio pode estar aumentada se for administrado concomitantemente com ácido ascórbico em altas doses.

    As interações podem ser minimizadas caso o hidróxido de alumínio seja administrado 2 a 3 horas antes ou após a administração de outros medicamentos ou alimentos.

    Recomenda-se cautela quando usado concomitantemente com poliestirenossulfonato devido aos riscos potenciais de diminuição da eficácia da resina na ligação de potássio, de alcalose metabólica em pacientes com insuficiência renal e obstrução intestinal.

    Medicamento - alimentação

    Evitar o uso do medicamento com suco de frutas ácidas e alimentos muito condimentados.

    Medicamento - álcool

    Evitar o uso do medicamento com bebidas alcoólicas.

    Medicamento - exames laboratoriais

    O uso excessivo ou prolongado deste medicamento pode alterar os resultados de alguns testes laboratoriais tais como dosagem de gastrina e de fosfato no sangue. O pH sistêmico e urinário pode estar aumentado.

    ATENÇÃO: Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde!

    Reações adversas

    O hidróxido de alumínio e todos os seus derivados podem causar prisão de ventre. A administração de altas doses pode causar obstrução intestinal.

    O hidróxido de alumínio pode provocar náuseas e vômitos.

    A administração de hidróxido de alumínio a pacientes com dieta pobre em fosfato pode ocasionar a diminuição de fosfato acompanhada pelo aumento da reabsorção óssea e de cálcio com o risco de osteomalácia.

    Os sais de alumínio são pouco absorvidos pelo trato gastrintestinal, e os efeitos sistêmicos são raros em pacientes com função renal normal. Em pacientes com comprometimento renal crônico, o acúmulo de alumínio pode provocar osteomalácia ou doença óssea adinâmica (doença com baixa remodelação óssea), encefalopatia, demência (insanidade) e anemia microcítica.

    A seguinte faixa de frequência foi utilizada na descrição das reações adversas:

    • Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);

    • Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);

    • Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);

    • Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);

    • Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);

    • Desconhecida (não pode ser estimada com os dados disponíveis).

    Reações adversas são incomuns nas doses recomendadas.

    Distúrbios do sistema imunológico

    Desconhecida: reações de hipersensibilidade como prurido (coceira), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica) e reações anafiláticas (reações alérgicas graves e imediata).

    Distúrbios gastrointestinais

    Incomum: diarreia ou prisão de ventre.

    Distúrbios do metabolismo e nutrição

    Desconhecida: hiperaluminemia (aumento dos níveis de alumínio no sangue); hipofosfatemia (diminuição dos níveis de fosfato no sangue) em uso prolongado, ou em altas doses, ou mesmo em doses normais do produto em pacientes com dieta pobre em fósforo ou em crianças menores de 2 anos de idade, nos quais pode resultar em aumento da reabsorção óssea, hipercalciúria (eliminação elevada de cálcio na urina), osteomalácia (doença nos ossos caracterizada por perda de minerais).

    Caso você esteja sentindo algum dos sintomas citados anteriormente, encontre um médico para tratar adequadamente do seu problema de saúde aqui.

    Superdose

    Sintomas relatados de superdose aguda incluem diarreia, dor abdominal e vômito.

    Altas doses deste produto podem provocar ou agravar obstrução intestinal e íleos em pacientes sob risco.

    O alumínio é eliminado através do trato urinário; o tratamento da superdose aguda consiste em reidratação e diurese forçada. Nos casos de deficiência da função renal é necessário hemodiálise (procedimento que filtra o sangue) e diálise peritoneal (processo de filtração do sangue através da membrana abdominal onde ocorre a retirada do excesso de água e substâncias que não são mais aproveitadas pelo corpo e que deveriam ser eliminadas pela da urina).

    ATENÇÃO: Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 (Disk Intoxicação da Anvisa), se você precisar de mais orientações.

    • Dividol

      Dividol

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