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    Saiba os perigos da insuficiência cardíaca pode acarretar!

    Saiba os perigos da insuficiência cardíaca pode acarretar!

    A insuficiência cardíaca surge quando o coração tem dificuldade para bombear o sangue para o corpo, gerando sintomas como cansaço, tosse noturna e o inchaço nas pernas ao final do dia.

    Geralmente, é mais comum em pacientes com pressão alta pois o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue, provocando dilatação do coração ao longo dos anos.


    Você sabia? A insuficiência cardíaca não tem cura, mas pode ser controlada com o uso regular de remédios orais e cuidados com a alimentação!


    O que é:

    É uma condição em que o coração é incapaz de bombear sangue na corrente sanguínea em quantidade suficiente para dar resposta às necessidades do corpo.

    Os sintomas normalmente começam devagar. No início, podem aparecer apenas quando se está mais ativo. Com o passar do tempo, problemas respiratórios e outros sintomas podem começar a serem percebidos mesmo ao descansar.No entanto, os sintomas de podem também aparecer de repente, logo após um ataque cardíaco ou outro problema cardíaco.

    Os sintomas mais comuns são: Falta de ar na atividade física ou logo após estar deitado por um tempo; Tosse; Inchaço dos pés e tornozelos; Inchaço do abdômen; Ganho de peso; Pulso irregular ou rápido; Sensação de sentir o batimento cardíaco (palpitações); Dificuldade para dormir; Fadiga, fraqueza, desmaios; Perda de apetite, indigestão; Diminuição da atenção ou concentração; Redução do volume de urina; Náuseas e vômitos; e necessidade de urinar durante a noite.

    Alguns pacientes não apresentam sintomas. Nessas pessoas, os sintomas podem aparecer sob as seguintes condições: Ritmo cardíaco anormal (arritmias); Anemia; Hipertireoidismo; Infecções com febre alta; e doença renal.


    Causas:

    É uma doença crônica de longo prazo, embora possa, às vezes, se desenvolver repentinamente. Ela pode afetar apenas um dos lados do coração, sendo chamada, dependendo do caso, de insuficiência cardíaca direita ou esquerda. Mesmo que ela se desenvolva em somente um lado do coração, ambos os lados acabam sendo afetados conforme o tempo vai passando.

    Como a função de bombeamento do coração está comprometida, o sangue pode retornar a outras áreas do corpo, acumulando-se, por exemplo, nos pulmões, fígado, trato gastrointestinal, braços e pernas. Daí o outro nome dado à doença: a tipo congestiva. Com isso, faltam oxigênio e nutrientes para os órgãos onde houve acúmulo de sangue, prejudicando e reduzindo a capacidade destes de trabalhar adequadamente.

    Uma das causas mais comuns é a doença arterial coronariana (DAC), na qual teremos um estreitamento dos vasos coronarianos, que são responsáveis por levar oxigênio ao músculo cardíaco, pela presença de placas de gordura podendo levar a isquemia e infarto. Também podem levar a esta condição clínica alterações nas válvulas cardíacas, níveis pressóricos não controlados, inflamação do músculo cardíaco , doença de chagas e outras causas.

    Existem também alguns fatores de risco que podem levar um paciente a desenvolver a doença, além também de uma combinação de fatores que aumentam o risco da doença, tais como: Pressão arterial elevada; Doença arterial coronariana; Ataque cardíaco; Diabetes e alguns medicamentos para tratar a doença; Apneia do sono; Cardiopatias congênitas; Infecção por vírus; Consumo de álcool; Batimentos cardíacos irregulares, a exemplo de arritmia.


    Tipos:

    Os principais tipos incluem:

    Crônica:

    É o tipo mais comum que se desenvolve ao longo dos anos devido à pressão alta, por exemplo;

    Aguda:

    Surge repentinamente devido a um problema grave, como infarto, arritmia grave ou hemorragia e deve ser tratada em internamento para evitar complicações;

    Descompensada:

    Surge em pacientes com o quadro crônico da doença, que não fazem o tratamento de forma adequada, sendo necessário internamento;

    Congestiva:

    Existe acúmulo de líquidos nos pulmões, pernas e barriga, devido à dificuldade do coração em bombear sangue.


    Dicas:

    • Tenha uma dieta equilibrada;

    • Diminua a ingestão de sal;

    • Pratique exercícios físicos regularmente e sob orientação de um profissional;


    Tratamento:

    O tipo de tratamento a ser indicado deverá ser individualizado para cada paciente e dependerá de alguns fatores como: A causa, os sintomas e complicações clínicas apresentados pelo paciente e o estágio da doença. O tratamento. Em geral o paciente deverá fazer mudanças no seu estilo de vida, como restringir o uso de sal, a ingestão de líquidos e perder peso. Além de mudanças na dieta, reduzindo significamente a ingestão de gorduras e frituras.

    O tratamento medicamentoso têm possibilidade da diminuição dos sintomas, aumento da sobrevida e da qualidade de vida dos pacientes. Os mais utilizados são os anti hipertensivos (para controle da pressão arterial, diuréticos para diminuir o inchaço das pernas e líquido no pulmão), medicações que diminuam a descarga de adrenalina encontrada nestes pacientes, fármaco que melhoram a contratilidade do coração e vasodilatadores.

    Em alguns casos, se foi uma doença subjacente que levou a disfunção do coração, necessitará de tratamento percutâneo com stents ou cirúrgico. Já nos estágios mais avançados da doença, o transplante cardíaco poderá ser a única terapia efetiva.

    Encontre o médico ideal para tratar essa doença ou qualquer outro sintoma que esteja te incomodando aqui.


    Remédios indicados:

    Aldactone: É um medicamento indicado no tratamento da hipertensão essencial, distúrbios edematosos, tais como: Edema e ascite relacionados à insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e síndrome nefrótica e edema idiopático.

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    Atenolol: É um medicamento que age preferencialmente sobre os receptores localizados no coração e na circulação, reduzindo a pressão arterial, quando usado continuamente. Começa a ter uma ação significativa dentro de 1 hora após sua administração por via oral, atingindo seu efeito máximo em 2 a 4 horas. Esse efeito é mantido por no mínimo 24 horas.

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    Carvedilol: É um fármaco indicado para tratamento de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva estável e sintomática leve, moderada e grave, de etiologia isquêmica e não isquêmica.

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    Clortalidona: É um remédio indicado para o tratamento da hipertensão arterial essencial, nefrogênica ou sistólica isolada; como terapia primária ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos e da insuficiência cardíaca congestiva estável de grau leve a moderado.

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    Hidroclorotiazida: É um fármaco destinado ao tratamento da hipertensão arterial, quer isoladamente ou em associação com outros fármacos anti-hipertensivos. Pode ser ainda utilizado no tratamento dos edemas associados com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e com a terapia por corticosteroides ou estrógenos.

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    Isossorbida: É um medicamento vasodilatador de ação direta, que relaxa a musculatura vascular lisa, tendo como indicação angina pectoris e insuficiência cardíaca congestiva.