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Rebif

Bula do Rebif

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Laboratório

Serono

Apresentação de Rebif

Solução injetável para uso subcutâneo Rebif® 22 µg (6 MUI): seringas com 0,5 mL de solução injetável. Caixa com 12 seringas preenchidas prontas para uso. Rebif® 44 µg (12 MUI): seringas com 0,5 mL de solução injetável. Caixa com 12 seringas preenchidas prontas para uso.

Rebif - Indicações

Esclerose múltipla recidivante-remitente (uso adulto e pediátrico acima de 12 anos) Rebif® (betainterferona-1a recombinante) é indicado para o tratamento da esclerose múltipla caracterizada pela presença de surtos, e demonstrou eficácia na redução do número e gravidade destes, assim como na estabilização da progressão da doença. Evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla (uso adulto) Rebif® 44 µg está também indicado para uso em pacientes com um único evento desmielinizante com um processo inflamatório ativo, caso tenham sido excluídos diagnósticos alternativos e se tiver sido determinado que se encontram em alto risco de desenvolverem uma esclerose múltipla clinicamente definida. A indicação de Rebif® e sua respectiva posologia é de exclusiva definição do médico e deve ser precedida de um diagnóstico preciso sobre o estágio da doença, de exames laboratoriais, de ressonância magnética por imagem e de outros parâmetros de diagnóstico de conhecimento do médico especialista que acompanha o tratamento do paciente.

Contra-indicações de Rebif

Início do tratamento em grávidas; Hipersensibilidade à betainterferona recombinante ou natural, ou a qualquer outro excipiente da formulação; Depressão grave e/ou ideação suicida. Este medicamento é contraindicado para uso em mulheres grávidas. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

Advertências

Os pacientes devem ser informados sobre as reações adversas mais comuns associadas à administração de betainterferona, incluindo sintomas pseudogripais. Estes sintomas tendem a ser mais proeminentes no início da terapia e diminuem em frequência e gravidade com a continuação do tratamento. Microangiopatia trombótica Foram relatados casos de microangiopatia trombótica, que se manifesta como púrpura trombocitopênica trombótica (PTT) ou síndrome hemolítico-urêmica (SHU), incluindo episódios fatais. Os eventos foram relatados em vários momentos durante o tratamento e podem ocorrer após muitos anos de terapia com Rebif®. É recomendado o monitoramento dos primeiros sintomas, como por exemplo, novo início de hipertensão, insuficiência renal e trombocitopenia. Faz-se necessário tratamento imediato da PTT/SHU e recomenda-se a descontinuação do tratamento com Rebif®. Depressão e ideação suicida Rebif® deve ser utilizado com cautela nos pacientes com histórico prévio ou atual de depressão, em particular naqueles com antecedentes de ideação suicida. Sabe-se da ocorrência de depressão e ideação suicida com maior frequência na população com esclerose múltipla e em associação com o uso de interferonas. Os pacientes tratados com betainterferona-1a devem ser alertados a comunicarem imediatamente ao seu médico quaisquer sintomas de depressão e/ou ideação suicida. Os pacientes com depressão devem ser acompanhados rigorosamente durante tratamento com Rebif®e adequadamente tratados. Deve ser considerada a interrupção da terapia com Rebif®. Crises convulsivas Rebif® deve ser administrado com cautela a pacientes com história clínica de convulsões ou em tratamento com antiepiléticos, especialmente se a epilepsia não está adequadamente controlada. Doença cardíaca Pacientes com doenças cardíacas, tais como angina, insuficiência cardíaca congestiva ou arritmias, devem ser cuidadosamente monitorados quanto ao agravamento da sua situação clínica durante o início do tratamento com betainterferona-1a. Os sintomas pseudogripais associados à terapêutica com betainterferona-1a podem constituir fatores de estresse para pacientes com alterações cardíacas. Necrose no local da injeção Foi relatada necrose no local da injeção em pacientes sob tratamento com Rebif®. Para minimizar o risco de necrose no local da injeção, os pacientes devem ser avisados para utilizar uma técnica asséptica de injeção e alternar os locais de aplicação em cada administração. Os procedimentos da autoadministração pelo paciente devem ser revistos periodicamente, especialmente se ocorrerem reações no local da injeção. Se o paciente apresentar no local da injeção qualquer lesão cutânea que possa estar associada a edema ou drenagem de fluido a partir do local da injeção, o paciente deve ser alertado para consultar o seu médico antes de continuar as injeções de Rebif®. No caso de os pacientes apresentarem lesões múltiplas, o tratamento com Rebif® deve ser interrompido até haver cicatrização. Os pacientes com lesões únicas podem continuar o tratamento, desde que a área de necrose não seja muito extensa. Disfunção hepática Nos ensaios clínicos com Rebif®, foi comum a elevação assintomática das transaminases hepáticas (particularmente a alanina aminotransferase, ALT), desenvolvendo-se em 1-3% dos pacientes aumentos das transaminases hepáticas cinco vezes acima do limite superior normal (LSN). Na ausência de sintomas clínicos, os níveis séricos de ALT devem ser monitorados antes de se iniciar o tratamento, no decurso dos meses 1, 3 e 6, e depois, periodicamente. Deve ser considerada a redução da dose de Rebif® se a ALT se elevar cinco vezes acima do LSN, procedendo-se ao re-escalonamento gradual da dose logo que os níveis das enzimas estejam normalizados. O tratamento com Rebif® deve ser iniciado com cautela em pacientes com história de doença hepática significativa, evidência clínica de doença hepática ativa, abuso de álcool ou ALT sérica elevada (> 2,5 vezes LSN). O tratamento com Rebif® deve ser suspenso se ocorrer icterícia ou outros sintomas clínicos de distúrbios hepáticos. Rebif®, como outras betainterferonas, apresenta potencial para induzir lesão hepática grave, incluindo insuficiência hepática aguda. Desconhece-se o mecanismo da rara disfunção hepática sintomática. Não foram identificados quaisquer fatores de risco específicos. Alterações laboratoriais Alterações dos valores laboratoriais podem estar associadas com a utilização de interferonas. Portanto, além dos testes laboratoriais normalmente requeridos para o monitoramento de pacientes com esclerose múltipla, recomenda-se monitoração das enzimas hepáticas, contagem leucocitária total e diferencial e contagem plaquetária a intervalos regulares (1, 3 e 6 meses) após o inicio do tratamento com Rebif® e, posteriormente, de forma periódica, na ausência de sintomas clínicos. Distúrbios da tiroide Os pacientes em tratamento com Rebif® podem ocasionalmente desenvolver ou agravar distúrbios da tiroide. Recomenda-se a realização de testes de função tiroidiana na linha de base e, caso estejam fora dos limites normais, a cada 6 – 12 meses após o início do tratamento. Se os testes estiverem normais na linha de base, não são necessários testes de rotina, mas estes devem ser efetuados caso surjam indícios clínicos de distúrbio da função tiroidiana. Insuficiência renal ou hepática grave e mielosupressão grave Deve-se ter cautela e manter uma rigorosa vigilância quando se administra betainterferona-1a em pacientes com insuficiência renal e/ou hepática graves e em pacientes com mielossupressão grave. Anticorpos neutralizantes Podem-se desenvolver anticorpos séricos neutralizantes contra a betainterferona-1a. A taxa exata de incidência de anticorpos é ainda incerta. Os dados clínicos sugerem que, após 24 a 48 meses de tratamento com Rebif® 22 microgramas, aproximadamente 24% dos pacientes desenvolvem anticorpos séricos persistentes à betainterferona-1a. A presença de anticorpos mostrou atenuar a resposta farmacodinâmica à betainterferona-1a (beta-2 microglobulina e neopterina). Embora o significado clínico da indução de anticorpos não tenha sido ainda totalmente elucidado, o desenvolvimento de anticorpos neutralizantes está associado com redução da eficácia nas variáveis clínicas e de RMN (ressonância magnética nuclear). Se um paciente responde de modo insatisfatório ao tratamento com Rebif® e apresenta anticorpos neutralizantes, o médico deverá reavaliar a relação risco/benefício para decidir quanto à continuação do tratamento com Rebif®. Outras formas de esclerose múltipla O uso de vários testes para detectar anticorpos séricos e as diferentes definições da positividade destes limitam a capacidade de comparação da antigenicidade de produtos diferentes. Os dados disponíveis relativos à eficácia e segurança são escassos em pacientes com esclerose múltipla tratados em regime não ambulatorial. Álcool benzílico Este medicamento contém 2,5 mg de álcool benzílico por dose. Não deve ser administrado a bebês prematuros ou recém-nascidos. Pode causar reações tóxicas e anafiláticas em bebês e crianças até 3 anos de idade. Uso pediátrico Rebif® não deve ser utilizado em crianças com menos de 12 anos de idade portadoras de esclerose múltipla. Gravidez e lactação As informações sobre a utilização de Rebif® na gravidez são limitadas. Os dados disponíveis indicam que pode haver risco aumentado de aborto espontâneo. É contraindicado iniciar tratamento com Rebif® durante a gravidez. Mulheres em idade fértil sob tratamento com Rebif® devem tomar medidas contraceptivas apropriadas. Pacientes que planejam engravidar ou que engravidarem em uso do produto devem ser informadas sobre os riscos potenciais, e a descontinuação do tratamento deve ser considerada. Naquelas pacientes com elevada taxa de surtos antes do início do tratamento, o risco de um surto grave após a suspensão de Rebif® em decorrência de gravidez deve ser confrontado contra um possível aumento do risco de aborto espontâneo. Não se sabe se o Rebif® é excretado no leite humano. Devido ao potencial para reações adversas graves em crianças a serem amamentadas, deve ser tomada uma decisão no sentido de suspender o aleitamento ou o tratamento com Rebif®. Categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas Efeitos adversos menos frequentemente relatados, relacionados com o sistema nervoso central e associados com o uso de betainterferonas, podem influenciar a capacidade do paciente em dirigir ou utilizar máquinas.

Interações medicamentosas de Rebif

Não foram efetuados estudos de interações medicamentosas com Rebif® (betainterferona-1a)em seres humanos. Tem sido relatado que as interferonas podem reduzir em seres humanos e animais a atividade das enzimas dependentes do citocromo P450. É necessário cautela ao se administrar Rebif® em combinação com medicamentos que têm índice terapêutico estreito e que sejam em grande parte dependente do sistema hepático citocromo P450 de depuração, por exemplo, antiepilépticos e algumas classes de antidepressivos. A interação do Rebif® com corticosteroides ou hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) não foi estudada sistematicamente. Estudos clínicos indicam que pacientes com esclerose múltipla podem receber Rebif® e corticosteroides ou ACTH durante os surtos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Rebif

Informações gerais A incidência mais elevada de reações adversas associadas à terapêutica com Rebif® está relacionada aos sintomas pseudogripais. Os sintomas tendem a ser mais significativos no início do tratamento e diminuem com o passar do tempo. Dependendo da formulação, aproximadamente 70% dos pacientes tratados com Rebif® podem apresentar sintomas típicos da gripe nos primeiros seis meses de tratamento. De forma similar, aproximadamente 30% dos pacientes ou mais, dependendo da formulação, podem também apresentar reações no local da injeção, predominantemente inflamação leve ou eritema. Elevações assintomáticas nos parâmetros laboratoriais da função hepática e diminuição na contagem leucocitária também são frequentes. Reações adversas por frequência As reações adversas apresentadas a seguir foram identificadas em estudos clínicos, assim como a partir de relatos pós-comercialização (um asterisco [*] indica as reações adversas identificadas durante a vigilância pós-comercialização). As definições que se seguem aplicam-se à terminologia de frequência utilizada doravante. Reação muito comum (> 1/10) Reação comum (> 1/100 e < 1/10) Reação incomum (> 1/1.000 e < 1/100) Reação rara (> 1/10.000 e < 1/1.000) Reação muito rara (< 1/10.000) Frequência desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis) Distúrbios do sangue e do sistema linfático Muito comuns: neutropenia, linfopenia, leucopenia, trombocitopenia, anemia. Raros: microangiopatia trombótica, incluindo púrpura trombocitopênica trombótica/síndrome hemolítico- urêmica*, pancitopenia*. Distúrbios endócrinos Incomuns: disfunção da tiroide, geralmente se apresentando como hipo ou hipertiroidismo. Distúrbios do sistema imunológico Raros: reações anafiláticas*. Distúrbios hepatobiliares Muito comuns: elevação assintomática das transaminases. Comuns: elevação grave das transaminases. Incomuns: hepatite com ou sem icterícia*. Raros: Insuficiência hepática*, hepatite autoimune*. Distúrbios psiquiátricos Comuns: depressão, insônia. Raros: tentativa de suicídio*. Distúrbios do sistema nervoso Muito comuns: cefaleia. Incomuns: convulsões*. Frequência desconhecida: sintomas neurológicos transitórios (como hipoestesia, espasmos musculares, paraestesia, dificuldade para caminhar, rigidez músculo-esquelética), que podem parecer exacerbações da esclerose múltipla*. Distúrbios oculares Incomuns: distúrbios da vascularização retiniana (como retinopatia, exsudato algodonoso, obstrução da artéria ou veia retiniana*. Distúrbios vasculares Incomuns: distúrbios tromboembólicos*. Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Incomuns: dispneia*. Distúrbios gastrintestinais Comuns: diarreia, vômitos, náuseas*. Distúrbios dos tecidos cutâneo e subcutâneo Comuns: prurido, erupção cutânea, erupção cutânea eritematosa, erupção máculo-papulosa, alopecia*. Incomuns: urticária*. Raros: edema de Quincke (angioedema)*, eritema multiforme*, reações cutâneas do tipo eritema multiforme*, Síndrome de Stevens-Johnson*. Distúrbios músculo-esqueléticos e do tecido conjuntivo Comuns: mialgias, artralgias Raros: Lúpus eritematoso induzido por medicamentos*. Distúrbios gerais e alterações no local de administração Muito comuns: inflamação no local da injeção, reações no local da injeção (como inchaço, hematomas, vermelhidão), sintomas do tipo gripal. Comuns: dor no local da injeção, fadiga, calafrios, febre. Incomuns: necrose no local da injeção, massa no local da injeção, abcesso no local da injeção, infecção no local da injeção (que pode ser grave)*, aumento da sudorese*. Raros: celulite no local da injeção, que pode ser grave.* A maioria das reações adversas observadas com a betainterferona-1a são habitualmente leves e reversíveis, regredindo com a redução da dose. No caso de efeitos indesejáveis graves ou persistentes, a dose de Rebif® pode ser temporariamente reduzida ou interrompida, segundo critério médico. Rebif®, como qualquer outra betainterferona, apresenta potencial para induzir lesão hepática grave. O mecanismo da rara disfunção hepática sintomática é desconhecido. A maioria dos casos de lesão hepática grave ocorre durante os primeiros seis meses de tratamento. Não foram identificados fatores de risco específicos. O tratamento com Rebif® deve ser suspenso caso ocorra icterícia ou outros sintomas clínicos de disfunção hepática. A administração de interferonas tem sido associada à anorexia, tonturas, ansiedade, arritmias, vasodilatação e palpitações, menorragia e metrorragia. Durante o tratamento com betainterferona, pode ocorrer um aumento da formação de autoanticorpos. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Rebif - Posologia

O tratamento deve ser iniciado sob a supervisão de um médico experiente no tratamento de esclerose múltipla. Rebif® encontra-se disponível em duas dosagens: 22 µg e 44 µg. Esclerose múltipla recidivante-remitente (uso adulto e pediátrico acima de 12 anos). A posologia recomendada de Rebif® é de 44 µg, três vezes por semana, por injeção subcutânea. Nos pacientes que não podem tolerar a dose mais elevada, recomenda-se a administração de Rebif® 22 µg, três vezes por semana, por injeção subcutânea, de acordo com o critério médico. Quando se inicia o tratamento com Rebif®, a dose deve ser escalonada gradualmente a fim de permitir o desenvolvimento de taquifilaxia, reduzindo assim as reações adversas. Recomenda-se a administração de 8,8 microgramas (0,1 mL da seringa de 44 microgramas ou 0,2 mL da seringa de 22 microgramas) administrados por injeção subcutânea três vezes por semana durante as duas primeiras semanas de tratamento; 22 microgramas (0,25 mL da seringa de 44 microgramas ou a seringa de 22 microgramas na sua totalidade). Uso pediátrico Não foram efetuados estudos farmacocinéticos ou estudos clínicos formais em crianças ou adolescentes. No entanto, os dados publicados, embora limitados, sugerem que o perfil de segurança em adolescentes de 12 a 16 anos de idade, que receberam Rebif® por via subcutânea três vezes por semana, é semelhante ao observado em adultos. Como são limitadas as informações sobre a utilização de Rebif® em crianças com menos de 12 anos de idade, o produto não deve ser utilizado nessa população. Evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla (uso adulto) Primeiro evento desmielinizante: A posologia para pacientes que tiveram o seu primeiro evento desmielinizante é de 44 microgramas de Rebif®, administrados três vezes por semana por injeção subcutânea. Uma fase de titulação da dose também pode ser utilizada para evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla: 8,8 microgramas (0,1 mL da seringa de 44 microgramas ou 0,2 mL da seringa de 22 microgramas) administrados por injeção subcutânea três vezes por semana durante as duas primeiras semanas de tratamento; 22 microgramas (0,25 mL da seringa de 44 microgramas ou a seringa de 22 microgramas na sua totalidade) administrados por injeção subcutânea três vezes por semana nas semanas 3 e 4, e o conteúdo total da seringa de 44 microgramas três vezes por semana a partir da quinta semana, conforme demonstrado na tabela abaixo: Modo de usar Antes da injeção e nas 24 horas seguintes, a cada injeção é recomendado o uso de um analgésico/antipirético para diminuir os sintomas pseudogripais associados à administração de Rebif®. Atualmente, ainda não se sabe qual deve ser a duração do tratamento. A segurança e a eficácia de Rebif®não foram demonstradas além de quatro anos de tratamento. Recomenda-se a avaliação dos pacientes pelo menos de dois em dois anos após o período de quatro anos de tratamento com Rebif®, devendo a decisão de prolongar o tratamento ser tomada pelo médico para cada paciente, individualmente. A seringa preenchida e o clip de titulação são de uso único e não devem ser reutilizados. Após a injeção, descarte a seringa utilizada com o clipe anexado em local apropriado.

Superdosagem

Em caso de superdose, os pacientes devem ser hospitalizados para observação e tratamento de suporte apropriado. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas As interferonas são um grupo de glicoproteínas endógenas com propriedades imunomoduladoras, antivirais e antiproliferativas. Rebif® (betainterferona-1a) partilha a mesma sequência de aminoácidos com a betainterferona humana endógena. É produzido em células de mamífero (ovário de hamster chinês), sendo, portanto, glicosilado como a proteína natural. O mecanismo de ação preciso do Rebif® na esclerose múltipla continua ainda em estudo. Independentemente da via de administração, alterações farmacodinâmicas pronunciadas estão associadas com a administração de Rebif®. Após uma dose única, a atividade intracelular e sérica da 2’5’OAS sintetase e as concentrações séricas de beta-2 microglobulina e de neopterina aumentam dentro de 24 horas, e começam a diminuir em 2 dias. As administrações por via intramuscular e subcutânea produzem respostas totalmente sobreponíveis. Marcadores de resposta biológica (por exemplo, 2',5'-OAS atividade, neopterina e beta-2microglobulina) são induzidos pela betainterferona-1a após doses subcutâneas administradas a voluntários sadios e a pacientes com esclerose múltipla. Os tempos para as concentrações de pico após uma única injeção subcutânea foram de 24 a 48 horas para neopterina, beta-2 microglobulina e 2'5'OAS, 12 horas para MX1 e 24 horas para a expressão dos genes OAS1 e OAS2. Foram observados picos de altura e tempo semelhantes para a maioria destes marcadores após a primeira e a sexta administrações. A administração de Rebif® 22 microgramas três vezes por semana inibiu a liberação de citocinas pró- inflamatórias (IFN-γ, IL-1, IL-6, TNF-α e TNF-β) induzida por mitogênio por células mononucleares de sangue periférico que, em média, foi perto de duas vezes aquela observada com Rebif® 22 ou 66 microgramas administrado uma vez por semana. São desconhecidas as relações entre os níveis séricos de betainterferona 1-a e as atividades farmacodinâmicas mensuráveis para o(s) mecanismo(s) pelo(s) qual(is) a betainterferona 1-aexerce seus efeitos sobre a esclerose múltipla. Não foram observados efeitos relacionados com o sexo nos parâmetros farmacodinâmicos. Propriedades farmacocinéticas Absorção Após a administração intravenosa em voluntários sadios, a betainterferona-1a demonstra um declínio multiexponencial marcado, com níveis séricos proporcionais à dose. A meia-vida inicial é da ordem de minutos e a meia-vida terminal de várias horas. Quando administrado por via subcutânea ou intramuscular, os níveis séricos da betainterferona permanecem baixos, mas são ainda mensuráveis até 12 a 24 horas após a administração. As administrações por via subcutânea ou intramuscular de Rebif® produzem uma exposição equivalente à betainterferona. Distribuição Concentrações máximas foram observadas 3-8 horas após injeções subcutâneas repetidas de Rebif® em doses de 22 e 44 microgramas. Eliminação Após doses subcutâneas repetidas em voluntários sadios, os principais parâmetros farmacocinéticos (AUCtau e Cmax) aumentaram proporcionalmente ao aumento da dose de 22 microgramas para 44 microgramas. A meia-vida aparente é estimada em 50 a 60 horas, o que está em consonância com a acumulação observada após administração de doses múltiplas. Metabolismo A betainterferona-1a é metabolizada e excretada principalmente pelo fígado e pelos rins. Não foram observados efeitos relacionados com o sexo nos parâmetros farmacocinéticos. Não foi estabelecida a farmacocinética de Rebif® em pacientes pediátricos e geriátricos ou em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Dados pré-clínicos Os dados não clínicos não revelam riscos especiais para o ser humano, segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de dose repetida e genotoxicidade. Rebif® não foi avaliado com relação à carcinogenicidade. Um estudo de toxicidade embriofetal em macacos demonstrou não haver evidência de alterações reprodutivas. Com base em observações com outras interferonas alfa e beta, não pode ser excluído um risco aumentado de aborto. Não existe informação disponível sobre os efeitos do interferona beta-1a na fertilidade masculina.

Resultados de eficácia

Esclerose múltipla recidivante-remitente O estudo PRISMS demonstrou que pacientes com esclerose múltipla recidivante apresentaram maior benefício, por meio de avaliação clínica e de ressonância magnética por imagem (RMI), com o uso de 44 µg (3 x semana), em comparação com a menor dose de 22 µg (3 x semana). Os dados de quatro anos também demonstraram que a progressão da incapacidade, surtos e atividade na RMI foram insignificantes nos pacientes que receberam betainterferona-1a 44 µg (3 x semana) durante o estudo e maiores no grupo que recebeu placebo durante 1-2 anos, seguido de betainterferona -1a 22 µg (3 x semana) nos anos 3-4 (The PRISMS Study Group & the University of Britsh Columbia MS/MRI Analysis Group, 2001). Ocorreu uma potencial perda dos benefícios do tratamento com betainterferona-1a devido à demora do início do tratamento ou por perda de cursos de tratamento tempo-dose dependentes não ótimos, que não puderam ser posteriormente recuperados (Schwid & Bever, 2001). Além disso, como o processo da doença evoluiu, diminuiu a extensão dos benefícios que poderiam ser obtidos com a betainterferona. Em estudos clínicos realizados com pacientes portadores de esclerose múltipla secundária progressiva com surtos, foi demonstrado que o tratamento com betainterferona trouxe um benefício significativo relacionado à exacerbação. Nenhum efeito significativo pôde ser demonstrado em pacientes com EM secundária progressiva mais avançada (sem surtos) (European Study Group on betainterferona -1b in Secondary Progressive MS, 1998; Kappos et al., 2001; Secondary Progressive Efficacy Clinical Trial of recombinant betainterferona-1a in MS (SPECTRIMS) Study Group, 2001). A segurança e eficácia do Rebif® têm sido avaliadas em pacientes com esclerose múltipla recidivante- remitente com doses variando entre 11 e 44 microgramas (3-12 MUI), administradas por via subcutânea três vezes por semana. Com a posologia autorizada, Rebif® 44 microgramas demonstrou diminuir a incidência (cerca de 30% ao fim de 2 anos) e a gravidade dos surtos clínicos. A proporção de pacientes com progressão da incapacidade, conforme definida por pelo menos o aumento de um ponto na EDSS, confirmada após três meses, sofreu uma redução de 39% (placebo) para 27% (Rebif®44 microgramas). Ao fim de 4 anos, a redução da taxa média de exacerbações foi de 22% no grupo de pacientes tratados com Rebif® 22 microgramas e de 29% no grupo de pacientes tratados com Rebif®44 microgramas, em comparação com um grupo de pacientes tratados com placebo durante 2 anos e com Rebif® 22 ou 44 durante os 2 anos seguintes. Esclerose múltipla secundária progressiva Num estudo de três anos em pacientes com esclerose múltipla secundária progressiva (EDSS 3-6.5),Rebif® não apresentou um efeito significativo na progressão da incapacidade, mas reduziu a taxa de surtos em aproximadamente 30%. Se a população de pacientes for dividida em 2 subgrupos (os que apresentaram surtos no período precedente de 2 anos à inclusão no estudo e os que não apresentaram), não se observa qualquer efeito na incapacidade dos pacientes sem surtos, mas nos pacientes com surtos a proporção de progressão da incapacidade no fim do estudo apresentou uma redução de 70% (placebo) para 57% (Rebif® 22 microgramas combinado com Rebif® 44 microgramas). Os resultados obtidos posteriormente neste subgrupo deverão ser interpretados com precaução. Evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla Um ensaio clínico controlado com Rebif® com duração de dois anos foi realizado em pacientes com um único evento clínico sugestivo de desmielinização causada por esclerose múltipla. Os pacientes incluídos no estudo tinham pelo menos duas lesões clinicamente silenciosas na imagem por ressonância magnética ponderada em T2, com um tamanho de pelo menos 3 mm, em que pelo menos uma foi ovoide, periventricular ou infratentorial. Qualquer outra doença diferente da esclerose múltipla que pudesse explicar melhor os sinais e sintomas do paciente tinha de ser excluída. Os pacientes foram selecionados aleatoriamente em duplo-cego em grupos recebendo Rebif® 44 microgramas administrado três vezes por semana, Rebif® 44 microgramas administrado uma vez por semana ou placebo. Se ocorresse um segundo evento clínico desmielinizante confirmando a esclerose múltipla definida, os pacientes mudavam para a posologia recomendada de Rebif® 44 microgramas administrado três vezes por semana numa concepção aberta, mantendo-se simultaneamente a ocultação relativamente à seleção aleatória inicial. A média de idade foi de 29 anos, variando de 17 a 51 anos. Uso em idosos Não existem dados disponíveis relativos ao uso do Rebif® em pacientes idosos para o tratamento de evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla Esclerose múltipla primária progressiva Rebif® não foi ainda investigado em pacientes com esclerose múltipla primária progressiva, não devendo ser utilizado nestes pacientes.

Armazenagem

Conservar sob refrigeração (2°C-8°C). Não congelar. Conservar na embalagem de origem para proteger da luz. A solução injetável em seringas preenchidas está pronta para uso. Pode também ser administrada com um autoaplicador apropriado. Rebif®, quando mantido sob os cuidados de armazenamento especificados, é válido até a data impressa na embalagem (24 meses após a data de fabricação). Para administração única. Antes de usar, veja se a solução está límpida, sem partículas nem sinais visíveis de deterioração. Os produtos não utilizados ou os resíduos devem ser eliminados de acordo com as normas sanitárias. A seringa preenchida e o clipe de titulação são de uso único e não devem ser reutilizados. Após a injeção, descarte a seringa utilizada com o clipe anexado em local apropriado. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres legais

MS 1.0089.0351 Farmacêutico Responsável: Alexandre Canellas de Souza CRF-RJ nº 23277 Fabricado por: Merck Serono S.p.A. Bari – Itália ou Merck Serono S.A. Aubonne – Suíça Embalado por: Ares Trading Uruguay S.A. Montevidéu – Uruguai ou Merck S.A. – Rio de Janeiro – Brasil Importado por: MERCK S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro – RJ CEP 22710-571 Indústria Brasileira

Rebif - Bula para o Paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? Esclerose múltipla recidivante-remitente (uso adulto e pediátrico acima de 12 anos) Rebif® (betainterferona-1a recombinante) é indicado para o tratamento da esclerose múltipla caracterizada pela presença de surtos, e demonstrou reduzir o número e gravidade destes, assim como a estabilização da progressão da doença. A indicação de Rebif® e sua respectiva dosagem é de exclusiva definição do médico e deve ser precedida de um diagnóstico preciso sobre o estágio da doença, de exames laboratoriais, de ressonância magnética por imagem e de outros parâmetros de diagnóstico de conhecimento do médico especialista que acompanha o tratamento do paciente. Evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla (uso adulto) Rebif® 44 µg também está indicado para uso em pacientes que tenham tido um único evento clínico, o qual provavelmente é o primeiro sinal de esclerose múltipla. 2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? Rebif® (betainterferona-1a recombinante) pertence a uma classe de medicamentos chamada “interferonas”. São substâncias naturais que transmitem mensagens para as células. As interferonas são produzidas pelo organismo e desempenham um papel essencial na regulação do sistema imunológico. Por meio de mecanismo ainda não completamente conhecido, as interferonas atuam limitando o dano ao sistema nervoso central associado à esclerose múltipla. A betainterferona-1a recombinante é uma proteína solúvel altamente purificada, produzida por recombinação genética em células de mamíferos, similar à betainterferona produzida pelo corpo humano. 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Rebif® não deve ser utilizado: Se você tiver conhecida hipersensibilidade (alergia) à betainterferona-1a recombinante ou natural, ou a qualquer outro componente desta formulação; Se estiver gravemente deprimido; Se estiver grávida (ver “Gravidez e amamentação”). Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Rebif® só deve ser utilizado sob a supervisão do seu médico. Antes de iniciar o tratamento com Rebif®, leia com atenção o item “Como devo usar este medicamento?” a fim de reduzir o risco de necrose no local de injeção (lesões na pele e destruição dos tecidos). No caso de sentir reações locais incômodas, contate o seu médico. Antes de utilizar Rebif®, fale com seu médico se sofrer de alergia (hipersensibilidade) a quaisquer outros medicamentos. Informe seu médico no caso de sofrer de uma doença de medula óssea, rim, fígado, coração, tiroide, se já sofreu de depressão se já tiver tido crises epiléticas para que ele/ela possa acompanhar cuidadosamente seu tratamento ou qualquer agravamento dessas situações. Foram relatados casos de microangiopatia trombótica, que se manifesta como púrpura trombocitopênica trombótica (PTT) ou síndrome hemolítico-urêmica (SHU), incluindo episódios fatais (ver "Quais os males que este medicamento pode me causar?"). Os eventos foram relatados em vários momentos durante o tratamento e podem ocorrer após muitos anos de terapia com Rebif®. É recomendado o monitoramento dos primeiros sintomas, como por exemplo, novo início de hipertensão, insuficiência renal e trombocitopenia. Faz-se necessário tratamento imediato da PTT/SHU e recomenda-se a descontinuação do tratamento com Rebif®. Crianças e adolescentes É limitada a experiência com o uso de betainterferona-1a em crianças menores de 12 anos de idade portadoras de esclerose múltipla. Assim, Rebif® não deve ser utilizado em crianças com menos de 12 anos. Utilizando Rebif® com outros medicamentos Informe o seu médico ou farmacêutico caso esteja utilizando, tiver utilizado recentemente ou se vier a utilizar outros medicamentos, incluindo aqueles isentos da necessidade de receita. Em particular, informe o seu médico se estiver utilizando antiepiléticos ou antidepressivos. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Gravidez e amamentação O tratamento com Rebif® não deve ser iniciado se você estiver grávida. Durante o emprego de Rebif® você deve utilizar métodos anticoncepcionais apropriados caso esteja em idade fértil. Se você engravidar ou planeja engravidar durante o uso de Rebif®, informe seu médico imediatamente. Se você está amamentando, informe seu médico antes de utilizar Rebif®. O uso de Rebif® não é recomendado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Direção de veículos e utilização de máquinas Os efeitos da própria doença ou do seu tratamento podem influenciar a capacidade de dirigir ou de utilizar máquinas. Consulte seu médico se sentir diminuição dessa capacidade. Informação importante sobre alguns componentes de Rebif® Este medicamento contém 2,5 mg de álcool benzílico por dose de 0,5 ml. Não pode ser administrado a bebês prematuros ou recém-nascidos, pois pode provocar reações alérgicas em bebês e crianças até três anos de idade. 5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? Rebif® deve ser armazenado sob refrigeração entre 2 e 8°C (geladeira). Não congelar. Para evitar um congelamento acidental, evite colocar a embalagem perto do compartimento do congelador. Guardar na embalagem original para proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Não utilizar o medicamento caso detecte qualquer sinal visível de alteração, como se a solução não estiver límpida e/ou contenha partículas. A seringa preenchida e o clipe de titulação são de uso único e não devem ser reutilizados. Após a injeção, descarte a seringa utilizada com o clipe anexado em local apropriado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Utilize Rebif® sempre de acordo com as instruções do médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas. Esclerose múltipla recidivante-remitente (uso adulto e pediátrico acima de 12 anos) Rebif® é utilizado por via subcutânea (sob a pele). A posologia recomendada de Rebif® para adultos e adolescentes acima de 16 anos é de 44 microgramas (12 milhões de UI) três vezes por semana. Uma dose menor de 22 microgramas (6 milhões de UI), três vezes por semana, é recomendada para: pacientes que não toleram uma dose mais alta adolescentes a partir de 12 anos Se possível, Rebif® deve ser administrado: nos mesmos três dias de cada semana (com intervalo mínimo de 48 horas, por exemplo, segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira). no mesmo horário (de preferência à noite), Início do tratamento Quando tratamento com Rebif® for iniciado, a dose deve ser aumentada gradualmente, para reduzir reações adversas. Recomenda-se a administração de: 8,8 microgramas três vezes por semana durante as primeiras duas semanas de tratamento, o que corresponde a 0,1 mL da seringa com 44 microgramas ou 0,2 mL da seringa com 22 microgramas. Para administrar 0,1 mL utilizando a seringa com 44 microgramas, empurre o êmbolo até a marca de 0,1 mL, desprezando o líquido. O volume restante na seringa equivale à dose a ser administrada. 22 microgramas três vezes por semana durante a terceira e quarta semana de tratamento, o que corresponde a 0,25 mL da seringa com 44 microgramas ou o volume total da seringa com 22 microgramas. Para administrar 0,25 mL utilizando a seringa com 44 microgramas, empurre o êmbolo até a marca de 0,25 mL, desprezando o líquido. Evento clínico único sugestivo de esclerose múltipla (uso adulto) Pacientes que tiveram um único evento clínico: A dose habitual é de 44 microgramas (12 milhões de UI), administrada três vezes por semana. A dose deve ser aumentada gradualmente, para reduzir reações adversas. Recomenda-se a administração de: 8,8 microgramas três vezes por semana durante as primeiras duas semanas de tratamento, o que corresponde a 0,1 mL da seringa com 44 microgramas ou 0,2 mL da seringa de 22 microgramas. 22 microgramas três vezes por semana durante a terceira e quarta semana de tratamento, o que corresponde a 0,25 mL da seringa com 44 microgramas ou o volume total da seringa com 22 microgramas. Modo de usar Rebif® deve ser administrado por meio de injeção subcutânea (sob a pele). A formulação líquida em seringas preeenchidas prontas para uso não necessita de preparação. Elas são graduadas para facilitar o início do tratamento. As seringas preeenchidas prontas para uso contém 22 µg ou 44 µg de Rebif® e estão preparadas unicamente para utilização subcutânea. A primeira injeção deve ser administrada por um profissional de saúde qualificado. O paciente pode realizar a autoaplicação quando for devidamente treinado para tal (vide “Manual de autoaplicação”). O medicamento também pode ser administrado com autoaplicador específico. Rebif® não pode ser misturado com outros medicamentos na mesma seringa. Se você esquecer-se de uma dose, não administre uma dose em dobro para compensar a dose esquecida. Continue a administração a partir do dia da dose seguinte. A duração do tratamento deve ser estabelecida pelo seu médico. A seringa preenchida e o clipe de titulação são de uso único e não devem ser reutilizados. Após a injeção, descarte a seringa utilizada com o clipe anexado em local apropriado. MANUAL DE AUTOAPLICAÇÃO Preparação para a injeção: 1.Lave as mãos: É importante que suas mãos e os materiais a serem utilizados estejam tão limpos quanto possível. As agulhas não devem tocar qualquer superfície; mantenha a seringa encapada antes do uso. Assegure-se que você está usando uma nova seringa preenchida cada vez que for fazer a aplicação a fim de evitar contaminação. Em nenhuma circunstância divida a dose de Rebif® em seringas preenchidas. Descarte todo o material usado imediatamente após aplicada a injeção; jogue fora a seringa vazia em local apropriado. 2.Junte todo o material que você precisa: Encontre uma superfície limpa e coloque todo o material a ser utilizado (lenços umedecidos em álcool, gaze e a seringa preenchida). A aplicação pode ser feita em qualquer local que você achar confortável. Se o local for a cozinha, certifique-se de que todo o material esteja afastado de alimentos. Autoadministração subcutânea (sob a pele): 1.Escolha o local para a aplicação da injeção. Seu médico dará orientação sobre os possíveis locais para injeção (veja sugestão de locais de aplicação abaixo). Segure a seringa como um lápis ou um dardo. Utilize um local diferente a cada dia que aplicar a injeção. NOTA: Não utilize áreas em que você sinta rigidez, saliência ou dor; converse com seu médico sobre qualquer problema que encontrar. 2.Utilize um lenço umedecido em álcool para limpar a pele no local da injeção. Deixe a pele secar (se deixar um pouco de álcool sobre a pele, pode sentir ardor). Jogue fora o lenço umedecido em álcool que foi utilizado. 3.Aperte levemente a pele em volta do local da injeção (para levantá-la um pouco). Apóie seu punho sobre a pele, próximo do local, introduza a agulha direto na pele em um ângulo de 90º com movimento rápido e firme. 4.Injete o medicamento lentamente, com movimento firme (empurre o êmbolo completamente até que a seringa fique vazia). 5.Coloque uma gaze seca no local da injeção. Remova a agulha da pele. 6.Massageie cuidadosamente o local da injeção com uma gaze seca. 7.Descarte todo o material usado. Imediatamente após aplicada a injeção, jogue fora a seringa em local apropriado. Sugestão de 30 locais para aplicação Braços (1, 2, 3, 4, 17, 18, 19, 20): Região posterior e lateral do braço, manter distância de 4 dedos abaixo do ombro e 4 dedos acima do cotovelo. Coxas (11, 12, 13, 14, 15, 16, 27, 28, 29, 30): Região anterior e lateral da coxa, manter distância de 4 dedos abaixo da virilha e 4 dedos acima do joelho. Abdome (5, 6, 7, 8, 9, 10): Região anterior de lateral do abdome, manter distância de 3 dedos ao redor do umbigo e na altura da cintura. Nádegas (23, 24, 25, 26): Região superior lateral externa das nádegas. Costas (21, 22): Região logo acima da cintura (recomendável auxílio de uma pessoa para aplicação). OBS: Para facilitar a autoaplicação, você pode utilizar um autoaplicador. Para obter informações, entre em contato com o PAP Merck Serono (0800-8881414). Se parar de utilizar Rebif® Os efeitos de Rebif® podem não ser notados imediatamente. Deste modo, deve-se manter a administração regular de Rebif® até se atingir o efeito desejado. Consulte o seu médico caso não tenha certeza dos benefícios do tratamento. Você não deve interromper o tratamento sem falar antes com seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. 7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Se você esquecer-se de uma dose de Rebif®, continue a cumprir com a posologia a partir do dia da próxima dose. Não tome uma dose em dobro para compensar uma dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico. 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Como os demais medicamentos, Rebif® pode provocar efeitos colaterais, porém estes efeitos não se manifestam em todas as pessoas. Contate seu médico imediatamente e suspenda o uso de Rebif® se você sentir qualquer um dos efeitos colaterais apresentados a seguir: Reações alérgicas (hipersensibilidade) graves. Se, imediatamente após a administração de Rebif®, sentir uma súbita dificuldade em respirar - que pode surgir associada a, inchaço da face, lábios, língua ou garganta, urticária, coceira pelo corpo todo e uma sensação de fraqueza ou desmaio - contate com urgência o seu médico. Estas reações são raras (podem afetar até 1 em cada 1.000 pacientes). Informe seu médico imediatamente caso ocorra algum dos possíveis sintomas de distúrbios hepáticos: icterícia (amarelamento da pele ou dos brancos dos olhos), prurido generalizado, perda de apetite acompanhada de náuseas e vômitos e facilidade de aparecimento de hematomas na pele. Distúrbios graves do fígado podem estar associados a sinais adicionais, como por exemplo dificuldade de concentração, sonolência e confusão. Depressão é comum em pacientes tratados com esclerose múltipla (pode afetar até 1 em cada 10 pacientes). Caso você se sinta muito deprimido ou tenha pensamentos suicidas, entre imediatamente em contato com o seu médico. Caso perceba efeitos secundários não mencionados, informe o seu médico. As reações adversas relatadas a seguir encontram-se classificadas de acordo com a frequência de ocorrência, conforme se segue: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento); Frequência não conhecida: a frequência não pode ser estimada pelos dados disponíveis Sintomas semelhantes aos da gripe, tais como dor de cabeça, febre, calafrio, dores musculares e nas articulações, fadiga e náuseas são muito comuns. Estes sintomas são geralmente leves, mais comuns no início do tratamento e diminuem com a continuação da administração. Para ajudar a reduzir estes sintomas, seu médico pode receitar um medicamento analgésico e antitérmico antes da aplicação de Rebif® e 24h após cada aplicação. São muito comuns as reações no local da injeção, incluindo vermelhidão, inchaço, descoloração, inflamação, dor e lesão da pele. Geralmente a ocorrência de reações no local da injeção diminui ao longo do tempo. Destruição dos tecidos (necrose), abscesso e massa no local da injeção são incomuns. Veja as recomendações na seção "Como devo usar este medicamento?” para minimizar o risco de reações no local da injeção. Caso o local da injeção se torne infectado (reação incomum), a pele pode ficar inchada e rígida e toda a área pode ficar dolorida. Se você apresentar algum destes sintomas, contate o seu médico. Alguns testes laboratoriais podem sofrer alterações (muito comum). Estas alterações não são geralmente percebidas pelo paciente (ausência de sintomas), são geralmente leves e reversíveis e, na maior parte dos casos, sem necessidade de tratamento especial. O número de glóbulos vermelhos e brancos do sangue, ou de plaquetas, pode diminuir. Os possíveis sintomas resultantes dessas alterações podem incluir cansaço, capacidade reduzida de combate a infecções, hematomas ou sangramento inexplicado. Os testes da função hepática podem estar alterados. Também foi relatada inflamação do fígado (frequência não conhecida). Caso você tenha sintomas sugestivos de alteração do fígado, como perda de apetite acompanhada por outros sintomas (ex: náuseas, vômitos, icterícia), contate imediatamente o seu médico. Disfunção tireoidiana é incomum. A glândula tireoide pode funcionar tanto em excesso quanto insuficientemente. Quase sempre, estas alterações na atividade da tiroide não são percebidas pelo paciente como sintomas. No entanto, o seu médico pode recomendar a realização de exames, se necessário. Pseudo-surto de esclerose múltipla (frequência não conhecida): Existe a possibilidade de desenvolvimento de sintomas semelhantes aos de um surto de esclerose múltipla no início do tratamento com Rebif®. Por exemplo, seus músculos podem ficar muito tensos ou muito fracos, impedindo-o de se movimentar como deseja. Em alguns casos, estes sintomas estão associados à febre ou sintomas semelhantes aos da gripe, descritos anteriormente. Caso sinta algum destes efeitos secundários, fale com o seu médico. Outros possíveis efeitos colaterais são: Muito comuns: Dor de cabeça Comuns: Insônia Diarreia, náuseas, vômitos Coceira e erupção cutânea Dores musculares ou nas articulações Fadiga, febre e calafrios Perda de cabelo Incomuns: Urticária Crises epiléticas Inflamação do fígado (hepatite) Dificuldade respiratória Coágulos sanguíneos, tais como trombose venosa profunda Alterações da retina, tais como inflamação ou coágulos sanguineos, com consequentes problemas de visão (distúrbios e perda de visão) Aumento da sudorese Raros: Tentativa de suicídio Reações cutâneas graves, algumas com lesão na mucosa Microangiopatia trombótica, incluindo púrpura trombocitopênica trombótica / síndrome hemolítico- urêmica (distúrbio que pode apresentar pequenos coágulos sanguíneos, aumento de hematomas, sangramentos, diminuição do nível das plaquetas, anemia, cansaço extremo e distúrbios renais), pancitopenia, que é uma diminuição global dos elementos sanguíneos (glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas). Lúpus eritematoso induzido por medicamentos: um efeito secundário da utilização a longo prazo de Rebif®. Os sintomas podem incluir dores musculares, dores e inchaço nas articulações e erupções na pele. Também poderão ocorrer outros sinais como febre, perda de peso e fadiga. Geralmente os sintomas desaparecem num período de uma a duas semanas após interrupção do tratamento. Os efeitos colaterais apresentados a seguir foram relatados com o uso de betainterferona (frequência não conhecida): Tontura Nervosismo Perda de apetite Dilatação dos vasos sanguíneos e palpitações Irregularidades ou alterações no ciclo menstrual Caso ocorram reações adversas graves ou persistentes, a dose de Rebif® pode ser temporariamente reduzida ou o tratamento interrompido, a critério do médico. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico. 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Em caso de dose excessiva, os pacientes devem ser hospitalizados para observação e tratamento de suporte apropriado. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.