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Isothane

Bula do Isothane

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BULA COMPLETA DO ISOTHANE PARA O PACIENTE

(isoflurano)

Baxter Hospitalar Ltda.

Anestésico inalatório: embalagem contendo 6 frascos com 100 mL.

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

isoflurano

APRESENTAÇÃO

Anestésico Inalatório

Líquido volátil para inalação: embalagem contendo 6 frascos com 100 mL

VIA INALATÓRIA

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco de ISOTHANE contém:

isoflurano............................................100%

(não contém excipientes).

II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUÊ ESSE MEDICMENTO É INDICADO?

Este medicamento é destinado à indução e manutenção da anestesia geral em pacientes pediátricos ou

adultos, em procedimentos cirúrgicos hospitalares ou ambulatoriais. ISOTHANE (isoflurano) é um

líquido volátil para inalação, não inflamável e não explosivo, administrado por vaporização. É um

medicamento anestésico geral inalatório halogenado.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O ISOTHANE (isoflurano) é um agente anestésico líquido, não inflamável, para o uso em anestesia geral

inalatória, por meio de vaporização. ISOTHANE (isoflurano) é um anestésico inalatório, pertencente ao

grupo dos anestésicos halogenados. A indução e a recuperação da anestesia ocorrem rapidamente com

isoflurano. ISOTHANE (isoflurano) apresenta um odor levemente irritante de éter, o que pode limitar a

velocidade de indução.

ISOTHANE (isoflurano) é metabolizado (transformado dentro do organismo) de forma mínima em

comparação a outros anestésicos halogenados, tais como enflurano ou halotano. Em média, 95% do

isoflurano é recuperado no ar expirado; 0,2% do isoflurano captado pelo organismo é metabolizado. O

principal metabólito (produto formado) é o ácido trifluoroacético. O nível sérico médio (concentração no

sangue) de fluoreto inorgânico em pacientes anestesiados com isoflurano está entre 3 e 4 μmol/litro.

Em pacientes anestesiados com isoflurano, o pico médio da concentração sérica (quantidade presente no

sangue) de fluoretos inorgânicos é, geralmente, menor do que 5 μmol/litro e ocorre cerca de 4 horas após

a anestesia, retornando aos níveis normais em 24 horas. Isto não deve alterar a função renal em um

indivíduo normal.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

ISOTHANE (isoflurano) é contraindicado em pacientes com:

-Hipersensibilidade a anestésicos halogenados.

-Conhecida ou suspeita disposição genética para hipertermia maligna (doença muscular hereditária,

caracterizada por resposta hipermetabólica após exposição a anestésicos inalatórios).

-História de hipertermia maligna (doença muscular hereditária, caracterizada por resposta hipermetabólica

após exposição a anestésicos inalatórios) ou nos quais tenham ocorrido disfunção hepática (alteração nas

funções do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele, devido ao acúmulo de bilirrubina) ou febre

inexplicada, leucocitose (aumento dos glóbulos brancos) ou eosinofilia (aumento do número de

eosinófilos no sangue) após uma administração anterior de anestésico halogenado.

- Cirurgia obstétrica (cirurgia para realização de partos)

- Ou em pacientes que utilizem inibidores não seletivos da MAO.

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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

ISOTHANE (isoflurano) deve ser usado apenas por médico anestesista habilitado. Uma vez que a

profundidade da anestesia pode mudar rápida e facilmente com ISOTHANE (isoflurano) só devem ser

utilizados vaporizadores que tenham sido especialmente calibrados para este produto. A extensão da

redução da pressão arterial e depressão respiratória podem ser uma indicação da extensão da anestesia.

ISOTHANE (isoflurano) assim como outros anestésicos inalatórios, pode reagir com absorbentes de

dióxido de carbono seco (CO2) produzindo monóxido de carbono o que pode resultar em níveis elevados

de carboxihemoglobina em alguns pacientes. Quando o médico suspeitar que o absorbente de CO2 pode

estar seco, este deve ser substituído antes da administração de ISOTHANE (isoflurano).

A administração espontânea deve ser cuidadosamente monitorada e deve ser assistida, se necessário. Com

o uso de anestésicos halogenados foram relatadas interrupção da função do fígado, icterícia (coloração

amarelada da pele, devido ao acúmulo de bilirrubina) e necrose hepática fatal (morte das células do

fígado). Tais reações parecem indicar hipersensibilidade aos anestésicos. Cirrose (substituição das células

saudáveis do fígado, por tecido fibroso), hepatite viral (doença causada por vírus que acomete as funções

do fígado) ou outra doença que acometa o fígado, preexistente pode ser a razão para selecionar um

anestésico que não seja halogenado. Isoflurano é um profundo agente depressor respiratório cujo efeito é

acentuado por medicação pré-anestésica narcótica ou uso concomitante de outros depressores

respiratórios (diminuem a frequência respiratória). A respiração deve ser cuidadosamente monitorada e,

se necessário, deve ser empregada ventilação assistida ou controlada.

Apenas uma pequena parte do isoflurano é metabolizada no organismo. No período pós-operatório apenas

0,17% do isoflurano captado pode ser recuperado sob a forma de metabólitos urinários. Os valores de

pico sérico de fluoreto inorgânico são, em média, geralmente menores do que 5 μmol/litro e ocorrem

cerca de quatro horas após a anestesia, retornando aos níveis normais dentro de 24 horas. Nenhum sinal

de lesão renal foi relatado após a administração de isoflurano. Não existe experiência suficiente sobre o

uso em anestesia repetida para se fazer uma recomendação definitiva neste sentido. Assim como para

todos os anestésicos halogenados a repetição da anestesia dentro de curto espaço de tempo deve ser

considerada com cuidado.

Pacientes com miastenia grave (doença neuromuscular autoimune) são extremamente sensíveis a drogas

que produzem depressão respiratória. Estes efeitos são potencializados com alguns anestésicos gerais.

Isoflurano deve ser utilizado com cuidado nestes pacientes.

Recomenda-se controlar a ventilação em pacientes submetidos à neurocirurgia: o fluxo sanguíneo

cerebral permanece inalterado no curso de anestesia leve, mas tende a elevar-se no curso de anestesia

mais profunda.

Um aumento na pressão intracraniana pode ser evitado ou abolido por hiperventilação do indivíduo antes

ou durante a anestesia. Isoflurano não deve ser administrado a pacientes que possam desenvolver

broncoconstrição uma vez que pode ocorrer broncoespasmo. No caso de intervenções neurocirúrgicas, a

respiração deve ser adequadamente verificada. Assim como ocorre com outros anestésicos halogenados, o

isoflurano aumenta o fluxo de sangue através do cérebro é acompanhado por aumento transitório na

pressão do líquido cefalorraquidiano.

Na maioria dos casos, este aumento de pressão pode ser evitado através de hiperventilação. O isoflurano

pode produzir uma vasodilatação coronariana a nível arteriolar em modelos animais selecionados; a droga

é, provavelmente, também um dilatador coronariano em humanos. Isoflurano, da mesma forma que outros

vasodilatadores coronarianos, têm mostrado desviar sangue de áreas do miocárdio dependentes de

circulação colateral para áreas com perfusão normais em um modelo animal (roubo coronariano). Até o

momento, estudos clínicos para avaliar a isquemia miocárdica, infarto e morte como parâmetros

resultantes não estabeleceram que a propriedade vasodilatadora coronariana do isoflurano estivesse

associada com roubo coronariano ou isquemia miocárdica em pacientes com doença arterial coronariana.

Devido ao fato de que ISOTHANE (isoflurano) atua de maneira irritante nas membranas mucosas, o

produto é difícil de usar se a anestesia inalatória for aplicada via máscara. Durante a indução da anestesia

em crianças, o fluxo de saliva e a secreção traqueobrônquica podem aumentar e ser a causa do

laringoespasmo.

No caso de pacientes que sofreram aborto provocado observou-se aumento da perda de sangue. Foi

observado um aumento transitório da retenção de bromosulftaleína, na glicose sanguínea e na creatinina

sérica, com diminuição do nível sérico de ureia (diminuição da concentração no sangue de ureia) e

colesterol e do nível de fosfatase alcalina. Em indivíduos sensíveis, a anestesia por isoflurano pode

induzir um estado hipermetabólico nos músculos esqueléticos, que leva a um alto consumo de oxigênio e

a uma síndrome clínica conhecida como hipertermia maligna (doença muscular hereditária, caracterizada

por resposta hipermetabólica após exposição a anestésicos inalatórios).

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Gravidez e Amamentação

Em relação ao uso desta substância durante a gestação em humanos, não existem dados adequados para

avaliarmos possíveis efeitos deletérios. Em relação aos efeitos em testes com animais, não existem dados

adequados para concluirmos sobre um possível efeito deletério. Uma vez que não foi estabelecido que

ISOTHANE (isoflurano) pode ser usado com segurança em mulheres grávidas, seu uso deve ser evitado

durante a gravidez.

Não existe informação suficiente para recomendar o uso durante a gestação ou em obstetrícia, exceto na

cesariana. A amamentação não deve ser realizada nas primeiras 12 horas após o término da anestesia.

Aumento de perda de sangue foi observado em pacientes submetidas à curetagem uterina (exame clínico).

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do

cirurgião-dentista.

Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas

Os pacientes devem ser advertidos de que o desempenho em atividades que requeiram atenção constante

tal como conduzir veículos motorizados ou operar maquinário pesado, pode ser prejudicado por algum

tempo após a anestesia geral.

O paciente só deverá receber alta se estiver com acompanhante e não deve consumir qualquer bebida

alcoólica.

Interações com medicamentos

A administração simultânea de isoflurano e dos produtos a seguir requer supervisão rigorosa da condição

clínica e biológica do paciente.

Associações contraindicadas

Inibidores não seletivos da MAO (monoaminoxidase): risco de crise durante a operação. O tratamento

deve ser suspenso 15 dias antes da cirurgia.

Associações não aconselhadas

Beta-simpatomiméticos (isoprenalina) e alfa e beta-simpatomiméticos (epinefrina ou adrenalina;

norepinefrina ou noradrenalina): risco de arritmia ventricular sério como resultado de um aumento da

frequência cardíaca (aumento nos batimentos cardíacos).

Associações que requerem precaução no uso:

Betabloqueadores: risco de bloqueio do mecanismo de compensação cardiovascular, como resultado da

intensificação dos efeitos inotrópicos negativos. A ação dos betabloqueadores pode ser suprimida durante

a cirurgia com o uso de agentes beta-simpatomiméticos.

Em geral, nenhuma medicação que contenha betabloqueadores precisa ser interrompida e uma redução

abrupta da dose deve ser evitada.

Isoniazida: risco de potencialização do efeito hepatotóxico (tóxico ao fígado), com aumento da formação

de metabólitos tóxicos da isoniazida. O tratamento com isoniazida deve ser suspenso uma semana antes

da cirurgia e não deve ser reiniciado até 15 dias depois.

Epinefrina utilizada como hemostático local, via injeção subcutânea ou gengival: risco de arritmia

ventricular séria como consequência do aumento da frequência cardíaca (aumento nos batimentos

cardíacos), embora a sensibilidade do miocárdio em relação à epinefrina seja mais baixa do que com o

uso de outros anestésicos halogenados. Assim sendo, em adultos a dose deve ser limitada a, por exemplo,

0,1 mg de epinefrina dentro de 10 minutos ou 0,3 mg dentro de 1 hora.

Simpatomiméticos indiretos (anfetaminas e seus derivados, psicoestimulantes, inibidores do apetite,

efedrina e seus derivados): risco de episódio de hipersensibilidade intra-operatória. No caso de uma

cirurgia eletiva é preferível interromper o tratamento poucos dias antes da mesma.

-Na maioria dos casos onde um tratamento medicamentoso é indispensável, não há razão para suspendê-

lo antes da anestesia geral. É suficiente informar ao anestesista.

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Agentes bloqueadores neuromusculares: risco de intensificação da ação nos bloqueadores

neuromusculares despolarizantes e, em particular, dos não despolarizantes. Assim sendo, recomenda-se

administrar de um terço a metade da dose usual destas substâncias. O desaparecimento do efeito

mioneural demora mais com isoflurano do que com outros anestésicos convencionais. Neostigmina possui

um efeito sobre os bloqueadores neuromusculares não despolarizantes, mas não sobre a ação relaxante do

isoflurano em si mesma.

Analgésicos a base de morfina: estes produtos potencializam a ação depressiva do isoflurano sobre a

respiração (diminuição da frequência respiratória).

Antagonistas do cálcio: o isoflurano pode levar à hipotensão (diminuição da pressão arterial) acentuada

em pacientes tratados com antagonistas do cálcio, particularmente nos derivados diidropiridínicos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

ISOTHANE (isoflurano) deve ser conservado em temperatura ambiente (15 a 30°C). Proteger da luz e

umidade

ISOTHANE (isoflurano) deve ser mantido em sua embalagem original até imediatamente antes do uso, e

o frasco deve ser mantido na posição vertical. Para evitar vazamento, ajuste firmemente a tampa, mas não

aperte muito.

O prazo de validade de ISOTHANE (isoflurano) é de 5 anos e está indicado em sua embalagem. Ao

adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você

observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Concentrações Alveolares Mínimas (CAM) de isoflurano em humanos:

Posologia

Pré-medicação: deve ser selecionada de acordo com a necessidade individual do paciente e decisão

médica do anestesiologista.

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Anestesia cirúrgica: a concentração de isoflurano liberada pelo vaporizador durante a anestesia deve ser

conhecida, isto pode ser controlado através do uso de vaporizadores calibrados especificamente para

ISOTHANE (isoflurano).

Indução da anestesia:

Se o isoflurano for usado para indução da anestesia, recomenda-se uma concentração inicial de 0,5%.

Concentrações de 1,3 - 3,0% geralmente levam à anestesia cirúrgica dentro de 7 a 10 minutos.

Recomenda-se uso de dose hipnótica de barbitúrico de ação curta ou outro produto, tal como propofol,

etomidato ou midazolam, a fim de evitar tosse ou laringospasmo, que pode surgir se a indução for

realizada com ISOTHANE (isoflurano) apenas ou em combinação com oxigênio ou mistura de

oxigênio/óxido nitroso.

Manutenção da anestesia:

A anestesia pode ser mantida durante a cirurgia usando-se uma concentração de 1,0 - 2,5% com

administração simultânea de N2O e O2.

Uma concentração maior, de 1,5 - 3,5%, é necessária quando ISOTHANE (isoflurano) é administrado

com oxigênio puro.

Recuperação:

A concentração de ISOTHANE (isoflurano) deve ser reduzida para 0,5% ao final da cirurgia ou para 0%

durante o fechamento da ferida cirúrgica para permitir recuperação imediata.

Se toda administração de agentes anestésicos tiver sido interrompida, as vias aéreas do paciente devem

ser ventiladas diversas vezes com oxigênio 100% até o completo despertar.

Se o gás carreador for uma mistura de 50% de O2 e 50% de N2O, o valor da concentração alveolar

mínima de isoflurano é de, aproximadamente, 0,65%.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QIANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDCAMENTO?

Em casos de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Assim como outros agentes deste tipo, a anestesia com isoflurano mostrou iniciar um estado

hipermetabólico músculo- esquelético levando a uma alta demanda de oxigênio e a uma síndrome clínica

conhecida como hipertermia maligna (doença muscular hereditária, caracterizada por resposta

hipermetabólica após exposição a anestésicos inalatórios) (HM). A síndrome inclui padrões não

específicos tais como hipercapnia (aumento da concentração de gás carbônico no sangue arterial), rigidez

muscular, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), taquipnéia (aumento da frequência

respiratória), cianose (coloração azul-arroxeada da pele), arritmias (batimentos cardíacos com frequência

irregular) e pressão sanguínea instável. Um aumento geral no metabolismo pode ser refletido em

temperatura elevada. O tratamento inclui interrupção da administração dos agentes que dão início a esse

estado, administração de dantrolene sódico intravenoso e aplicação de terapia de apoio.

As seguintes reações podem ocorrer:

• Hipotensão arterial (diminuição da pressão arterial): este efeito é dose dependente.

• Aumento da frequência cardíaca: é intensificado no caso de existência de hipercapnia (aumento da

concentração de gás carbônico no sangue arterial). Podem surgir alterações sérias do ritmo

ventricular.

• Depressão respiratória; broncoespasmo é observado em casos raros.

• Distúrbio da função hepática (alterações das funções do fígado), icterícia (coloração amarelada da

pele, devido ao acúmulo de bilirrubina) e lesão no fígado foram observados.

• Tremores, náusea e vômito ao despertar da anestesia.

• Hipertermia maligna (doença muscular hereditária, caracterizada por resposta hipermetabólica após

exposição a anestésicos inalatórios).

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• O odor forte de ISOTHANE (isoflurano) pode provocar irritação nas membranas mucosas durante a

indução da anestesia, a qual pode ser acompanhada por tosse, depressão respiratória (diminuição da

frequência respiratória) e tendência para laringospasmo (raro).

• O número de leucócitos (células de defesa do organismo) pode aumentar mesmo na ausência de

estresse cirúrgico.

• Erupções sobre a pele.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis

pelo uso do medicamento. Informe também a empresa do seu serviço de atendimento.