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    Saiba em quais casos o medicamento Metotrexato pode ajudar!

    Saiba em quais casos o medicamento Metotrexato pode ajudar!

    O Metotrexato é indicado para o tratamento de Leucemia linfoblástica aguda, tumores trofoblásticos, linfossarcomas, outros tumores de cabeça e pescoço, bexiga, mama, ovário, próstata, pulmão, rim e testículo.

    O que é?

    O Metotrexato é um antimetabólito usado no tratamento da artrite reumatoide e da psoríase grave em adultos. Quimicamente, o medicamento é o ácido N-[4-[[(2,4-diamino-6-pteridinil)-metil]metilamina]benzoil]-1-glutâmico.

    Artrite reumatoide:

    O Metotrexato é considerado uma droga antirreumática modificadora da doença (DMARD) e as diretrizes atuais de tratamento da artrite reumatoide recomendam o uso de DMARDs o mais precocemente possível. O medicamento está indicado no manejo de adultos com artrite reumatoide ativa moderada à grave, geralmente associado à terapia com agentes antiinflamatórios não-esteroides (AINE) ou esteroides. Em pacientes resistentes à terapia inicial com Metotrexato, este pode ser combinado com outros DMARDs (por exemplo, um inibidor do fator de necrose tumoral [TNF]).

    Psoríase (exceto em pacientes grávidas):

    Por causa do alto risco que envolve seu uso, Metotrexato é indicado somente no controle sintomático da psoríase grave, recalcitrante e incapacitante, e que não responde adequadamente a outras formas de terapia e a outras drogas, e unicamente quando o diagnóstico tiver sido estabelecido por biópsia e/ou após consulta dermatológica. É importante assegurar que a vermelhidão da psoríase não se deva a uma doença concomitante não diagnosticada que afeta a resposta imune.

    Interações medicamentosas:

    Pode aumentar a atividade anticoagulante e o risco de hemorragias dos medicamentos antigotosos (alopurinol, colchicina ou probenecida).

    Pode ocasionar anormalidades neurológicas, quando administrado com aciclovir parenteral.

    Ácido fólico e derivados contidos nos produtos vitamínicos reduzem seus efeitos farmacológicos/tóxicos.

    Alcalóides da vinca, citarabina e daunorrubicina aumentam sua captação celular.

    Bleomicina, canamicina, corticosteróides, hidroxicarbamida, mercaptopurina, neomicina e penicilinamina diminuem sua captação celular.

    Cetoprofeno, diclofenaco, fenilbutazona, indometacina e naproxeno causam toxicidade grave.

    Sulfonamidas aumentam o risco de hepatotoxicidade.

    Nomes comerciais:

    Fauldmetro; Hytas; Lexato; Tevametho; MTX; Metrexato; Miantrex CS; Tecnomet; Metotrexato; e Litrexate.

    Formas de tomar:

    Adulto e criança: 20 a 40mg/m 2 IV, 2 vezes por semana. Dose de manutenção de 15mg a 30mg/m 2 IV, 1 ou 2 vezes por semana.

    Em associação com outros agentes antineoplásicos na dose de 40mg/m 2 IV, a cada 3 ou 4 semanas.

    A dose e a duração da terapia deverão ser ajustadas ao tipo de neoplasia e às condições clínicas do paciente.

    Composição:

    Cada mL de Miantrex* CS 50 mg ou 500 mg contém 25 mg da substância. Excipientes: água para injetáveis, hidróxido de sódio e cloreto de sódio. Quando necessário, o pH é ajustado com solução de ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio. Cada mL de Miantrex* CS 1 g contém 100 mg da substância. Excipientes: água para injetáveis e hidróxido de sódio. Quando necessário, o pH é ajustado com solução de ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio.

    CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO

    Efeitos colaterais:

    Reações muito comuns (>10%)

    Sistema nervoso central (na terapia com doses muito altas):

    Aracnoidite (reação aguda manifestada por cefaleia intensa, rigidez de nuca, vômitos e febre); encefalopatia desmielinizante (meses ou anos após o uso do medicamento, geralmente em associação com radioterapia craniana ou outra quimioterapia sistêmica).

    Pele:

    Eritema.

    Endocrinológicas e metabólicas:

    Oligospermia e hiperuricemia.

    Gastrointestinal:

    Estomatite ulcerativa, glossite, gengivite, náusea, vômitos, diarreia, e mucosite (dose-dependente; aparece em 3-7 dias após terapia, resolve-se em 2 semanas).

    Hematológicas:

    Leucopenia, mielosuppressão (nadir: 7-10 dias), trombocitopenia.

    Renal:

    Insuficiência renal, nefropatia.

    Sistema respiratório:

    Faringite.

    Miscelânea:

    Imunossupressão.

    Reações comuns (>1% e < 10%)

    Cardiovascular:

    Vasculite.

    Sistema nervoso central:

    Vertigem, mal-estar, febre, calafrios.

    Pele:

    Alopecia, rash, fotosensibilidade, despigmentação ou hiperpigmentação da pele, prurido, dermatite.

    Endocrinológicas e metabólicas:

    Diabetes.

    Sistema genitourinário:

    Cistite.

    Hematológica:

    Hemorragia.

    Hepáticas:

    Cirrose (terapia crônica), aumento das enzimas hepáticas (terapia crônica) e fibrose portal (terapia crônica).

    Neuromuscular e esqueléticas:

    Artralgia.

    Ocular:

    Embaçamento visual.

    Renal:

    Disfunção renal, manifestada por aumento abrupto na creatinina plasmática e queda no débito urinário, mais comum com o uso de altas doses de Metotrexato, podendo ocorrer devido à precipitação da droga.

    Sistema respiratório:

    Pneumonite (associada à febre, tosse, infiltrado intersticial).

    Miscelânea:

    Infecção.

    Reações incomuns (< 1%)

    Síndrome neurológica aguda (desencadeada por doses elevadas de Metotrexato; os sintomas incluem confusão mental, hemiparesia, amaurose transitória e coma); síndrome respiratória aguda, agranulocitose, alveolite, anafilaxia, arritmia, oclusão arterial aguda, trombose arterial, acidente cerebrovascular, leucoencefalopatia crônica, disfunção cognitiva (relatada com doses baixas), trombose venosa profunda, disartria, enterite, eosinofilia, eritema multiforme, dermatite exfoliativa, sangramento gastrointestinal, ginecomastia, insuficiência hepática, hepatite, herpes simplex, herpes zoster, histoplasmose, hipogamaglobulinemia, hipotensão, disfunção erétil, infertilidade, perfuração intestinal, linfoma, desordens linfoproliferativas, isquemia mesentérica aguda, isquemia miocárdica, perfuração do septo nasal, neutropenia, osteoporose, pancreatite, derrame pericárdico, pericardite, erosão da placa (psoríase), embolismo pulmonar, insuficiência respiratória, convulsões, ulceração na pele, Síndrome de Stevens-Johnson, arritmias ventricular e supraventricular, síncope, telangiectasias, tromboflebite e necrólise epidérmica tóxica.

    Gravidez:

    Categoria X de risco na gravidez:

    De acordo com estudos, o fármaco provocou anomalias fetais, havendo clara evidência de risco para o feto, que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente.

    Contraindicações:

    Pacientes com psoríase ou artrite reumatoide em que for diagnosticada gravidez não devem receber o medicamento.

    A gravidez deve ser evitada, se o parceiro estiver recebendo o medicamento, durante e por um período mínimo de 3 meses após o tratamento para homens e durante e pelo menos por um ciclo ovulatório, após o tratamento, em mulheres.

    Este medicamento está contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao medicamento ou a qualquer componente da formulação e em pacientes que tenham evidência clara ou laboratorial de síndrome da imunodeficiência, disfunção hepática ou renal grave e discrasias sanguíneas, tais como hipoplasia da medula óssea, leucopenia, trombocitopenia ou anemia. Devido ao potencial de reações adversas sérias para os lactentes, o medicamento é contraindicado para mulheres que estejam amamentando.

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas.

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