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    Saiba para quais situações Atenolol é indicado!

    Saiba para quais situações Atenolol é indicado!

    Atenolol é um medicamento de uso oral conhecido comercialmente como atenol. Suas principais funções são a diminuição do ritmo cardíaco e o controle da pressão sanguínea, sendo muito eficaz no tratamento de hipertensão.

    O que é?

    O Atenolol é indicado para:

    - Controle da hipertensão arterial;

    - Controle da angina pectoris;

    - Controle de arritmias cardíacas;

    - Tratamento do infarto do miocárdio;

    - Intervenção precoce e tardia após infarto do miocárdio.

    Interações Medicamentosas:

    O uso combinado de betabloqueadores e bloqueadores do canal de cálcio com efeitos inotrópicos negativos, como por exemplo, verapamil e diltiazem, pode levar a um aumento destes efeitos, particularmente em pacientes com função ventricular comprometida e/ou anormalidades de condução sinoatrial ou atrioventricular. Isso pode resultar em hipotensão grave, bradicardia e insuficiência cardíaca.

    Nenhuma destas substâncias deve ser administrada intravenosamente antes da descontinuação da outra por 48 horas.

    A terapia concomitante com diidropiridinas, como por exemplo, nifedipino, pode aumentar o risco de hipotensão e pode ocorrer insuficiência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca latente. A associação de glicosídeos digitálicos com betabloqueadores pode aumentar o tempo de condução atrioventricular.

    Os betabloqueadores podem exacerbar a hipertensão de rebote que pode ocorrer após a retirada da clonidina.

    Se estas substâncias forem coadministradas, o betabloqueador deve ser descontinuado vários dias antes da retirada da clonidina. Se for necessário substituir o tratamento de clonidina por betabloqueador, a introdução do betabloqueador deve ser feita vários dias após a interrupção da administração da clonidina.

    Antiarrímicos Classe 1 (por exemplo a disopiramida) e amiodarona podem potencializar o efeito no tempo de condução atrial e induzir efeito negativo inotrópico. O uso concomitante de agentes simpatomiméticos, por exemplo, adrenalina, pode neutralizar os efeitos dos betabloqueadores.

    O uso concomitante de inibidores da prostaglandina sintetase (por exemplo: ibuprofeno, indometacina) pode diminuir os efeitos hipotensores dos betabloqueadores.

    Deve-se ter cautela ao administrar agentes anestésicos com Atenolol.

    O anestesista deve ser informado e a escolha do anestésico deve recair sobre um agente com a menor atividade inotrópica negativa possível. O uso de betabloqueadores com substâncias anestésicas pode resultar em atenuação da taquicardia de reflexo e aumento do risco de hipotensão. Agentes anestésicos que causam depressão miocárdica devem ser evitados.

    Nomes Comerciais:

    Atenopress; Ablok; Angipress; Ateneum; Atenobal; Atenol; Atenolab; Telol; Angiless; Atecard; Ateneo; Atenoton; Antesiol; Atenuol; Ateplus; Atepress; Plenacor; Ritcor; Telol C; e Tenolon.

    Formas de tomar:

    Tratamento da Hipertensão

    - A dose recomendada para adultos varia de 50 a 100 mg, 1 comprimido de Atenolol 50 mg ou 1 comprimido de Atenolol 100 mg, por dia.

    Tratamento da Angina

    - A dose recomendada para adultos é de 100 mg por dia. Esta dose pode ser administrada 1 vez por dia, 1 comprimido de Atenolol 100 mg, ou dividida em 2 doses diárias, 2 comprimidos de Atenolol 50 mg por dia.

    Tratamento de batimentos cardíacos irregulares

    - A dose recomendada para adultos varia de 50 a 100 mg, 1 comprimido de Atenolol 50 mg ou 1 comprimido de Atenolol 100 mg, por dia.

    Tratamento após o infarto do miocárdio

    - A dose recomendada para adultos após o infarto do miocárdio é de 100 mg, 1 comprimido de Atenolol 100 mg, por dia.

    Caso seja necessário, e de acordo com indicação médica, o tratamento com o medicamento pode ser completado com outros medicamentos anti-hipertensivos, como Clortalidona ou Propicia.

    Efeitos Colaterais:

    Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

    Bradicardia (batimentos lentos do coração), mãos e pés frios, alterações gastrointestinais e fadiga (cansaço).

    Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

    Distúrbios do sono e elevação de enzimas do fígado no sangue (transaminases).

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

    Piora da insuficiência cardíaca; início de alteração do ritmo cardíaco (desencadeamento de bloqueio cardíaco); queda da pressão por mudança de posição (que pode estar associada a desmaio); claudicação intermitente (dor ao caminhar; devido a suspensão da circulação local no músculo da perna) pode ser aumentada se esta já estiver presente; em pacientes susceptíveis ao fenômeno de Raynaud (condição que reduz o fluxo sanguíneo nas extremidades); tontura; cefaleia (dor de cabeça); formigamento; alterações de humor; pesadelos; confusão; psicoses (distúrbio mental sério); alucinações; boca seca; alterações da função do fígado; púrpura (tipo de doença no sangue); trombocitopenia (redução das plaquetas do sangue); alopecia (queda de cabelo); reações na pele semelhantes à psoríase (com manchas escamosas duras e avermelhadas); exacerbação da psoríase; erupções na pele; olhos secos; distúrbios na visão; impotência sexual e broncoespasmo (chiado no peito) em pacientes com asma brônquica ou com histórico de queixas asmáticas.

    Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

    Aumento de um tipo de fator imunológico no sangue (anticorpos antinucleares – ANA).

    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

    Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    Gravidez:

    Categoria de risco na gravidez: D.

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O medicamento atravessa a barreira placentária e aparece no sangue do cordão umbilical. Não foram realizados estudos sobre o uso deste remédio no primeiro trimestre e a possibilidade de danos fetais não pode ser excluída. O medicamento tem sido utilizado sob supervisão cuidadosa para o tratamento de hipertensão no terceiro trimestre.

    A administração deste remédio a gestantes para o controle da hipertensão de leve a moderada foi associada a retardo no crescimento intrauterino.

    O uso do medicamento em mulheres que estejam grávidas ou que possam engravidar requer que os benefícios antecipados sejam avaliados contra os possíveis riscos, particularmente no primeiro e no segundo trimestres de gravidez.

    Há acúmulo significativo do remédio no leite materno.

    Os neonatos nascidos de mães em uso do remédio, durante a gravidez ou na amamentação, podem apresentar risco de hipoglicemia e bradicardia. Deve-se ter cuidado quando o medicamento é administrado durante a gravidez ou para mulheres que estejam amamentando.

    Não há experiência clínica em crianças, por esta razão, não é recomendado o uso do medicamento em crianças.

    Este medicamento pode causar dopping.

    Contraindicações:

    Você não deve utilizar o medicamento nas seguintes situações:

    - Conhecida hipersensibilidade (alergia) ao medicamento ou a qualquer um dos componentes da fórmula;

    - Bradicardia (batimentos lentos do coração);

    - Choque cardiogênico (comprometimento importante da função do coração em bombear sangue aos tecidos);

    - Hipotensão (pressão arterial baixa ou muito baixa);

    - Acidose metabólica (alteração metabólica na qual o pH do sangue é baixo);

    - Problemas graves de circulação arterial periférica (nas extremidades);

    - Bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau (tipo de arritmia que causa bloqueio de impulsos elétricos para o coração);

    - Síndrome do nodo sinusal (doença no local de origem dos impulsos elétricos do coração);

    - Portadores de feocromocitoma (tumor benigno da glândula adrenal ou supra-renal) não tratado;

    - Insuficiência cardíaca descompensada.

    Situações que exigem precaução:

    - Asma – somente doses baixas e com acompanhamento médico são permitidas;

    - Diabetes – pode impedir que o paciente sinta os sintomas de hipoglicemia;

    - Feocromocitoma – só pode ser utilizado se o paciente já estiver medicado com um bloqueador alfa;

    - Psoríase – pode agravar os sintomas;

    - Depressão – pode agravar os sintomas.

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