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Pantium

Bula do Pantium

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BULA COMPLETA DO PANTIUM PARA O PACIENTE

1

Pantium

Accord Farmacêutica Ltda

Solução injetável

6 mg/mL

2

(paclitaxel)

I. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Pantium (paclitaxel)

APRESENTAÇÕES

Pantium (paclitaxel) é apresentado na forma farmacêutica de solução injetável. Cada frasco-ampola de 5 mL, 16,7 mL ou 50

mL contém 30 mg, 100 mg ou 300 mg de paclitaxel, respectivamente. Cada mL da solução, estéril e não-pirogênica, contém 6

mg de paclitaxel.

É apresentado em embalagem contendo 1 frasco-ampola.

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco contém:

Paclitaxel ...........................................................................................................................................................................6 mg/mL.

Excipientes: óleo de rícino polioxietilado purificado, 49,7% (v/v) de álcool desidratado e metabisulfito de sódio.

II. INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Pantium (paclitaxel) tem as seguintes indicações:

Carcinoma (tumor maligno) de Ovário

O paclitaxel é indicado como primeira e segunda linha de tratamento do carcinoma avançado de ovário, quando indicado como

primeira linha de tratamento, paclitaxel é utilizado em combinação com outro medicamento com composto de platina.

Câncer de Mama

O paclitaxel é utilizado como tratamento adjuvante do câncer de mama, ou seja, é utilizado posteriormente ao tratamento

principal. Como tratamento de primeira linha é utilizado após recidiva da doença dentro de 6 meses de terapia adjuvante e

como tratamento de segunda linha é utilizado após falha da quimioterapia combinada para doença metastática, onde ocorre a

disseminação da doença de um órgão para outro. Também é utilizado na terapia de primeira linha em câncer avançado ou

metastático de mama, em combinação com trastuzumabe, em pacientes com super expressão do HER-2 em níveis de 2+ e 3+

como determinado por imunohistoquímica.

Câncer de Não-pequenas Células de Pulmão

BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009

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O paclitaxel é indicado para o tratamento do câncer de não-pequenas células do pulmão em pacientes que não são candidatos a

cirurgia e/ou radioterapia com potencial de cura, como tratamento de primeira linha em combinação com um composto de

platina ou como agente único.

Sarcoma de Kaposi

O paclitaxel é indicado como tratamento de segunda linha no sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O paclitaxel é uma substância que possui atividade antitumoral.

O paclitaxel é um agente que promove as reorganizações de funções que são essenciais para formação celular e também induz

a formação anormal de estruturas durante o ciclo celular exercendo assim a atividade antitumoral.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você apresente histórico de reações graves de hipersensibilidade ao paclitaxel ou ao óleo de rícino polioxietilado você

não deve utilizar Pantium (paclitaxel).

O Pantium (paclitaxel) não deve ser administrado em pacientes com tumores sólidos que apresentem as seguintes alterações

nos exames laboratoriais: contagem de neutrófilos basal < 1.500 células/mm3

ou pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado

à AIDS com contagem de neutrófilos basal ou subseqüente < 1.000 células/mm3

.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

O Pantium (paclitaxel) deve ser administrado sob a supervisão de um médico com experiência na utilização de agentes

quimioterápicos.

Anafilaxia (reações alérgicas) e Reações Graves de Hipersensibilidade

Você poderá apresentar anafilaxia e reações graves de hipersensibilidade que são caracterizadas por falta de ar, hipotensão

(diminuição da pressão arterial), angioedema ou urticária generalizada.

Raras reações fatais ocorreram em alguns pacientes, apesar do pré-tratamento.

Como pré-tratamento, o seu médico poderá indicar difenidramina, medicamentos corticosteróides e da classe dos antagonistas

H2. Em caso de reação de hipersensibilidade grave, a infusão de paclitaxel deve ser descontinuada imediatamente e o paciente

não deve receber novo tratamento com paclitaxel.

Mielodepressão (diminuição da atividade da medula óssea)

A principal toxicidade dependente da dose e do esquema posológico durante tratamento com paclitaxel é a diminuição da

atividade da medula óssea, principalmente a neutropenia, que é diminuição das células brancas do sangue.

Seu médico poderá solicitar a monitorização freqüente do hemograma (exame sanguíneo) durante o tratamento com paclitaxel.

Cardiovasculares

Você poderá apresentar diminuição da pressão arterial, aumento da pressão arterial e diminuição dos batimentos cardíacos

durante a administração de paclitxel.

Os pacientes geralmente permanecem sem sintomas e não requerem tratamento.

Já em casos graves, poderá ser necessária a interrupção ou a descontinuação das infusões de paclitaxel de acordo com a

avaliação do seu médico.

BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009

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Sistema Nervoso

Você poderá apresentar neuropatia periférica, que é uma doença do sistema nervoso, e normalmente não é grave.

Seu médico poderá recomendar redução da dose de paclitaxel nos ciclos subseqüentes.

O paclitaxel contém álcool (etanol) desidratado. Devem ser considerados os possíveis efeitos do álcool no sistema nervoso

central e seus outros efeitos, em todos os pacientes. Crianças podem ser mais sensíveis aos efeitos do álcool que os adultos.

Reação no Local da Injeção

Seu médico deverá monitorar de perto o local da infusão quanto a uma possível infiltração durante a administração da droga.

Uso em crianças

A segurança e a eficácia de paclitaxel em pacientes pediátricos não foram estabelecidas. Em um estudo clínico conduzido com

crianças, ocorreram casos de toxicidade do sistema nervoso central (SNC).

Uso em idosos

Pacientes idosos podem apresentar com maior frequência eventos cardíacos, neuropatia e diminuição da função da medula

óssea.

Insuficiência Hepática

Pacientes com insuficiência no fígado podem apresentar maior risco de toxicidade. O ajuste de dose poderá ser recomendado e

seu médico poderá recomendar monitoração quanto ao desenvolvimento de supressão profunda da medula óssea.

Gravidez

O paclitaxel poderá causar danos ao feto quando administrado durante a gestação.

Mulheres em idade reprodutiva devem evitar a gravidez durante a terapia com o paclitaxel.

Se o paclitaxel for utilizado durante a gestação ou se a paciente ficar grávida enquanto em tratamento com a droga, a paciente

deverá ser informada sobre os perigos potenciais.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu

médico em caso de suspeita de gravidez.

Lactação – mulheres que estejam amamentando

Recomenda-se a interrupção da amamentação enquanto durar a terapia com paclitaxel.

Interações medicamentosas

O paclitaxel possui interações com cisplatina, medicamentos indutores e inibidores hepáticos e com doxorrubicina.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use o medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15º-30ºC), protegido da luz. Número de lote e datas de fabricação e

validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009

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Os frascos-ampola de paclitaxel quando utilizados como multi-dose se mantém estáveis por 28 dias (após a sua primeira

utilização) se mantidos em temperaturas de 2ºC a 25ºC e em seus cartuchos originais para proteger da luz.

Congelamento nem refrigeração afetam negativamente o produto. Se os frascos fechados forem refrigerados, os componentes

presentes na formulação de paclitaxel podem precipitar, mas estes se redissolvem quando o produto atinge a temperatura

ambiente, com pouca ou sem agitação. A qualidade do produto não é afetada nessas circunstâncias.

Se a solução permanecer turva ou se um precipitado insolúvel se formar, o frasco-ampola deverá ser descartado.

As soluções diluídas, se preparadas como recomendado, são química e fisicamente estáveis por até 27 horas em temperatura

ambiente (aproximadamente 25ºC) e em condições de iluminação ambiente. As soluções diluídas não devem ser refrigeradas.

Após preparo, manter em temperatura ambiente até 25ºC por 27 horas.

Características físicas e organolépticas

O paclitaxel solução injetável é uma solução viscosa, clara, incolor a levemente amarelada, essencialmente livre de material

particulado por inspeção visual.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança

no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pelo fato deste produto ser de uso restrito em ambiente hospitalar ou em ambulatório especializado, com indicação específica e

manipulação apenas por pessoal treinado, o item Como usar não consta nesta bula, uma vez que as informações serão

fornecidas pelo médico, conforme necessário.

Posologia

Antes da administração de paclitaxel (paclitaxel PCF) você será pré-medicado para diminuir o risco da ocorrência de

reações graves de hipersensibilidade.

Carcinoma de Ovário

Na terapia combinada, para pacientes que não receberam tratamento anterior, o regime posológico recomendado a cada 3

semanas é a administração intravenosa de 175 mg/m2

de paclitaxel por 3 horas, seguida pela administração de um composto de

platina. Alternativamente, paclitaxel pode também ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2

por 24

horas, seguida por um composto de platina, a cada 3 semanas.

Na monoterapia, em pacientes anteriormente tratados com quimioterapia, o esquema recomendado corresponde a 175 mg/m2

de paclitaxel administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

Câncer de Mama

Na terapia adjuvante: 175 mg/m2

de paclitaxel administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas por 4 ciclos em

seqüência à terapia-padrão combinada.

BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009

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Monoterapia, terapia de primeira linha após recidiva dentro de um período de 6 meses da terapia adjuvante: 175 mg/m2

de

paclitaxel administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

Terapia de primeira linha em câncer avançado ou metastático de mama: em combinação com trastuzumabe, a dose

recomendada de paclitaxel é 175 mg/m2

administrados intravenosamente por 3 horas, com um intervalo de três semanas entre

os ciclos. A infusão de paclitaxel deve ser iniciada no dia seguinte da primeira dose de trastuzumabe ou imediatamente após as

doses subseqüentes de trastuzumabe, caso a dose precedente de trastuzumabe tenha sido bem tolerada.

Monoterapia, terapia de segunda linha após falha da quimioterapia combinada para doença metastática: 175 mg/m2

Câncer de Não-Pequenas Células do Pulmão

Terapia combinada: Para pacientes não tratados anteriormente, a dose de paclitaxel recomendada com 3 semanas de intervalo

entre os ciclos é de 175 mg/m2

administrados intravenosamente por 3 horas, seguida por um composto de platina.

Alternativamente, paclitaxel pode ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2

por 24 horas, seguido por

um composto de platina, com intervalo de 3 semanas entre os ciclos.

Monoterapia: paclitaxel 175 – 225 mg/m2

administrado intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

Sarcoma de Kaposi Relacionado à AIDS

Terapia de segunda linha: A dose de paclitaxel recomendada é de 135 mg/m2

administrados intravenosamente por 3 horas, com

intervalos de 3 semanas entre os ciclos, ou 100 mg/m2

administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 2

semanas entre os ciclos (intensidade da dose 45 – 50 mg/m2

/semana).

O paclitaxel também pode ser administrado em uma dose de 80 mg/m2

semanalmente para tratamento de câncer de ovário,

câncer de mama e sarcoma de Kaposi, como terapia de segunda linha, levando-se sempre em conta que todos os pacientes

devem ser pré-medicados antes da administração de paclitaxel. Esta posologia parece estar associada a uma menor

mielotoxicidade com eficácia terapêutica similar à administração a cada 21 dias.

Insuficiência do fígado

Pacientes com insuficiência do fígado podem apresentar risco de toxicidade aumentado. O ajuste de dose é recomendado. Os

pacientes devem ser bem monitorados quanto ao desenvolvimento de depressão profunda da medula óssea.

Condições de manuseio e dispensação

Procedimentos para manuseio, dispensação e descarte adequado de drogas antineoplásicas devem ser considerados.

Risco de uso por via não recomendada

Para segurança e eficácia desta apresentação, paclitaxel não deve ser administrado por vias não recomendadas. A

administração deve ser somente pela via intravenosa.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do seu médico.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009

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A freqüência e a gravidade dos eventos adversos são geralmente similares entre os pacientes que receberam paclitaxel para o

tratamento do câncer de ovário, mama, carcinoma de não-pequenas células de pulmão ou sarcoma de Kaposi. Entretanto,

pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS podem sofrer com maior freqüência e gravidade toxicidade

hematológica, infecções (incluindo infecções oportunistas) e neutropenia febril. Estes pacientes necessitam de menor

intensidade de dose e de cuidados de suporte.

Nos estudos clínicos, pacientes tratados com paclitaxel apresentaram reações de hipersensibilidade, alterações cardiovasculares

(como diminuição da freqüência cardíaca, diminuição da pressão arterial e alterações no eletrocardiograma), neuropatia

(doença do sistema nervoso), sintomas gastrointestinais (como náuseas, vômitos, diarréia e mucosite), dores musculares, dores

articulares, queda de cabelo, alterações no fígado, reações no local da injeção e reações adversas relacionadas à medula óssea,

como alterações das células brancas do sangue, trombocitopenia, anemia, infecções e hemorragia.

Como resultado da reação de hipersensibilidade, você poderá apresentar alterações transitórias na pele e ou edema, e em uma

menor freqüência poderá apresentar alterações nas unhas.

Raramente, você poderá apresentar reações pulmonares e anormalidades cutâneas, como erupção, prurido e síndrome de

Stevens-Johnson.

A freqüência dos eventos adversos listada abaixo é definida usando o seguinte: muito comum (≥10%); comum (≥1%, < 10%);

incomum (≥0,1%, < 1%); raro (≥0,01%, < 0,1%); muito raro (< 0,01%); não conhecido (não pode ser estimado com base nos

dados disponíveis).

Infecções e infestações:

- Muito comum: infecção

- Incomum: choque séptico

- Raro: pneumonia, sepse

Desordens do sangue e do sistema linfático:

- Muito comum: mielossupressão, neutropenia, anemia, trombocitopenia, leucopenia, febre, sangramento

- Raro: neutropenia febril

- Muito raro: leucemia mieloide aguda, síndrome mielodisplásica

Desordens do sistema imunológico:

- Muito comum: reações menores de hipersensibilidade (principalmente vermelhidão e erupção cutânea)

- Incomum: reações significantes de hipersensibilidade requerendo tratamento (exemplo: hipotensão, edema angioneurótico,

desconforto respiratório, urticária generalizada, edema, dor nas costas, calafrios)

- Raro: reações anafiláticas (seguida de morte)

- Muito raro: choque anafilático

Desordens no metabolismo e nutrição:

- Muito raro: anorexia

- Não conhecido: síndrome de lise tumoral

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Desordens psiquiátricas:

- Muito raro: estado de confusão

Desordens do sistema nervoso:

- Muito comum: neurotoxicidade (principalmente: neuropatia periférica)

- Raro: neuropatia motora (com fraqueza menor distal resultante)

- Muito raro: neuropatia autonômica (resultando em íleo paralítico e hipotensão ortostática), epilepsia do tipo grande mal,

convulsões, encefalopatia, tontura, dor de cabeça, ataxia

Desordens nos olhos:

- Muito raro: distúrbios reversíveis do nervo óptico e/ou visuais (escotomas cintilantes) particularmente em pacientes que

tenham recebido doses maiores que as recomendadas, fotopsia, embaçamento visual

- Não conhecido: edema macular

Desordens no ouvido e labirinto:

- Muito raro: perda da audição, tinitus vertigem, ototoxicidade

Desordens cardíacas:

- Muito comum: ECG anormal

- Comum: bradicardia

- Incomum: cardiomiopatia, taquicardia ventricular assintomática, taquicardia com bigeminismo, bloqueio AV e síncope,

infarto do miocárdio

- Muito raro: fibrilação atrial, taquicardia supraventricular

Desordens vasculares:

- Muito comum: hipotensão

- Incomum: hipertensão, trombose, tromboflebite

- Muito raro: choque

Desordens respiratórias, torácicas e do mediastino:

- Raro: dispnéia, efusão pleural, insuficiência respiratória, pneumonia intersticial, fibrose pulmonar, embolia pulmonar

- Muito raro: tosse

Desordens gastrointestinais:

- Muito comum: náusea, vômito, diarréia, inflamação mucosal (mucosite)

- Raro: obstrução intestinal, perfuração intestinal, colite isquêmica, pancreatite

- Muito raro: trombose mesentérica, colite pseudomembranosa, esofagite, constipação, ascite (barriga d’água)

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Desordens hepato-biliares:

- Muito raro: necrose hepática (seguida de morte), encefalopatia hepática (seguida de morte)

Desordens do tecido subcutâneo e da pele:

- Muito comum: alopécia

- Comum: alterações transientes e leves na pele e unhas

- Raro: prurido, erupção cutânea, eritema, flebite, celulite, esfoliação da pele, necrose e fibrose, radiation recall

- Muito raro: Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, urticária,

onicólise (pacientes em tratamento devem usar protetor solar nas mãos e nos pés).

- Não conhecido: esclerodermia, lúpus eritematoso cutâneo

Desordens musculo-esqueléticas, nos ossos e tecidos de conexão:

- Muito comum: artralgia, mialgia

- Não conhecido: lúpus eritematoso sistêmico

Desordens gerais e condições do local da administração:

- Comum: reações no local da injeção (incluindo edema, dor, eritema, endurecimento localizados, o extravasamento pode

resultar em celulite)

- Raro: astenia, mal estar, pirexia, desidratação, edema

Investigações:

- Comum: elevação grave no AST (SGOT), elevação grave na fosfatase alcalina

- Incomum: elevação grave na bilirrubina

- Raro: aumento da creatinina no sangue

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

Não existe antídoto conhecido que possa ser utilizado em caso de superdose. As complicações principais de uma superdose

consistem em depressão da medula óssea, toxicidade neurológica e inflamação da mucosa. A superdosagem em pacientes

pediátricos pode estar associada com a toxicidade aguda ao etanol.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou

bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.