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    Saiba mais sobre Azulix: Indicado para tratar diabetes

    Saiba mais sobre Azulix: Indicado para tratar diabetes

    Azulix é indicado para o tratamento oral de diabetes mellitus não insulino-dependente (tipo 2 ou diabetes do adulto), quando os níveis de glicose não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.

    Este medicamento pode ser associado a outros antidiabéticos orais que não estimulam a secreção de insulina, como a metformina.

    Também pode ser associado à metformina quando os níveis glicêmicos (níveis de açúcar no sangue) não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e uso de metformina em monoterapia (uso de apenas um medicamento).

    Azulix também pode ser utilizado em associação com insulina.

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    Ação no organismo:

    A glimepirida diminui as concentrações sanguíneas da glicose, principalmente pela estimulação da secreção de insulina.

    Os picos de redução da glicemia em pacientes diabéticos do tipo 2 ocorreram em 2 a 4 horas após a ingestão do medicamento.

    Antes de utilizar, é importante saber:

    Durante as primeiras semanas de tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue) pode estar aumentado e necessita de monitorização cuidadosa.

    Fatores que favorecem a hipoglicemia incluem:

    - Indisposição (mais comum em pacientes idosos) ou incapacidade para cooperar;
    - Desnutrição (ingestão insuficiente de nutrientes), refeições irregulares ou refeições suprimidas;
    - Desequilíbrio entre o esforço físico e ingestão de carboidratos;
    - Alterações na dieta;
    - Consumo de álcool, principalmente quando combinado com a falta de refeições;
    - Função renal comprometida;
    - Alteração severa da função do fígado;
    - Superdose com Azulix ;
    - Algumas alterações descompensadas do sistema endócrino que afetam o metabolismo dos carboidratos ou a contrarregulação da hipoglicemia (como, por exemplo, em certas alterações da função da tireóide ou na insuficiência corticoadrenal ou pituitária anterior);
    - Administração concomitante de outros medicamentos;
    - Tratamento na ausência de qualquer indicação.

    Como armazenar:

    Conservar em temperatura ambiente (15 a 30 ºC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    1mg

    Comprimido de coloração rosa, oval, biconvexo e liso em ambos os lados.

    2 mg

    Comprimido de coloração amarela, oval, biconvexo, sulcado de um lado e liso do outro.

    Nomes comerciais:

    Betes; Azulix; Diabemed; Gliansor; Amaglyn; Amaryl; Bioglic; Diamellitis; Glycopirida; Glimepibal; Glimepil; e Glimeran.

    Formas de tomar:

    A dose inicial usual é de 1 mg diariamente. Se necessário, esta dose diária poderá ser aumentada.

    Recomenda-se que tal aumento se faça de acordo com o controle do nível de glicose no sangue e de forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg, 6 mg.

    A dose inicial usual para pacientes com diabetes bem controlado é de 1 a 4 mg ao dia. Doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes; portanto doses superiores não devem ser utilizadas

    Ajuste secundário da dose

    A sensibilidade à insulina aumenta à medida que melhora o controle do diabetes; portanto, as necessidades de glimepirida podem diminuir durante o tratamento. Para evitar hipoglicemia, deve-se considerar oportuna uma redução temporária na dose ou interrupção da terapia.

    Duração do tratamento

    O tratamento é de longa duração, dependente da resposta e evolução do paciente e da conduta e decisão do médico responsável.

    Efeitos colaterais:

    Distúrbios do metabolismo e nutrição

    Pode ocorrer hipoglicemia e esta pode ser prolongada.

    Possíveis sintomas de hipoglicemia incluem cefaleia (dor de cabeça), excesso de apetite, náusea, vômitos, fadiga, insônia, alteração do sono, inquietação, agressividade, prejuízo da concentração, alteração das reações e do estado de alerta, depressão, confusão, alterações na fala, afasia (dificuldade na comunicação, na forma falada e escrita), alterações visuais, tremor, paresias (fraqueza muscular), alterações sensoriais, tontura, sensação de abandono, perda do autocontrole, delírio, convulsões, sonolência e perda da consciência, podendo evoluir para coma, dificuldade de respiração e bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).

    Distúrbios oculares

    Especialmente no início do tratamento, pode ocorrer alteração visual temporária devido às modificações dos níveis sanguíneos de glicose.

    Distúrbios gastrointestinais

    Ocasionalmente, podem ocorrer sintomas gastrointestinais como náusea (enjoo), vômito, sensação de pressão ou plenitude gástrica (estômago cheio), dor abdominal e diarreia.

    Em casos isolados, pode-se observar hepatite, aumento dos níveis de enzimas hepáticas e/ou colestase (alteração do fluxo da bile) e icterícia (deposição de pigmentos biliares na pele dando uma cor amarela intensa) que podem progredir para insuficiência hepática com risco de vida, mas pode regredir com a suspensão do tratamento.

    Disgeusia (alteração ou diminuição do paladar) (frequência desconhecida).

    Distúrbios do sangue e sistema linfático

    Ocorre raramente trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas) e, em casos isolados, leucopenia (redução de leucócitos), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos, leucócitos e plaquetas do sangue em decorrência do aumento da velocidade de destruição destes glóbulos), eritrocitopenia (redução do número de eritrócitos), granulocitopenia (diminuição do número de leucócitos granulares), agranulocitose (falta ou diminuição drástica de alguns tipos de leucócitos) ou pancitopenia (deficiência de eritrócitos, leucócitos e plaquetas).

    Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

    Alopecia (perda de cabelos e pelos) (frequência desconhecida).

    Gravidez:

    Azulix não deve ser administrado durante a gravidez e amamentação, devido ao risco de dano à criança, portanto, o tratamento deve ser substituído por insulina ou interromper a amamentação.

    Se você estiver planejando engravidar, deve informar ao médico. Recomenda-se, neste caso, a substituição do tratamento por insulina.

    Contraindicações:

    Este medicamento não deve ser utilizado nos seguintes casos: alergia à glimepirida ou a outras sulfonilureias, outras sulfonamidas ou aos demais componentes da formulação. Azulix é contraindicado durante a gravidez e lactação.

    Não há experiência suficiente na utilização em pacientes com insuficiência hepática (redução da função do fígado) grave e em pacientes sob diálise. Em pacientes com insuficiência da função hepática severa é indicada a substituição pela insulina, ao menos para se obter um controle metabólico adequado.

    Azulix não deve ser administrado para o tratamento de diabetes mellitus insulino dependente (Tipo 1, ou seja, para o tratamento de diabéticos com história de cetoacidose), de cetoacidose diabética (uma complicação do diabetes mellitus) ou de pacientes em pré-coma ou coma diabético. Essa condição deve ser tratada com insulina.

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