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    Velija: saiba tudo sobre este antidepressivo!

    Velija: saiba tudo sobre este antidepressivo!

    Velija é um medicamento antidepressivo que age no sistema nervoso central (SNC) proporcionando a melhora de sintomas depressivos em pacientes e é um medicamento da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina.


    O que é

    É usada para tratar pacientes com quadro de depressão. É eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo, por até seis meses, em pacientes que apresentaram resposta ao tratamento inicial.

    Também é indicado para o tratamento de: Transtorno depressivo maior; Dor neuropática periférica diabética; Fibromialgia (FM) em pacientes com ou sem transtorno depressivo maior (TDM); Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica; Estados de dor crônica associados à dor devido à osteoartrite de joelho (doença articular degenerativa) em pacientes com idade superior a 40 anos e transtorno de ansiedade generalizada.

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    Interações medicamentosas

    Deve ser administrado com cuidado em pacientes que estiverem sob tratamento com qualquer um dos medicamentos descritos a seguir: antidepressivos tricíclicos (ATCs), inibidores da enzima CYP1A2 (por exemplo: fluvoxamina e antibióticos a base de quinolona), medicamentos metabolizados pela enzima CYP2D6 (por exemplo: desipramina e tolterodina), inibidores da enzima CYP2D6 (por exemplo: paroxetina, medicamentos com atividade serotoninérgica (por exemplo: inibidores seletivos da receptação de serotonina, inibidores da receptação de serotonina e noradrenalina, triptanos ou tramadol), medicamentos com ação no sistema nervoso central e medicamentos que sejam altamente ligados às proteínas presentes no sangue. Consulte seu médico para obter informações sobre estas classes de medicamentos e se você está tomando algum medicamento que interaja com Velija.

    Álcool:

    Quando a duloxetina e o álcool foram administrados em tempos diferentes, notou-se que a duloxetina não aumentou o prejuízo das habilidades mental e motora causado pelo álcool. No banco de dados de estudos clínicos com duloxetina, três pacientes tratados com duloxetina tiveram lesões no fígado. Em todos estes casos, foi descrito uso concomitante significativo de álcool, o que pode ter contribuído para as anormalidades constatadas.

    Antiácidos e antagonistas H2:

    É aconselhável cuidado ao se administrar este medicamento para pacientes que possam apresentar retardo no esvaziamento gástrico (por exemplo, alguns pacientes diabéticos). Medicamentos que aumentam o pH gastrointestinal podem promover uma liberação precoce de duloxetina. Entretanto, a coadministração deste fármaco com antiácidos que contenham alumínio ou magnésio ou de Velija com famotidina não causou efeito significativo nas taxas ou na quantidade absorvida de duloxetina após a administração de uma dosagem de 40 mg. Não há informações se a administração concomitante de inibidores da bomba de próton afeta a absorção de Velija.

    Fitoterápicos:

    A ocorrência de eventos indesejáveis pode ser mais comum durante o uso concomitante de Velija com preparações fitoterápicas que contenham a Erva de São João (Hypericum perforatum).


    Nomes comerciais

    Este medicamento pode ser encontrado sob a forma genérica (cloridrato de duloxetina) ou através dos nomes comerciais a seguir:

    • Cymbi;

    • Dulorgran;

    • Neulox;

    • Dual;

    • Abretia;

    • Cymbalta;

    • Deprasil;

    • Duatlo.


    Formas de tomar

    Tratamento Inicial

    Transtorno Depressivo Maior:

    O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Não há evidências de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais. A segurança de doses acima de 120 mg não foram adequadamente avaliadas.

    Dor Neuropática Periférica Diabética:

    O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais significativos e a dose mais alta é claramente menos bem tolerada. Para pacientes cuja tolerabilidade seja uma preocupação, uma dose inicial mais baixa pode ser considerada.

    Fibromialgia:

    O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência que doses maiores que 60 mg/dia confiram benefícios adicionais, mesmo em pacientes que não respondem a uma dose de 60 mg e doses mais altas estão associadas a uma taxa maior de reações adversas.

    Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho:

    O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg ao dia.

    Transtorno de Ansiedade Generalizada:

    O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Embora tenha sido mostrado que uma dose diária de 120 mg é eficaz, não há evidências de que doses superiores a 60 mg/dia confiram benefícios adicionais. No entanto, nos casos em que a decisão tomada seja de aumentar a dose acima de 60 mg, uma vez ao dia, deve-se fazer aumento gradual da dose em 30 mg, uma vez ao dia. A segurança de doses acima de 120 mg, uma vez ao dia, não foi adequadamente avaliada.

    Tratamento Prolongado/Manutenção/Continuação

    Transtorno Depressivo Maior: é consenso que episódios agudos do transtorno depressivo maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, geralmente por vários meses ou mais longa. Deve ser administrado em uma dose total de 60 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ser periodicamente reavaliados para determinar a necessidade da manutenção do tratamento e da dosagem apropriada para tal.

    Dor Neuropática Periférica Diabética:

    A eficácia deve ser avaliada individualmente, já que a progressão da dor neuropática periférica diabética é bastante variável e o controle da dor é empírico. A eficácia deste fármaco não foi avaliada sistematicamente em estudos clínicos por períodos superiores a 12 semanas.

    Fibromialgia:

    A fibromialgia é reconhecida como uma condição crônica. A eficácia da duloxetina no tratamento da fibromialgia foi demonstrada em estudos clínicos por até três meses. A eficácia da duloxetina não foi demonstrada em estudos mais longos; entretanto, o tratamento contínuo deve ser baseado na resposta individual do paciente.

    Estados de dor crônica associada à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho:

    A eficácia da duloxetina não foi estabelecida em estudos clínicos além de 13 semanas.

    Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

    É comumente aceito que o transtorno de ansiedade generalizada requer terapias farmacológicas por vários meses ou até tratamentos mais longos. A manutenção da eficácia do tratamento do TAG foi estabelecida com o uso da duloxetina como monoterapia (sem nenhum outro medicamento). Deve ser administrado numa dose de 60-120 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ter acompanhamento médico periódico, para assim avaliar se a terapia deve continuar e em qual dosagem.


    Efeitos colaterais

    O Velija pode causar alguns efeitos colaterais, os mais comuns são:

    Consulte um médico se algum destes sintomas for grave e/ou não desaparecer.


    Gravidez

    Este medicamento deve ser usado em gestantes somente se o benefício potencial justificar o risco para o feto. Sintomas de descontinuação [por exemplo: hipotonia (flacidez muscular), tremor, nervosismo, dificuldade de alimentação, desconforto respiratório e convulsões] podem ocorrer no recém-nascido caso a mãe use este medicamento próximo ao parto. A maioria dos casos ocorreu no nascimento ou poucos dias após. Não há evidências de que a duloxetina (princípio ativo do Velija) cause má formação em fetos em estudos com animais.

    Se você estiver amamentando, tome cuidado, pois este fármaco é excretado no leite materno. Devido à segurança deste remédio em crianças ser desconhecida, não é recomendável amamentar durante o tratamento com este medicamento.


    Contraindicações

    Este medicamento é contraindicado no caso de se estar a tomar medicamentos inibidores da monoaminoxidase, como sulfato de tranilcipromina e moclobemida ou por pessoas que tiverem parado de tomar um destes remédios nos últimos 14 dias.


    • Xarelto

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